Pontos de Interesse

Piscinas Municipais de Águeda
Desporto

Piscinas Municipais de Águeda

Esta instalação desportiva municipal existe para contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, servindo os cidadãos através de actividades formativas, de treino e de lazer, com vista à satisfação das suas necessidades de aprendizagem, desportivas/competitivas e de uma ocupação saudável dos tempos livres. O Complexo das Piscinas Municipais de Águeda, é constituído por uma Piscina Interior, com dois tanques ( um tanque desportivo de 25 metros com seis pistas e um tanque de aprendizagem com 12,5 metros e quatro pistas e uma Piscina Exterior constituída por um tanque de recreio e diversão. Esta infraestrutura possui ainda de: Uma componente formativa através da Escola Municipal de Natação, nomeadamente adaptação ao meio aquático para bebés, adaptação ao meio aquático, aprendizagem e aperfeiçoamento das técnicas de nado para crianças jovens e adultos, Hidromovimento (actividade sénior de manutenção da condição física) e Hidroginástica. Uma vertente recreativa e de manutenção da condição física que poderá ser usufruída em regime livre, sauna e hidromassagem/ jacuzzi, e está condicionada a marcação (sauna) ou às pistas disponíveis (nado livre). Um serviço de bar. Esta instalação é igualmente utilizada diariamente para fins competitivos, através do Clube de Natação, Sport Algés e Águeda. Morada: Rua Eng.º José Bastos Xavier 3750-514 Águeda Telefone: 234 623 387 Fonte: www.cm-agueda.pt
Percursos Pedestres - Tondela
Cultura e Património

Percursos Pedestres - Tondela

Percursos pedestres e uma grande rota para todos os gostos. Os percursos pedestres do concelho de Tondela estão de volta, trazendo como grande novidade o PR7 – Caldas de Sangemil – Ferreirós do Dão, com 14 km de extensão, e a Grande Rota do Caramulo, com 30 km. Ao mesmo tempo que estão a ser reabilitados os percursos pedestres atingidos pelos incêndios de 2017, foram também concluídos estes dois projectos (PR7 – Caldas de Sangemil – Ferreirós do Dão), que se vinham materializando há algum tempo. Tratam-se de novas rotas para um público mais exigente, em termos de distância e dificuldade, passando agora o concelho de Tondela a dispor de sete percursos pedestres - Laranjais, Linho, Cruzes, Caleiros, Moinhos, Santiago e Caldas de Sangemil-Ferreirós do Dão - e de uma grande rota - Grande Rota do Caramulo. Os incêndios de outubro de 2017 tinham deixado inacessíveis os percursos pedestres do concelho de Tondela, o que obrigou a um conjunto de intervenções, que a Câmara Municipal de Tondela está a levar a efeito, no âmbito de uma candidatura da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões, intitulada “Produtos Turísticos Integrados e Património Natural”. Novas pinturas, sinalética e painéis informativos fazem parte deste projecto, potenciando e relevando cada vez mais o território, com o que de melhor tem para oferecer: produtos endógenos, etnografia, património arquitectónico, religioso, arqueológico, natural, fauna e flora. A par disto, está também prevista a reabilitação de várias infraestruturas existentes ao longo de alguns percursos pedestres, no âmbito do Fundo de Solidariedade da União Europeia, que serve para fazer face a danos deixados pelos incêndios de 2017. A reabilitação dos percursos pedestres existentes e a criação de novas rotas inserem-se numa estratégia municipal de valorização, que visa que estes percursos pedestres possam depois ser ligados ao projecto “Aldeias de Montanha”. Grande Rota do Caramulo é a grande novidade: Com cerca de 30 kms de extensão, a Grande Rota do Caramulo foi pensada para ter início no Museu do Caramulo e ter uma duração de cerca de oito horas e meia. Aproveita parte da rota de quatro PR’s existentes, acrescenta mais alguma extensão, criando um elo de ligação entre eles, integrando uma variante de visita ao Cabeço da Neve. Esta grande rota representa mais um foco de atracção do concelho de Tondela, com recursos de visitação turística, que potenciam o corredor ecológico da Serra do Caramulo. Trata-se de uma forma de valorizar e aumentar as potencialidades turísticos, atraindo novos públicos, que procuram estes recursos pedonais para a descoberta do território e as suas paisagens naturais, históricas e rurais. Permite a passagem pelo Museu do Caramulo, sendo ainda pontos de interesses os espigueiros, moinhos e rio de Múceres, a Capela de Múceres, Centro de Laboração do Linho, Capela do Menino Jesus e, inevitavelmente, as paisagens da Serra do Caramulo. Rota dos Moinhos: Esta rota faz o trajecto entre Souto Bom e Caparrosa. A Rota dos Moinhos atravessa caminhos rurais tradicionais e de montanha, ao longo de 5,2km em circuito. Com um nível de dificuldade II, ou seja, fácil, tem uma duração de duas horas aproximadamente. Saindo da A25 ou vindo de Tondela via EM 627, irá cruzar-se com a EN228 e encontrar o acesso a Caparrosa e Souto Bom. O Centro de Acolhimento da Aldeia de Souto Bom é o ponto de partida da caminhada. Nascentes, minas de água, represas e ribeiras, uma pequena ponte pedonal sobre a Ribeira da Fraga e toda uma paisagem que prende a atenção, poderão ser contempladas ao logo deste percurso. Criado PR7 Caldas de Sangemil-Ferreirós do Dão: Outra das novidades, é o PR7 Caldas de Sangemil-Ferreirós do Dão, com quase 14 kms de extensão. Ao longo de pouco mais de quatro horas, os interessados poderão arrancar das Termas de Sangemil, visitar a zona de lazer de Sangemil, contemplando depois também a Capela da Nossa Senhora da Anunciação, a Quinta da Boiça, Igreja de São Cristóvão ou a ponte sobre o Rio Dão, cuja origem pode remontar ao período romano. Rota dos Laranjais – 7,5 kms Esta é uma pequena rota, utilizando caminhos rurais, tradicionais e de montanha, cuja distância ronda os 7,5 kms. Com nível de dificuldade de grau III, ou seja, médio baixo, tem uma duração de cerca de três horas e a paisagem da Serra do Caramulo em destaque. A Igreja Matriz de Castelões, a Fonte Funda, a Fonte de Chafurdo, moinhos e quedas de água, a Capela de Nª Senhora da Conceição, Quinta da Cruz, Capela de Santo António, Cruzeiro de Vila de Rei, Capela de São Simão, Cruzeiro de Ribeiro e, como não podia deixar de ser, os laranjais, estão entre os atrativos desta rota. Rota do Linho – 8,8 kms Com uma duração de cerca de quatro horas, esta é uma pequena rota, por caminhos rurais, tradicionais e de montanha, ao longo de 8,8 kms. O nível de dificuldade é médio alto – nível VII, tendo como ponto de partida o parque do Santuário do Coração de Maria, em Castelões. Para além da paisagem da Serra do Caramulo, este percurso passa pelo Centro de Laboração do Linho, Capela da Senhora do Livramento, quedas e moinhos de água, para além de diversos campos de linho. Rota das Cruzes – 8 kms A Rota das Cruzes é de dificuldade média (nível 6), ao longo de cerca de 8 kms, com início no Parque Jerónimo Lacerda. Para além da belíssima paisagem da Serra do Caramulo, permite uma passagem pela Igreja Matriz Guardão, Cruzeiro (junto Igreja Matriz), Caminho dos Cruzeiros, Pelourinho / Casa da Cadeia (Janardo), Capela de S. Sebastião, Capela, Cruzeiro e Castro de S. Bartolomeu, Capela de Santa Luzia e Museu do Caramulo. Rota dos Caleiros - 8,2 kms Esta pequena rota, utilizando caminhos, tradicionais e de montanha é de dificuldade média (nível VI) e tem uma duração de aproximadamente quatro horas. Ao longo de 8,2 kms poderá ver a paisagem da Serra do Caramulo, Caramulinho, Capela de Jueus, Moinhos de água/Caleiros e a fantástica Calçada Medieval e tem início na base do Caramulinho, local onde se atinge o ponto mais alto da Serra com 1.070 metros de altitude e de onde se pode observar as paisagens mais imponentes da Serra do Caramulo. Rota de Santiago – 5,5 kms Utilizando caminhos rurais, tradicionais e de montanha, esta pequena rota com 5,5 kms, pode ser percorrida em cerca de duas horas. O nível de dificuldade deste percurso é baixo, passando pela Capela de São Marcos, Capela de Muna, Caminho de Santiago, Igreja Matriz de Santiago de Besteiros e Ponte da Portela. Fonte: www.cm-tondela.pt
Ambientes do Ar
Cultura e Património

