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Percursos Pedestres - Tondela
Cultura e Património

Percursos Pedestres - Tondela

Percursos pedestres e uma grande rota para todos os gostos. Os percursos pedestres do concelho de Tondela estão de volta, trazendo como grande novidade o PR7 – Caldas de Sangemil – Ferreirós do Dão, com 14 km de extensão, e a Grande Rota do Caramulo, com 30 km. Ao mesmo tempo que estão a ser reabilitados os percursos pedestres atingidos pelos incêndios de 2017, foram também concluídos estes dois projectos (PR7 – Caldas de Sangemil – Ferreirós do Dão), que se vinham materializando há algum tempo. Tratam-se de novas rotas para um público mais exigente, em termos de distância e dificuldade, passando agora o concelho de Tondela a dispor de sete percursos pedestres - Laranjais, Linho, Cruzes, Caleiros, Moinhos, Santiago e Caldas de Sangemil-Ferreirós do Dão - e de uma grande rota - Grande Rota do Caramulo. Os incêndios de outubro de 2017 tinham deixado inacessíveis os percursos pedestres do concelho de Tondela, o que obrigou a um conjunto de intervenções, que a Câmara Municipal de Tondela está a levar a efeito, no âmbito de uma candidatura da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, intitulada “Produtos Turísticos Integrados e Património Natural”. Novas pinturas, sinalética e painéis informativos fazem parte deste projecto, potenciando e relevando cada vez mais o território, com o que de melhor tem para oferecer: produtos endógenos, etnografia, património arquitectónico, religioso, arqueológico, natural, fauna e flora. A par disto, está também prevista a reabilitação de várias infraestruturas existentes ao longo de alguns percursos pedestres, no âmbito do Fundo de Solidariedade da União Europeia, que serve para fazer face a danos deixados pelos incêndios de 2017. A reabilitação dos percursos pedestres existentes e a criação de novas rotas inserem-se numa estratégia municipal de valorização, que visa que estes percursos pedestres possam depois ser ligados ao projecto “Aldeias de Montanha”. Grande Rota do Caramulo é a grande novidade: Com cerca de 30 kms de extensão, a Grande Rota do Caramulo foi pensada para ter início no Museu do Caramulo e ter uma duração de cerca de oito horas e meia. Aproveita parte da rota de quatro PR’s existentes, acrescenta mais alguma extensão, criando um elo de ligação entre eles, integrando uma variante de visita ao Cabeço da Neve. Esta grande rota representa mais um foco de atracção do concelho de Tondela, com recursos de visitação turística, que potenciam o corredor ecológico da Serra do Caramulo. Trata-se de uma forma de valorizar e aumentar as potencialidades turísticos, atraindo novos públicos, que procuram estes recursos pedonais para a descoberta do território e as suas paisagens naturais, históricas e rurais. Permite a passagem pelo Museu do Caramulo, sendo ainda pontos de interesses os espigueiros, moinhos e rio de Múceres, a Capela de Múceres, Centro de Laboração do Linho, Capela do Menino Jesus e, inevitavelmente, as paisagens da Serra do Caramulo. Rota dos Moinhos: Esta rota faz o trajecto entre Souto Bom e Caparrosa. A Rota dos Moinhos atravessa caminhos rurais tradicionais e de montanha, ao longo de 5,2km em circuito. Com um nível de dificuldade II, ou seja, fácil, tem uma duração de duas horas aproximadamente. Saindo da A25 ou vindo de Tondela via EM 627, irá cruzar-se com a EN228 e encontrar o acesso a Caparrosa e Souto Bom. O Centro de Acolhimento da Aldeia de Souto Bom é o ponto de partida da caminhada. Nascentes, minas de água, represas e ribeiras, uma pequena ponte pedonal sobre a Ribeira da Fraga e toda uma paisagem que prende a atenção, poderão ser contempladas ao logo deste percurso. Criado PR7 Caldas de Sangemil-Ferreirós do Dão: Outra das novidades, é o PR7 Caldas de Sangemil-Ferreirós do Dão, com quase 14 kms de extensão. Ao longo de pouco mais de quatro horas, os interessados poderão arrancar das Termas de Sangemil, visitar a zona de lazer de Sangemil, contemplando depois também a Capela da Nossa Senhora da Anunciação, a Quinta da Boiça, Igreja de São Cristóvão ou a ponte sobre o Rio Dão, cuja origem pode remontar ao período romano. Rota dos Laranjais – 7,5 kms Esta é uma pequena rota, utilizando caminhos rurais, tradicionais e de montanha, cuja distância ronda os 7,5 