Torres Vedras


A poucos quilómetros de Lisboa, Torres Vedras apresenta terras ricas em policultura (como o cultivo de feijão, batata, vinha), sendo até o concelho com maior produção de vinho a nível nacional. 

A atividade agrícola (vinha e horticultura), a indústria agroalimentar e metalúrgica e o comércio a retalho assumem um papel preponderante.

O tecido empresarial do concelho de Torres Vedras é constituído por 9976 empresas (INE 2010), das quais 27,7% assumem forma de sociedade.

Os 20 quilómetros de costa fazem ainda com que o Concelho seja um ponto turístico de referência.

Em 2011, a força de trabalho no Concelho era de 38.768 indivíduos, o que traduzia uma taxa de atividade de 48,8%.

As atribuições do Município de Torres Vedras, em matéria de cultura, são vastas e diversificadas. Em termos legais, a cultura – conjuntamente com o património e a ciência -, constitui um dos domínios de atuação municipal, orientado pela promoção e salvaguarda dos interesses próprios da sua população.

A politica cultural do Município de Torres Vedras é conduzida por um conjunto de princípios, no qual se incluem o primado da participação, a disseminação territorial, o estimulo à criação a partir do contexto local, a articulação com as organizações do território e o apoio às plataformas de criação.

O Município possui uma rede de equipamentos culturais – museus, centros de interpretação, bibliotecas, galerias e um teatro –, todos com ofertas específicas, organizadas em programas anuais de atividades, incluindo ações especificas para públicos escolares.Terras férteis pinceladas com muita cor, costa atlântica que nos faz viver ondas de prazer, rica gastronomia e gente que o acolhe de braços abertos.

Bem perto de Lisboa somos surpreendidos por uma zona cheia de atrativos para quem gosta de paisagens com contraste, história, desporto, gastronomia e gente simpática e muito festiva. Seja bem-vindo ao concelho de Torres Vedras!

Há muito para experimentar, muito para recordar, entre ondas de prazer, de mar, ao sabor do vento, do tempo… Descubra Torres Vedras, um concelho com cerca de 80 mil habitantes, marcado pela sua economia essencialmente agrícola e pela sua paisagem de vinhedos, com cheiro a mar atlântico. Com mais de 400 km2 de área, este é o maior concelho do distrito de Lisboa e possui cerca de 20 kms de costa, composta por praias de rara beleza e extensão. Não faltam estações arqueológicas, povoados romanos, castelos árabes, igrejas e mosteiros medievais, fortalezas quinhentistas e solares, dos séculos XVII e XVIII… Uma surpresa adicional, numa região que tem bom vinho e deliciosa gastronomia para experimentar.

Para tornar a sua visita mais doce, não deixe de experimentar os típicos Pastéis de Feijão – sabores de uma terra que guardará na memória!

Na cidade, que dá nome ao concelho, também não falta património rico que merece uma visita, ruas e ruelas que traçam a vivência de uma urbe dinâmica, num contraste de modernidade que integra a história. Aqui decorreram guerras, feitos heróicos de resistência (como as Linhas de Torres Vedras) e grandes vitórias!

Aqueduto de Torres Vedras

Situada no perímetro urbano de Torres Vedras, esta obra utilitária de arquitetura gótica estende-se por mais de dois quilómetros e foi edificada para abastecer o Chafariz dos Canos, situado no centro histórico da Cidade. Desconhece-se a data da construção primitiva, mas a atual estrutura dos canos foi remodelada e ampliada na segunda metade do século XVI, quando D. Sebastião concedeu licença à edilidade local para que a sua estrutura fosse prolongada. Esta remodelação coincidiu com o restauro da Fonte dos Canos, em 1561 (pergaminho pertencente à Igreja de S. Pedro), por ordem da Infanta D. Maria.

Iniciando-se à saída de Torres Vedras e atravessando o Rio Sizandro, o Aqueduto apresenta uma estrutura de grandes dimensões cujos canais, quando passam à superfície, se dispõem em dois registos de arcos de volta perfeita sobrepostos. A arcada superior apresenta menores dimensões, dispondo-se simetricamente sobre os arcos inferiores.

Nos locais em que o Aqueduto passa sobre o Rio Sizandro e sobre a estrada que liga Torres Vedras a Runa apresenta apenas um arco monumental, tendo este último sido alargado em 1787, data em que colocaram, numa das suas faces, o brasão de Torres Vedras.

Sofreu várias obras de reconstrução e restauro, nomeadamente no século XVIII e, mais recentemente, em 1990.

Do brasão com as armas da Vila apenas resta um pedaço da parte superior do ornato.

Está classificado pelo Decreto de 16-06-1910; Diário do Governo n.º 136, de 23-06-1910.

Castelo

O Castelo é de construção primitiva, comprovada pela existência de duas cisternas romanas, e as suas primeiras muralhas terão sido construídas pelos árabes.

Quando se dá a reconquista cristã e a consequente tomada do Castelo, em 1148, as muralhas terão ficado destruídas, tendo sido de imediato reconstruídas para impedir a entrada dos árabes durante o cerco de 1184. Também a Igreja de Santa Maria, situada dentro da cintura de muralha, é do início da Nacionalidade.

O Castelo sofre sucessivas intervenções na época medieval e moderna, sobretudo nos reinados de D. Dinis, D. Fernando e D. Manuel. O que resta da última intervenção é o brasão de D. Manuel I, ladeado pelas esferas armilares Manuelinas, com a Cruz de Cristo.

Com o terramoto de 1755, tanto as muralhas como o Paço dos Alcaides ficaram muito destruídos.

O Castelo voltaria a ter um importante papel em 1809, ao ser integrado nas Linhas de Torres Vedras, como reduto nº 27. Nessa altura foi de novo reparado e guarnecido com 11 peças de artilharia. Nesta adaptação foi demolida a porta do Castelo.

O último cerco ao Castelo deu-se em finais de 1846, tendo servido de quartel às tropas do conde de Bonfim. A fortaleza foi bombardeada pelo Duque de Saldanha, tendo-se dado a explosão do paiol, que provocou a ruína quase total do Paço.

Apesar do seu estado de ruína, o Castelo continuou a funcionar como aquartelamento de tropas regulares até finais do século XIX, tendo sido alvo de várias reparações.

Em 1929, o Ministério da Guerra afeta o imóvel à Câmara Municipal, que fica encarregue da conservação e limpeza.

É monumento classificado pelo Decreto n.º 41 191, DG, I Série, n.º 162, de 18-07-1957.

 

 Fonte: Câmara Municipal de Torres Vedras

 

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