Ambientes do Ar

O mundo com ideias simples “Os Ambientes do Ar”, situado na aldeia de Souto Bom, freguesia de Caparrosa, oferece a todos quantos o visitam, e em particular a aldeia serrana, uma visão diferente das relações do homem com a natureza. Ciente da importância da mensagem e dos objectivos que estão subjacentes ao projecto, o Município de Tondela, através do museu Terras de Besteiros, do posto de Turismo em Tondela e no Caramulo, proporciona informação e documentação a todos os que visitam o núcleo de moinhos da Ribeira da Pena. Para instituições e grupos de pessoas devidamente identificadas que queiram fazer visitas, os Serviços Educativos do Museu Municipal Terras de Besteiros proporcionam acompanhamento técnico. Para isso as visitas guiadas deverão ser marcadas antecipadamente, devendo os interessados contactar o Museu Municipal Terras de Besteiros, pelos telefones 232 811 125, 232 823 400 ou através do e-mail museu.terras.besteiros@cm-tondela.pt Uma óptima oportunidade para um passeio cultural e ambiental pela Serra do Caramulo. A envolvente natural, cultural, ambiental e turística que circunda a Serra do Caramulo, potenciou um projecto para valorizar os recursos endógenos e estruturar a economia local, além de qualificar o sistema rural numa perspectiva de desenvolvimento sustentável, localizado na aldeia de Souto Bom, freguesia de Caparrosa. Souto Bom apresenta casario antigo e organiza-se em núcleos de ruas ou quelhas estreitas, calçadas de pedra, descendo para as hortas e os campos de milho. Ainda é possível encontrar canastros (designação local para o espigueiro) que guardam o milho, eiras que se limpam para a seca do feijão e para a malha dos cereais, bem como pessoas com vontade de reviver e recuperar as tradições mais antigas. A recuperação e preservação das diferentes formas de património rural e histórico-cultural, visam criar condições efectivas para a dinamização turística da região e aproveitar os recursos patrimoniais como factores de desenvolvimento local. Os moinhos de água são engenhos de construção antiga, que se destinavam à moagem de cereais, apresentam características e morfologias arquitectónicas próprias. Estas construções tradicionais rurais enquadram-se no grupo de moinhos denominado de “roda horizontal”. São moinhos de um só rodízio, constituídos por pedras graníticas e madeira, material abundante na região; têm forma rectangular, sem vãos, a não ser a porta de acesso, sendo o telhado com uma ou duas águas. O projecto “Os Ambientes do Ar”, está estruturado em torno de um conjunto de moinhos e da antiga escola primária. Neste projecto, foi possível requalificar um núcleo de sete moinhos localizados ao longo da Ribeira da Pena. Esta requalificação contemplou a construção de acessibilidades para aceder aos moinhos, criando plataformas ligadas com rampas que permitem, de forma integrada, estabelecer uma rede de circulação. Os moinhos, recuperados, além de continuarem a moer, ganharam novas funções. Enquanto núcleos de interpretação, permitem o desenvolvimento de uma componente pedagógica, centrada na relação do homem com o universo e com a natureza, a par da abordagem temática relativa às energias renováveis, á reciclagem, ao ambiente, à fauna e à flora. É um Centro de Educação e Investigação Patrimonial, onde se poderão descobrir diferentes e agradáveis sensações, sustentadas na recuperação, valorização e promoção dos recursos patrimoniais: os moinhos, a natureza e as pessoas. Por outro lado, todo o conjunto foi enriquecido com um relógio de sol, a que se juntou um observatório de astronomia, o que se complementou com a representação do sistema solar. O edifício escolar foi transformado em Centro de Acolhimento, sendo em paralelo a sede da associação local, favorecendo os elos de parceria em que assenta este projecto, além de vincar a identidade local, alicerçada na singular generosidade das pessoas desta povoação. Este projecto fortaleceu-se com um protocolo estabelecido entre o Município de Tondela, Instituto Piaget/Forum UNESCO. Posteriormente foi estruturado com uma equipa multi-disciplinar para o que foi determinante a intervenção do Pelouro da Cultura, da ADICES e de Colaboradores especializados nas temáticas do Património, da Educação e do Ambiente. Este Plano de Intervenção foi objecto de uma candidatura, tendo obtido o necessário apoio junto do Ministério da Agricultura do Desenvolvimento Rural e das Pescas. Moinho 1 - Astronomia Moinho 2 - O Homem e a Terra Moinho 3 - O Funcionamento do Moinho Moinho 4 - A Reciclagem Moinho 5 - Energias Renováveis Moinho 6 - A Energia Hídrica Moinho 7 - Habitat Repícola – A fauna e a flora Fonte: www.cm-tondela.pt
Igreja de Nossa Senhora da Natividade
Cultura e Património