kms. Com nível de dificuldade de grau III, ou seja, médio baixo, tem uma duração de cerca de três horas e a paisagem da Serra do Caramulo em destaque. A Igreja Matriz de Castelões, a Fonte Funda, a Fonte de Chafurdo, moinhos e quedas de água, a Capela de Nª Senhora da Conceição, Quinta da Cruz, Capela de Santo António, Cruzeiro de Vila de Rei, Capela de São Simão, Cruzeiro de Ribeiro e, como não podia deixar de ser, os laranjais, estão entre os atrativos desta rota. Rota do Linho – 8,8 kms Com uma duração de cerca de quatro horas, esta é uma pequena rota, por caminhos rurais, tradicionais e de montanha, ao longo de 8,8 kms. O nível de dificuldade é médio alto – nível VII, tendo como ponto de partida o parque do Santuário do Coração de Maria, em Castelões. Para além da paisagem da Serra do Caramulo, este percurso passa pelo Centro de Laboração do Linho, Capela da Senhora do Livramento, quedas e moinhos de água, para além de diversos campos de linho. Rota das Cruzes – 8 kms A Rota das Cruzes é de dificuldade média (nível 6), ao longo de cerca de 8 kms, com início no Parque Jerónimo Lacerda. Para além da belíssima paisagem da Serra do Caramulo, permite uma passagem pela Igreja Matriz Guardão, Cruzeiro (junto Igreja Matriz), Caminho dos Cruzeiros, Pelourinho / Casa da Cadeia (Janardo), Capela de S. Sebastião, Capela, Cruzeiro e Castro de S. Bartolomeu, Capela de Santa Luzia e Museu do Caramulo. Rota dos Caleiros - 8,2 kms Esta pequena rota, utilizando caminhos, tradicionais e de montanha é de dificuldade média (nível VI) e tem uma duração de aproximadamente quatro horas. Ao longo de 8,2 kms poderá ver a paisagem da Serra do Caramulo, Caramulinho, Capela de Jueus, Moinhos de água/Caleiros e a fantástica Calçada Medieval e tem início na base do Caramulinho, local onde se atinge o ponto mais alto da Serra com 1.070 metros de altitude e de onde se pode observar as paisagens mais imponentes da Serra do Caramulo. Rota de Santiago – 5,5 kms Utilizando caminhos rurais, tradicionais e de montanha, esta pequena rota com 5,5 kms, pode ser percorrida em cerca de duas horas. O nível de dificuldade deste percurso é baixo, passando pela Capela de São Marcos, Capela de Muna, Caminho de Santiago, Igreja Matriz de Santiago de Besteiros e Ponte da Portela. Fonte: www.cm-tondela.pt
Ambientes do Ar
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Ambientes do Ar

O mundo com ideias simples “Os Ambientes do Ar”, situado na aldeia de Souto Bom, freguesia de Caparrosa, oferece a todos quantos o visitam, e em particular a aldeia serrana, uma visão diferente das relações do homem com a natureza. Ciente da importância da mensagem e dos objectivos que estão subjacentes ao projecto, o Município de Tondela, através do museu Terras de Besteiros, do posto de Turismo em Tondela e no Caramulo, proporciona informação e documentação a todos os que visitam o núcleo de moinhos da Ribeira da Pena. Para instituições e grupos de pessoas devidamente identificadas que queiram fazer visitas, os Serviços Educativos do Museu Municipal Terras de Besteiros proporcionam acompanhamento técnico. Para isso as visitas guiadas deverão ser marcadas antecipadamente, devendo os interessados contactar o Museu Municipal Terras de Besteiros, pelos telefones 232 811 125, 232 823 400 ou através do e-mail museu.terras.besteiros@cm-tondela.pt Uma óptima oportunidade para um passeio cultural e ambiental pela Serra do Caramulo. A envolvente natural, cultural, ambiental e turística que circunda a Serra do Caramulo, potenciou um projecto para valorizar os recursos endógenos e estruturar a economia local, além de qualificar o sistema rural numa perspectiva de desenvolvimento sustentável, localizado na aldeia de Souto Bom, freguesia de Caparrosa. Souto Bom apresenta casario antigo e organiza-se em núcleos de ruas ou quelhas estreitas, calçadas de pedra, descendo para as hortas e os campos de milho. Ainda é possível encontrar canastros (designação local para o espigueiro) que guardam o milho, eiras que se limpam para a seca do feijão e para a malha dos cereais, bem como pessoas com vontade de reviver e recuperar as tradições mais antigas. A recuperação e preservação das diferentes formas de património rural e histórico-cultural, visam criar condições efectivas para a dinamização turística da região e aproveitar os recursos