Igreja de Nossa Senhora da Natividade

-Freguesia: Barreiro de Besteiros A igreja de Barreiro de Besteiros, de invocação a Nossa Senhora da Natividade, foi, em tempos, filial da Igreja de São Salvador de Castelões, funcionando como anexa desta. O seu interior é sumptuosamente adornado por retábulos em talha dourada, portadores de figurinos artísticos diversificados. A capela-mor da igreja, numa ilusão de óptica fotográfica, funde-se com o arco triunfal. No entanto o que os diferencia para além do espaço físico são também os estilos a que pertencem e que harmoniosamente compõem o interior do templo. O retábulo da capela –mor insere-se no delicado estilo Rocócó, enquadrado na segunda metade do Século XVIII, caracterizado pelos mármores fingidos, composições florais e concheados dourados. O arco triunfal em união com os retábulos colaterais respeita os cânones do Barroco Joanino, estilo anterior correspondente ao Século XVII. Com uma policromia quase inexistente, a talha dourada, plena, ofusca o olhar na sua grandiosidade. No centro do arco surge a escultura policromada da padroeira, Nossa Senhora da Natividade, sobrepujada por dois anjos que seguram uma coroa. Um outro retábulo situado na nave esquerda, embora pertencente também ao mesmo estilo, obedece às regras típicas e exclusivas do Barroco Nacional. A talha volumosa, repleta de uvas, parras e meninos remata em arco de volta perfeita sobre o nicho que acolhe a figura do orago (São João Baptista). Fonte: www.cm-tondela.pt
Pólo Museológico, Vilar Formoso Fronteira da Paz – Memorial aos Refugiados e ao Cônsul Aristides de Sousa Mendes
Cultura e Património

Pólo Museológico, Vilar Formoso Fronteira da Paz – Memorial aos Refugiados e ao Cônsul Aristides de Sousa Mendes

Em Junho de 1940, e ao arrepio das ordens recebidas, o cônsul português, em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes, emitiu milhares de vistos permitindo a fuga para a liberdade a muitos que fugiam ao nazismo. Para honrar esta acção e relembrar o papel crucial que Portugal desempenhou no acolhimento aos refugiados durante a II Guerra Mundial, a Câmara Municipal de Almeida criou o pólo museológico, VILAR FORMOSO – FRONTEIRA DA PAZ, MEMORIAL AOS REFUGIADOS E AO CÔNSUL ARISTIDES DE SOUSA MENDES. Através de seis núcleos distintos, Gente como Nós, O Início do Pesadelo, A Viagem, Vilar Formoso – Fronteira da Paz, Por Terras de Portugal e A Partida, o visitante poderá « vestir a pele » de um refugiado no percurso até à Liberdade. Este Pólo Museológico que se integra no projecto da Rede das Judiarias de Portugal – Rotas de Sefarad, foi construído a partir de dois armazéns existentes, alvo de um contrato, por 20 anos, entre a C.M. de Almeida e a IP Património. Estes armazéns localizam-se na Estação de Caminhos de Ferro de Vilar Formoso, definindo o limite Sul/Sudoeste do Largo da Estação. Conceito Geral do Pólo Museológico – Do Espaço Expositivo O espaço expositivo transmite, “quase” fisicamente, a experiência destes refugiados europeus que, durante a IIª Guerra Mundial, tiveram como uma das poucas hipóteses de salvação, a fuga através de Portugal, aqui ficando, até à posterior partida para, maioritariamente, o novo continente. – A América. Localização e Contactos: Largo da Estação 6355 Vilar Formoso Tel. 271 149 459 Horário de Funcionamento: De Terça-Feira a Sexta-Feira: Período da manhã: 09h00-12h30 Período da tarde: 14h00-17h30 Sábados, Domingos e Feriados: Período da manhã: 10h00-12h30 Período da tarde: 14h00-17h30 Dias de encerramento: – Segundas-Feiras – 01 Novembro – 24 e 25 Dezembro – 01 Janeiro
Edifício do Pavilhão Multiusos de Vilar Formoso
Cultura e Património

Edifício do Pavilhão Multiusos de Vilar Formoso

Breve Historial: Com localização privilegiada na vila de Vilar Formoso junto à via estruturante, o Multiusos de Vilar Formoso foi construído com uma polivalência que lhe permite acolher congressos, feiras, exposições, concertos musicais, cinema, teatro e outros espectáculos. O Multiusos contribui para o desenvolvimento e afirmação da Vila de Vilar Formoso. Lotação: 195 lugares + 3 Deficientes Funcionalidades: Ocupando uma área total de 17.953 m2, dispõe de cerca de 1200 m2 de área expositiva útil no Pavilhão onde se poderão realizar grandes eventos. Para além disso, possui ainda um bar e uma sala de conferências/cinema. No exterior, para além de uma grande praça central existem 6 salas polivalentes entregues às associações de Vilar Formoso para a localização da sua sede e um mini auditório com 30 lugares, são ainda disponibilizados mais de 100 lugares de estacionamento para automóveis e cerca de 20 lugares de estacionamento para autocarros. A administração, a gestão e a programação são da responsabilidade do Município. Localização e Contactos: Pavilhão Multiusos de Vilar Formoso Via Estruturante 6355-244 Vilar Formoso Telf. Responsável Técnico: João Ferreira 966429197 / 271571993 Paulo Damasceno 925797609 Email: geral.acep@cm-almeida.pt Website: www.cm-almeida.pt Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta das 9h às 12h30 e das 14h às 18h. Fonte: www.cm-almeida.pt
Centro de Estudos de Arquitetura Militar
Cultura e Património

Centro de Estudos de Arquitetura Militar

Breve História: Porta do lado norte aberta em túnel, coberta por abóbada à prova de bomba (Séc. XVII). Dia 2 de Abril de 2008 foi inaugurada nesta porta o Centro de Estudos de Arquitectura Militar. Funcionalidades: O CEAMA, localiza-se numa das entradas originais da Fortaleza em estrela, no Revelim de Santo António. Posiciona-se estrategicamente para atrair e oferecer campo facilitado de acção aos apaixonados pela área cultural em apreço. Realça-se desde logo, a integração de indicadores de carácter museográfico, nomeadamente a reconstituição de um rastilho no trânsito da porta bem como o apontamento do sistema construtivo das abóbadas ou a reutilização de um piso superior no aquartelamento da guarda. O CEAMA congrega duas funções primordiais: com uma vertente mais didáctica e cultural, funciona como um centro de interpretação e, numa perspectiva de valorização histórica e de apoio á pesquisa. É um espaço de apresentação da Fortaleza e consequentemente do Centro Histórico. Através de painéis explicativos e ilustrados, do visionamento de um pequeno filme, e de outras matérias didácticas o visitante é convidado a despertar os sentidos e a fazer uma visita diferente pela ” paisagem cultural” que envolve toda a arquitectura militar, ficando com a sensação de que Almeida possui uma das mais belas fortalezas que, simultaneamente, enriquece a arquitectura militar nacional e internacional. A programação desenvolvida tem em particular enfoque em actividades relacionadas com a arquitectura militar, prevendo-se igualmente a promoção de actividades de natureza transdisciplinar que decorrem de contexto artístico e cultural, como conferências, palestras seminários apresentação de livros e performances. O Centro de Estudos é um exemplo conseguido de Património com vida. Localização e Contactos Portas Exteriores de Santo António, 6350 Almeida Telefone: 271 570 025 Horário de Atendimento De Terça a Domingos das 09.00 às 12.30 e das 14.00 às 17.30 horas. Fonte: www.cm-almeida.pt
Capelinha das Aparições
Cultura e Património

Capelinha das Aparições

A Capelinha das Aparições é o "coração" do Santuário de Fátima. Foi no local onde se encontra a Capelinha que Nossa Senhora falou aos pastorinhos. Das seis aparições da Virgem Maria, cinco aconteceram neste local – maio, junho, julho, setembro e outubro – onde, por indicação da Senhora, haveria de ser construída uma capela em sua honra. Erigida entre 28 de abril e 15 de junho de 1919, foi posteriormente benzida, tendo-se aí celebrado missa pela primeira vez em 13 de outubro de 1921. Dinamitada na madrugada de 6 de março de 1922, foi restaurada e reinaugurada em 13 de janeiro de 1923. Embora sujeita a ligeiras alterações, a Capelinha das Aparições mantém os traços originais e característicos de uma ermida popular. O alpendre atual foi inaugurado aquando da primeira vinda de João Paulo II ao Santuário de Fátima, nos dias 12 e 13 de maio de 1982. Em 1988, Ano Mariano, o teto foi forrado com madeira de pinho, proveniente do norte da Sibéria, madeira que foi escolhida pelas suas características de leveza e durabilidade. A peanha onde se encontra a Imagem de Nossa Senhora marca o sítio onde estava a pequena azinheira sobre a qual a Senhora do Rosário apareceu. O órgão da Capelinha foi construído pelo organeiro Gerhard Grenzing. Conta com doze registos e dispõe de dois manuais e pedaleira. Dedicado quase exclusivamente ao acompanhamento das celebrações, permite, graças aos seus timbres particularmente cuidados, a interpretação de peças do repertório sacro num enquadramento litúrgico. A Imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima A escultura de Nossa Senhora do Rosário de Fátima venerada na Capelinha das Aparições foi oferecida em 1920 por Gilberto Fernandes dos Santos, de Torres Novas, sendo benzida no dia 13 de maio desse mesmo ano, na Igreja Paroquial de Fátima, e trazida para a Capelinha um mês depois. Foi solenemente coroada em 13 de maio de 1946 pelo cardeal Aloisi Masella, legado pontifício. A coroa preciosa, que a imagem ostenta apenas nos dias das grandes peregrinações, foi oferecida pelas mulheres de Portugal, em 13 de outubro de 1942. É de ouro, pesa 1,2 quilogramas e tem 313 pérolas e 2679 pedras preciosas. É exemplar único e de alto valor artístico e estimativo. Em 1989, foi nela encastoada a bala extraída do corpo de João Paulo II após o atentado em Roma, no dia 13 de maio de 1981, e por ele oferecida ao Santuário, em 26 de março de 1984. Obra de José Ferreira Thedim, a escultura é de madeira (cedro do Brasil) e mede 1,04 metros. Foi restaurada pelo autor em 1951 e, posteriormente, várias vezes retocada. Fonte: Santuário de Fátima Fonte: www.cm-ourem.pt
Núcleo Histórico de Ourém
Cultura e Património

Núcleo Histórico de Ourém

No século XIX o dinamismo deste núcleo situado no centro da cidade de Ourém, com vários eixos irradiados a partir da igreja matriz de Nossa Senhora da Piedade, fundamentou a elevação da então Aldeia da Cruz a Vila Nova de Ourém. Hoje as casas de comércio tradicional (alfaiate, mercearia, loja dos panos, taverna, barbeiro, sapateiro, …) coexistem com casas de habitação, algumas brasonadas (quinta do barão de Alvaiázere e casa Tenente Coronel Moreira Lopes) e com antigos edifícios públicos, hoje investidos de funções sociais e culturais. Neste cenário de arquitectura simples de dois pisos, com realce para a cantaria de calcário, são exemplos a antiga casa dos magistrados, a atual casa da música e das artes; o antigo hospital de Santo Agostinho, que acolhe uma instituição particular de solidariedade social cumprindo os desígnios deixados pelo seu benemérito, Dr. Agostinho Albano de Almeida; ou a antiga escola primária, actual centro comunitário de voluntariado. Sobressaem ainda dois edifícios centenários, nos quais estão instalados a casa do administrador e a oficina do património, núcleos do museu municipal. Estes espaços estendem as suas dinâmicas pelas praças temáticas que os acompanham, nomeadamente a praça Mouzinho Albuquerque, ou “praça concerto”, o largo Dr. Agostinho Albano de Almeida, ou “praça convívio” e o largo Dr. Vitorino de Carvalho, ou “praça museu”. O museu projecta uma dimensão artística materializada pela escultura da autoria de Roberto Chichorro, numa celebração do centenário da República em Ourém. Fonte: www.ourem.pt
Casa Museu de Aljustrel
Cultura e Património

Casa Museu de Aljustrel

Foi na pequena aldeia de Aljustrel, situada a cerca de 2 kms do Santuário de Fátima que nasceram os três videntes de Fátima. Esta aldeia é visitada diariamente por milhares de peregrinos, que ali tentam ver de perto a essência da simplicidade que pautou a vida de Lúcia, Francisco e Jacinta. Segundo os dados apurados pelos serviços do Santuário, em 2017 passaram pelas casas dos pastorinhos cerca de 1.198.731 visitantes, sendo que desses, 332.109 fizeram a visita de forma individual e 866.622 pessoas fizeram a visita em grupo. Foram mais de 700 as escolas que foram ver de perto os locais onde nasceram Francisco, Jacinta e Lúcia. A casa do Francisco e da Jacinta está datada do século XIX. No quarto à esquerda de quem entra, faleceu o Francisco, após dolorosa enfermidade de mais de três meses. Ao fundo é possível ver, entre objectos tradicionais, o quarto onde nasceram os dois pequenos videntes. A casa foi adquirida pelo Santuário em 9 de Novembro de 1996, tendo sido posteriormente reconstruída. Está aberta ao público diariamente entre as 9h00 e as 18h00, sem interrupção para almoço e com entrada gratuita. A poucos metros dista a casa em que nasceu e viveu Lúcia de Jesus, a mais nova de seis irmãos. Aí se efectuaram os primeiros interrogatórios aos videntes e no seu quintal existem ainda as figueiras à sombra das quais os três pequenos pastores brincavam e se escondiam quando procurados por curiosos ou peregrinos. Em 17 de Novembro de 1981, a Irmã Lúcia ofereceu a casa ao Santuário, que dela tomou posse apenas em 1986. Está aberta ao público diariamente entre as 9h00 e as 18h00, sem interrupção para almoço e com entrada gratuita. A Casa-Museu de Aljustrel localiza-se junto à casa natal da Lúcia. O primeiro núcleo museológico permanente do Santuário foi inaugurada em 19 de agosto de 1992 e está instalado na antiga residência de Maria Rosa, madrinha de baptismo da Lúcia. Aí se podem observar vários núcleos que ajudam a entender a vida quotidiana à época das aparições. Fonte: Santuário de Fátima Fonte: www.ourem.pt
Biblioteca Municipal de Ourém
Cultura e Património