patrimoniais como factores de desenvolvimento local. Os moinhos de água são engenhos de construção antiga, que se destinavam à moagem de cereais, apresentam características e morfologias arquitectónicas próprias. Estas construções tradicionais rurais enquadram-se no grupo de moinhos denominado de “roda horizontal”. São moinhos de um só rodízio, constituídos por pedras graníticas e madeira, material abundante na região; têm forma rectangular, sem vãos, a não ser a porta de acesso, sendo o telhado com uma ou duas águas. O projecto “Os Ambientes do Ar”, está estruturado em torno de um conjunto de moinhos e da antiga escola primária. Neste projecto, foi possível requalificar um núcleo de sete moinhos localizados ao longo da Ribeira da Pena. Esta requalificação contemplou a construção de acessibilidades para aceder aos moinhos, criando plataformas ligadas com rampas que permitem, de forma integrada, estabelecer uma rede de circulação. Os moinhos, recuperados, além de continuarem a moer, ganharam novas funções. Enquanto núcleos de interpretação, permitem o desenvolvimento de uma componente pedagógica, centrada na relação do homem com o universo e com a natureza, a par da abordagem temática relativa às energias renováveis, á reciclagem, ao ambiente, à fauna e à flora. É um Centro de Educação e Investigação Patrimonial, onde se poderão descobrir diferentes e agradáveis sensações, sustentadas na recuperação, valorização e promoção dos recursos patrimoniais: os moinhos, a natureza e as pessoas. Por outro lado, todo o conjunto foi enriquecido com um relógio de sol, a que se juntou um observatório de astronomia, o que se complementou com a representação do sistema solar. O edifício escolar foi transformado em Centro de Acolhimento, sendo em paralelo a sede da associação local, favorecendo os elos de parceria em que assenta este projecto, além de vincar a identidade local, alicerçada na singular generosidade das pessoas desta povoação. Este projecto fortaleceu-se com um protocolo estabelecido entre o Município de Tondela, Instituto Piaget/Forum UNESCO. Posteriormente foi estruturado com uma equipa multi-disciplinar para o que foi determinante a intervenção do Pelouro da Cultura, da ADICES e de Colaboradores especializados nas temáticas do Património, da Educação e do Ambiente. Este Plano de Intervenção foi objecto de uma candidatura, tendo obtido o necessário apoio junto do Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas. Moinho 1 - Astronomia Moinho 2 - O Homem e a Terra Moinho 3 - O Funcionamento do Moinho Moinho 4 - A Reciclagem Moinho 5 - Energias Renováveis Moinho 6 - A Energia Hídrica Moinho 7 - Habitat Repícola – A fauna e a flora Fonte: www.cm-tondela.pt
Igreja de Nossa Senhora da Natividade
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Igreja de Nossa Senhora da Natividade

-Freguesia: Barreiro de Besteiros A igreja de Barreiro de Besteiros, de invocação a Nossa Senhora da Natividade, foi, em tempos, filial da Igreja de São Salvador de Castelões, funcionando como anexa desta. O seu interior é sumptuosamente adornado por retábulos em talha dourada, portadores de figurinos artísticos diversificados. A capela-mor da igreja, numa ilusão de óptica fotográfica, funde-se com o arco triunfal. No entanto o que os diferencia para além do espaço físico são também os estilos a que pertencem e que harmoniosamente compõem o interior do templo. O retábulo da capela –mor insere-se no delicado estilo Rocócó, enquadrado na segunda metade do Século XVIII, caracterizado pelos mármores fingidos, composições florais e concheados dourados. O arco triunfal em união com os retábulos colaterais respeita os cânones do Barroco Joanino, estilo anterior correspondente ao Século XVII. Com uma policromia quase inexistente, a talha dourada, plena, ofusca o olhar na sua grandiosidade. No centro do arco surge a escultura policromada da padroeira, Nossa Senhora da Natividade, sobrepujada por dois anjos que seguram uma coroa. Um outro retábulo situado na nave esquerda, embora pertencente também ao mesmo estilo, obedece às regras típicas e exclusivas do Barroco Nacional. A talha volumosa, repleta de uvas, parras e meninos remata em arco de volta perfeita sobre o nicho que acolhe a figura do orago (São João Baptista). Fonte: www.cm-tondela.pt
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