Biblioteca Municipal de Ourém

Vocacionada para criar e fortalecer hábitos de leitura desde a primeira infância, através da realização de actividades de animação do livro e da leitura e para apoiar a educação individual e a autoformação, bem como a educação formal dos seus utilizadores, compete à Biblioteca Municipal de Ourém incorporar, tratar e difundir os seus fundos documentais e realizar acções de promoção da leitura, por iniciativa própria, da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, da Rede de Bibliotecas Públicas Municipais do Médio Tejo, da Rede Concelhia de Bibliotecas de Ourém e demais parceiros relevantes. Compete também à Biblioteca Municipal de Ourém facultar o acesso e a utilização de múltiplos suportes de informação, que abarquem todas as áreas do conhecimento, através de colecções organizadas e actualizadas, de forma a satisfazer públicos diversos, conservar, valorizar, divulgar e promover o património cultural da região, através da criação de um fundo local, contribuindo, desta forma, para reforçar a identidade cultural do concelho, criar programas de combate às novas formas de iliteracia e proporcionar um espaço público de encontro fomentador de experiências sociais positivas. O seu funcionamento rege-se pelo “Regulamento da Biblioteca Municipal de Ourém” em vigor. Horário de Funcionamento (de 01 outubro a 30 junho) Segunda a sexta: 09h00 – 18h00 Sábado: 09h30 – 13h00 Domingo e feriados: encerrado Horário de verão (de 01 de julho a 30 de setembro) Segunda a sexta: 09h00 – 17h00 Sábado, domingo e feriados: encerrado Morada Largo Prof. Egas Moniz, n.º 12 2490-496 Ourém Contactos: 249 540 900 – ext. 6841/6842 biblioteca@mail.cm-ourem.pt www.facebook.com/biblioteca.deourem/ Fonte: www.ourem.pt
Agroal
Cultura e Património

Agroal

Situada no troço médio do Rio Nabão – afluente do Rio Zêzere – a Praia fluvial do Agroal situa-se na União de freguesias de Freixianda, Formigais e Ribeira do Fárrio, e é muito apreciada pela sua envolvente e pela fama da água possuir propriedades medicinais, já declaradas desde 1930. Trata-se da nascente mais significativa do Rio Nabão. A riqueza paisagística e a diversidade biológica resultaram na sua integração num território classificado no âmbito da principal figura de conservação da natureza europeia-Rede Natura 2000, no designado Sítio Sicó – Alvaiázere. Desde 2016 que a praia fluvial do Agroal vê atribuída a bandeira de Praia Acessível, distinção concedida às zonas balneares que asseguram condições de acessibilidade e serviços que viabilizam a sua utilização e desfrute, com equidade, dignidade, segurança, conforto, independência e a maior autonomia possível, por todas as pessoas, independentemente da sua idade e de possíveis dificuldades de locomoção ou outras incapacidades que condicionem a sua mobilidade. Desde 2015 que a água que desagua no Agroal, tem obtido a classificação de “Excelente” para a prática balnear. O quadro seguinte demonstra os valores máximos obtidos nas análises à água do Agroal, desde 2016, com valores abaixo do estabelecido pela APA para que a água seja considerada de excelente qualidade. A Praia Fluvial do Agroal integra a maior nascente do Rio Nabão, muito apreciada pelas suas águas frias, com fama de serem termais. A zona dispõe, para além da praia fluvial, de uma pequeno parque de merendas com 5 mesas e lotação para 30 pessoas aproximadamente, solário e um anfiteatro ao ar livre. Fonte: www.ourem.pt
Museu Municipal de Ourém
Cultura e Património

Museu Municipal de Ourém

O Museu Municipal de Ourém (MMO), fundado a 04 de Julho de 2009, é uma estrutura de gestão museológica e patrimonial que procura reflectir com os cidadãos oureenses e da região sobre os seus processos de representação identitária, envolvendo-os na concepção e dinamização conjunta de programas enquadrados no espectro funcional e temático do Museu. A tríade colecção-território-população sustenta este museu polinucleado. Na Casa do Administrador, (re)visite o território e seus patrimónios e a exposição sobre os Pastorinhos de Fátima. Na Vila Medieval, o castelo funde-se com a história de Portugal. O paço do Conde é uma peça artística excepcional do séc. XV, fruto da visão cosmopolita do 4.º Conde de Ourém, embaixador de Portugal na Europa. Museu da Rede Portuguesa de Museus Prémio Inovação e Criatividade 2018 – APOM Museu Municipal de Ourém Largo Dr. Vitorino de Carvalho, n.º 14, 2490-497 Ourém Morada postal: Praça Dr. Agostinho Albano de Almeida, nº24, 2490-500 Ourém Contactos: 249 540 900 (ext.6831) | 919 585 003 | museu@cm.ourem.pt | www.museu.cm-ourem.pt | https://www.facebook.com/museu.deourem Horário de Funcionamento (inverno): De 1 de outubro a 31 de março, de terça a domingo, das 9h às 13h e das 14h às 17h. Horário de Funcionamento (verão): De 1 de abril a 30 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h. Núcleos do Museu Municipal de Ourém: a) Casa do Administrador Piso 0: recepção e acolhimento dos visitantes; loja (área de informação e vendas); sala de projecção/auditório; ala expositiva; sala e esplanada de serviço educativo e cultural. Piso 1: ala expositiva de longa duração (espaço coberto e varanda); ala de exposição temporária. b) Oficina do Património Gabinetes de registo e inventário de peças; laboratório de conservação e restauro; salas de reservas; jardim-oficina educativa de rua; gabinetes administrativos e de direcção. c) Galeria da Vila Medieval Acolhe mensalmente exposições individuais e colectivas, de artes plásticas e visuais. Realiza visitas guiadas e proporciona visitas audioguiadas na Vila Medieval de Ourém. Fonte: www.ourem.pt
Vila Medieval de Ourém
Cultura e Património

Vila Medieval de Ourém

A Vila Medieval de Ourém posiciona-se num morro, a cerca de km da parte nova da cidade de Ourém e, de um modo geral, marca a charneira entre duas paisagens: uma paisagem de calcários e serras a sul, e uma paisagem de arenitos, aluviões e ribeiras a norte. No topo da colina repousa o castelo, dotado de uma posição estratégica de domínio do território envolvente. Este burgo amuralhado, com ocupação humana desde a pré-história, desenvolveu-se sobretudo no período medieval a partir de dois eixos: um eixo militar e um eixo religioso. Após a sua reconquista aos mouros, o primeiro rei de Portugal doou-o à sua filha D. Teresa, que em 1180 lhe atribuiu o primeiro foral e o seu escudo de armas, dando origem ao brasão de Ourém. No decurso da elação da vila a cabeça de condado, o terceiro conte, D. Nuno Álvares Pereira, e sobretudo o quarto conde D. Afonso (seu neto e neto do rei D. João I), imprimiu-lhe grande fulgor. Este ilustre do século XV foi responsável pela construção e consolidação dos principais monumentos do burgo. Ali instituiu a colegiada e erguei o paço dos condes de Ourém para instalar a sua residência. Este monumento nacional, composto por uma torre central de dois torreões, espalha a presença, já então do transnacionalismo de Ourém e a visão vanguardista de D. Afonso, que lhe imprimiu influências da arquitetura norte-africana e italiana. Este 4º conde recuperou o castelo de Ourémm, composto por três torres, cujo recinto acolhe uma cisterna que conserva água durante o ano interior, sobressaindo ainda a torre de D. Mécia, onde a rainha terá estado retida. Construiu ainda a fonte gótica, um belo exemplar do gótico em Portugal, na qual as invasões francesas deixaram marcas da sua passagem por Ourém ao decapitarem a cabeça da águia que integra o brasão de armas. No piso térreo da antiga colegiada encontra-se a cripta. Ao centro desta capela em abóbada está o túmulo de D. Afonso, com as suas armas na cabeceira e dois guindastes aos pés. Na estátua jacente sobressai o rosto do conde, considerado um dos mais bem esculpidos em Portugal antes do Renascimento. A Praça do Pelourinho, através do pelourinho, da antiga casa da Câmara e das antigas cadeias de Ourém, nas imediações, evoca o poder político e jurídico-administrativo deste burgo, que já foi sede do concelho. A antiga Câmara acolhe a galeria municipal e o posto de turismo, ao serviço da difusão das artes e da cultura local. Nas antigas cadeias funciona a Ucharia do Conde, enquanto espaço de degustação e venda da gastronomia local, designadamente do vinho medieval de Ourém. A vila medieval é enriquecida pelas ruas com traços medievais, que rasgam o casario branco, pelo comércio tradicional e pelas pessoas que lá habitam. Fora de portas, a visita estende-se pelas encostas do morro, descendo a calçada histórica da Carapita, com paragem na fonte dos cavalos e a calçada da Mulher Morta, que percorre uma bolsa de mata mediterrânea. Fonte: www.ourem.pt
Parque Natureza do Agroal
Cultura e Património

Parque Natureza do Agroal

O Parque Natureza do Agroal (PNA) insere-se no Sítio de Interesse Comunitário PTCON0045 Sicó/Alvaiázere da Rede Natura 2000. A Rede Natura 2000 é uma rede ecológica que tem por objectivo contribuir para assegurar a biodiversidade através da conservação dos habitats naturais, da fauna e da flora selvagens no território da União Europeia. O PNA desenvolve-se em área vedada no Agroal, União de Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais do concelho de Ourém. Confinante com o Rio Nabão, tem como principal objectivo sensibilizar a sociedade para a importância da conservação da natureza, dando a conhecer, através das actividades do Centro de Interpretação Ambiental do Agroal e Alto Nabão e dos percursos pedestres, a geologia, a flora e a fauna do local. No espaço exterior do PNA existe ainda um jardim interpretativo, com a vegetação característica do local, e um espaço de lazer com parque de merendas e zona de apoio. O pedido de utilização é efectuado mediante requerimento com formulário para o endereço parque.agroal@mail.cm-ourem.pt ou entregue nos serviços de atendimento com pelo menos 10 dias de antecedência, em relação à data de utilização do espaço e equipamento exterior do Parque Natureza do Agroal. A utilização pressupõe a aceitação das Normas de Utilização do Parque Natureza do Agroal, aprovadas em deliberação de Câmara Municipal de 04 de Junho de 2018. O pedido de utilização é efectuado mediante requerimento com formulário para o endereço parque.agroal@mail.cm-ourem.pt ou entregue nos serviços de atendimento com pelo menos 10 dias de antecedência, em relação à data de utilização do espaço e equipamento exterior do Parque Natureza do Agroal. A utilização pressupõe a aceitação das Normas de Utilização do Parque Natureza do Agroal, aprovadas em deliberação de Câmara Municipal de 04 de Junho de 2018. Horário de Funcionamento: Durante o outono e o inverno, as visitas e a utilização do Parque Natureza do Agroal encontram-se disponíveis mediante marcação prévia. Contactos: EM525 Rua Principal do Agroal 2435-201 Formigais Telefone – 249 540 900 (ext. 6823) E-mail – parque.agroal@mail.cm-ourem.pt / geral@mail.cm-ourem.pt Fonte: www.ourem.pt
Academia Sénior da Covilhã
Acção Social e Saúde

Academia Sénior da Covilhã

A Academia Sénior da Covilhã teve início em Fevereiro do ano 2000 com o fim de preencher o tempo livre e de lazer dos munícipes reformados, promovendo e orientando acções de pesquisa, prática, estudo, divulgação e recreio do interesse dos seus associados. Com um leque variado de actividades a academia promove visitas culturais, idas ao teatro a Lisboa, concertos e óperas, passeios de 4 dias e convívios que integram tradições da região como são o Magusto, o Carnaval ou o Arraial de São João sempre com vista a um menor isolamento por parte dos seniores. Na sede da academia é ainda possível visitar as várias exposições de pintura, cartazes, fotografias ou trabalhos executados pelos academistas ou ainda participar na tertúlia mensal "Venha Tomar Café Connosco". O protocolo realizado com a UBI permite ainda aos seniores frequentar as mais variadas aulas proporcionadas por professores da universidade em regime de voluntariado. CENTRO ATIV'IDADES Situado no centro da cidade da Covilhã, no edifício do Sporting Shopping Center, este centro de actividades permite concentrar num mesmo espaço, um conjunto de valências e serviços que visam um agradável convívio e partilha de experiências diversificadas entre as pessoas de mais idade, com actividades que permitam ocupar o tempo livre e conseguir um envelhecimento saudável. O CAI possui uma sala de aprendizagem onde funciona um ATL, depois das 15:30 horas, permitindo que os avós levem os netos em idade pré-escolar e realizem actividades em conjunto. O Centro tem também uma Sala de Leitura/Biblioteca que, em parceria com a Biblioteca Municipal, realizará actividades de leitura e investigação sobre as memórias, o património ou a história local. O CAI oferece ainda Ateliers de costura, bordados, pintura, bem como uma Sala de Jogos e uma Sala de Informática para formação e utilização do computador como fonte de informação ou ferramenta de comunicação. O horário de funcionamento é das 09h00 às 12h30 / 14h00 às 17h30, de segunda a sexta. Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Complexo Desportivo da Covilhã
Desporto

Complexo Desportivo da Covilhã

O Complexo Desportivo da Covilhã tem uma área de 23 hectares com uma capacidade para 3000 pessoas e é constituído por: 1 pista de atletismo de 400 metros; 1 campo de voleibol e badminton; 1 campo de futebol; 2 campos de treino; 1 ginásio; 1 edifício de apoio onde se encontram os balneários; 1 gabinete médico; 1 gabinete para avaliação e prescrição de exercícios; 1 sala de imprensa; 1 bar. Equipado para a realização de competições de nível nacional e internacional, este espaço dispõe de instalações com condições que permitem ainda a realização de espectáculos culturais e recreativos. Campo de Futebol: Com um campo principal e dois de treinos existe no complexo desportivo da Covilhã uma vertente de formação e competição desta modalidade, oferecendo um campo pelado e dois campos relvados. Os campos estão também equipados para a queda de engenhos (disco, peso e martelo). Pista de Atletismo: O Complexo Desportivo da Covilhã possui uma pista com oito corredores em piso sintético com 1,22m de largura, oferecendo as melhores condições para a realização de provas de velocidade e 110m de barreiras. A pista permite também a prática do salto à vara, salto em altura, salto em comprimento e triplo salto. Voleibol e Badminton: Estas modalidades estão disponíveis nos relvados envolventes à pista de atletismo, com todo o material necessário para a prática das mesmas. Para poder usufruir deste serviço, o utente terá apenas que requisitar o material junto desta infraestrutura, e preencher uma folha de inscrição. Morada: Complexo Desportivo da Covilhã Alameda Pêro da Covilhã / Quinta dos Caldeirões 6200-251 Covilhã Portugal Tlf.: (+351) 275 325 910 Fax: (+351) 275 325 909 Email: desporto@cm-covilha.pt Horários De Segunda a Sábado, das 08h00 às 21h00 Ao Domingo, das 09h00 às 13h00 Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Caminhos da Natureza - Serra da Estrela
Cultura e Património

Caminhos da Natureza - Serra da Estrela

Percurso das 25 Lagoas: Junto ao ponto mais alto de Portugal Continental, em pleno Parque Natural da Serra da Estrela, a natureza oferece um conjunto único de lagoas. Geralmente de origem glaciária, as 25 Lagoas permitem criar trilhos pedestres originais, próprios para as épocas quentes de Verão. A Região de Turismo da Serra da Estrela aconselha aos menos experientes a aquisição da Carta Turística (1:50.000) do Parque Natural da Serra da Estrela, bem como o contacto com guias que permitam percorrer os trilhos com maior orientação. TRILHO DE VIRIATO Duração: 3 horas Distância: 7 Km As Penhas da Saúde são uma estância de turismo a 1.500 metros de altitude óptima para repouso, pois proporciona ar puro e clima saudável. TRILHO DAS LAGOAS DA TORRE Percurso Pedestre Duração: 3 horas Distância: 8 Km O ponto de partida para este circuito pedestre é um local mítico: a Torre, o ponto mais alto de Portugal Continental. TRILHO DAS GRANDES LAGOAS Percurso Pedestre Duração: 6 horas Distância: 12 Km TRILHO POÇO DO INFERNO Percurso Pedestre Duração: 1 hora e 5 minutos Distância: 2,5 Km Ao percorrer a Rota do Poço do Inferno verifica-se um dualismo de paisagem, natural e humanizada, marcada pelo diferente tipo de vegetação com florestas, onde os sentidos despertam diferentes emoções ao longo do trilho. Devido aos cumes xistosos mais altos, formados pelas rochas corneanas (fenómeno que ocorre quando o magma quente e plástico ascende, atravessando as rochas pré-existentes), predominam paisagens íngremes, onde nascem linhas de água como a cascata do Poço do Inferno. Esta cascata natural tem cerca de 10 metros e chega a transformar-se em gelo nos Invernos mais rigorosos. Rota dos Vales Glaciários: Únicos em Portugal, os Vales Glaciários da Serra da Estrela são hoje a montra de como a glaciação deixou os melhores testemunhos. Estas rotas permitem observar o local de origem do glaciar (a cúpula do cimo da montanha), os vales desenhados pelas várias línguas de gelo e os depósitos deixados por esta massa de gelo em movimento. Venha descobrir a Rota dos Vales Glaciários. Esta é uma terra única, onde a natureza vive! VALE GLACIÁRIO DO ZÊZERE Aconselhável mapa turístico do Parque Natural da Serra da Estrela. Percurso Pedestre Duração: 5 horas e 5 minutos Distância: 15 Km VALE GLACIÁRIO DE ALFORFA Aconselhável mapa turístico do Parque Natural da Serra da Estrela. Percurso Pedestre Duração: 4 horas e 50 minutos Distância: 13 Km O vale de Alforfa é aquele onde melhor pode observar as acumulações de rochas e blocos de dimensões colossais provocados pelo degelo, que nos indicam onde se situavam as línguas glaciárias ancestrais. VALE GLACIÁRIO DE LORIGA Aconselhável mapa turístico do Parque Natural da Serra da Estrela. Percurso Pedestre Duração: 3 horas e 30 minutos Distância: 9 Km O belíssimo vale da Loriga oferece um cenário deslumbrante, feito de encostas escarpadas, penhascos que parecem tocar o céu e covões profundos; aqui pode visitar o Covão da Areia, descer a Garganta de Loriga ou admirar a Penha do Gato e a Penha dos Abutres. VALE GLACIÁRIO DO COVÃO GRANDE Aconselhável mapa turístico do Parque Natural da Serra da Estrela. Percurso Pedestre Duração: 5 horas e 30 minutos Distância: 17 Km O Covão Grande, situado numa altitude mais elevada, oferece ao caminhante formas naturais soberbas enquanto percorre a Nave Travessa ou as margens da Lagoa Comprida. VALE GLACIÁRIO DO COVÃO DO URSO Aconselhável mapa turístico do Parque Natural da Serra da Estrela. Percurso Pedestre Duração: 5 horas e 45 minutos Distância: 20 Km No Covão do Urso a paisagem montanhesa formada pela maior moreia da Serra estende-se por cerca de 3 quilómetros entre a vegetação. Percorra os trilhos que vagueiam por todo o vale, sentindo-se em plena comunhão com a natureza. Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Percursos Pedestres - Serra da Estrela
Cultura e Património

Percursos Pedestres - Serra da Estrela

Uma serra para descobrir com calma, com serenidade, espera por si nos milhares de trilhos e percursos existentes. Conheça aqui quais os percursos existentes e toda a informação sobre fauna, flora e paisagem referente a cada um deles. Parta à aventura e percorra estes caminhos! Salgadeiras: Descoberta e aventura são as premissas principais deste percurso que ocorre em pleno maciço central da Serra da Estrela. Ao longo deste trajecto vai ser confrontado com várias tipologias rochosas, moldadas por vários agentes erosivos, dos quais se destaca a glaciação, Este foi o principal agente erosivo que melhor contribuiu para a morfologia geológica actual da Serra da Estrela e que a distingue de todas as outras montanhas de Portugal, através de testemunhos milenares que não vão deixar ninguém indiferente. Locais como o covão Cimeiro, o Covão Boeiro, as Charcas e as cabeceiras dos vales de Alvôco, Estrela, Loriga e Zêzere, são alguns dos reflexos de como o clima, a altitude e a sua tipologia tornam esta serra num santuário de várias espécies de fauna e flora raras e únicas em Portugal. Estes locais são o berço de uma das actividades mais antigas do Homem e um símbolo da Estrela, onde o som inconfundível dos últimos e genuínos rebanhos da Estrela ecoam, ambicionando pela sua visita… Na Senda dos Pastores: Este pequeno percurso decorre sobre o planalto adjacente às Penhas da Saúde e constitui uma óptima maneira de nos introduzirmos à realidade da Serra da Estrela. O passeio percorre um universo de duas grandes forças modeladoras da paisagem contemporânea da Serra, por um lado os fenómenos naturais (glaciarão, fenómenos periglaciários e restantes elementos, bem como a fauna e flora), como também o fenómeno humano (desde logo a pastorícia, mas também a vida rural e industrial dos vales, ou até as modernas dinâmicas de saúde, lazer e turismo nas Penhas). Como tal, propomos uma viagem no espaço e no tempo, onde através de uma atenta contemplação, poderá não só descobrir a Serra da Estrela como também a si mesmo. Desfrute do passeio! Saindo das Penhas da Saúde subimos, em direcção ao Lago Viriato, o qual contornamos pela sua margem esquerda, abandonando-a após percorrer cerca de um terço da mesma, seguindo em direcção ao Alto da Perrice. Deste ponto até quase ao final, a orientação pelo planalto é fácil, já que basta ladear as verticais escarpas que bordejam o Vale da Alforfa e o Vale das Cortes. Após atingir a Malhada do Prior alcançaremos um “estradão” que apenas deixaremos um pouco antes de cruzar a ribeira do Vale da areia, para seguir em direcção ao ponto de partida. Grande Rota do Zêzere: Ao longo de 370 Km, a GRZ- Grande Rota do Zêzere, acompanha o Rio Zêzere desde a nascente, na Serra da Estrela, até à foz, em Constância, onde encontra o Rio Tejo. Projectado para ser multidisciplinar, o percurso pode ser feito a pé, de bicicleta ou de canoa, de forma contínua e encadeada, por troços ou mesmo em circuitos multimodais. O Rio Zêzere nasce na Serra da Estrela, a cerca de 1900m de altitude, junto ao Cântaro Magro, onde se define o início do maior vale glaciar da Europa (13 km). Depois de descer a Serra da Estrela em agitado percurso, o Zêzere, já mais sereno, passa por Belmonte e Covilhã. A desaguar no Tejo, em Constância, depois de um percurso de cerca de 248 Km, o rio é alimentado, de ambas as margens pelo mar de montanhas que enquadra as Aldeias do Xisto. Depois do Mondego, é o segundo maior rio exclusivamente português. Apanha da Cereja: Com a chegada da Primavera, começam os cerejais a pintar as nossas serras de um branco imaculado. Neste programa visita uma fantástica quinta em plena Cova da Beira, Covilhã, onde irá aprender e também pode experimentar a apanha da cereja. Este programa conta também no período da tarde com uma visita pedonal guiada ao núcleo histórico da cidade fábrica da Covilhã e aos murais do WOOLFEST Covilhã. Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Serra da Estrela
Cultura e Património

Serra da Estrela

Serra da Estrela é o nome dado à cadeia montanhosa e à serra onde se encontram as maiores altitudes de Portugal Continental, constituindo a montanha mais alta de Portugal (apenas ultrapassada pela Montanha do Pico nos Açores). Faz parte da mais vasta cordilheira denominada Sistema Central, no subsistema designado como sistema montanhoso Montejunto-Estrela. A serra da Estrela é uma zona de paisagem integrada no Parque Natural da Serra da Estrela, que após a sua constituição em 16 de Julho de 1976 se instituiu como a maior área protegida em solo português . Além da neve, da fauna e flora extraordinárias, o viajante é também atraído pela orografia de proporções colossais, bem como pela riqueza humana, cultural, histórica e gastronómica da região. Para conhecer as voltas da Serra deve escolher um percurso. Pode deixar-se encantar pelos vales glaciares moldados há 20.000 anos pelo gelo ou seguir directamente para a Torre, ao encontro da neve e da única estância de esqui do país. Pode percorrer de automóvel as sinuosas estradas da Serra ou optar por fazer o reconhecimento da fauna e flora num passeio pedestre. Quer meditar no silêncio da montanha ou viver uma aventura com desportos radicais? Faça a escolha que mais se adapta ao seu gosto e viva o que a Serra tem para desfrutar. Curiosidades: Conta o povo que o nome Serra da Estrela foi dado em tempos que já lá vão por um pastor que vivia em parte incerta no Vale do Mondego. Passava as noites a contemplar uma estrela que brilhava tanto que iluminava o cimo de uma serra próxima. Até que se decidiu e foi ao encontro daquela luz cintilante que o atraía tanto, na companhia do seu fiel cão. Depois de muitos dias de subida chegaram ao cume, impressionado com a luminosidade da estrela, disse para o seu cão: "a este lugar que parece favorito dos astros vou chamar Serra da Estrela e a ti que me acompanhaste vou dar-te o mesmo nome". O povoamento da Serra fez-se desde a Idade Média, mas encontram-se vestígios de outros tempos. Os romanos construíram uma via que ligava Mérida a Braga; os árabes deixaram sistemas de rega e a cultura das árvores de fruto e os visigodos deixaram a organização do espaço rural através do "Código Visigótico". FAUNA A Serra da Estrela é a “majestosa montanha que alberga um valioso coberto vegetal, constituindo a “jóia da coroa” do património ecológico do interior de Portugal.” (Guia Geobotânico da Serra da Estrela, de Jan Jansen). A fauna selvagem da serra da Estrela caracteriza-se por uma riqueza e diversidade elevadas, constituindo, a nível nacional, uma das áreas de montanha mais importantes para a conservação da natureza. Esta riqueza resulta, em grande medida, da significativa diversidade de habitat existente numa área extensa, com uma orografia acidentada, em que a acção negativa do homem sobre os ecossistemas naturais é pouco expressiva, em relação a outras regiões. Assim, na Serra da Estrela e áreas envolventes estão inventariadas cerca de 250 espécies de vertebrados terrestres e aquáticos e mais de 2100 espécies de invertebrados, muitas das quais possuem um estatuto de conservação prioritário a nível europeu. FLORA A flora e a vegetação do Parque Natural da Serra da Estrela apresentam características únicas em Portugal, que se traduzem, por um lado, na existência de cinco espécies, duas subespécies e sete variedades estritamente endémicas da serra da Estrela e, por outro lado numa zona altitudinal muito característica, que é fruto da elevada altitude da serra. Em termos de conservação, no que diz respeito à flora, encontram-se no Parque nove espécies de plantas incluídas no anexo II, cinco espécies incluídas no anexo IV e 23 espécies incluídas no anexo V da Diretiva 92/43/CEE (“Diretiva Habitat”). EXPERIÊNCIAS Em qualquer período do ano, os bosques, as montanhas ou as lagoas da Serra da Estrela estão sempre de "braços abertos" para revelarem as suas imagens únicas. O Verão é sinónimo de rebanhos a passear pelos vales e o Inverno sinónimo de neve o que lhe permite ter experiências únicas em qualquer altura do ano. Na Serra da Estrela é possível fazer Slide, Rappel, Canoagem, Passeios Pedestres, de BTT ou TT, Escalada, Ski, Snowboard, passeios de Raquetes de Neve, Passeios Geobiológicos, Balão de ar quente, Slakline entre muitas outras actividades Animactiva: A Animactiva é a mais antiga empresa de animação turística do concelho da Covilhã a trabalhar na área do turismo. Profundos conhecedores da Serra da Estrela e sua envolvência turística apresentam inúmeras propostas que darão a conhecer aos visitantes e turistas todas as maravilhas das montanhas mais altas de Portugal Continental, em pleno Parque Natural da Serra da Estrela. Assim, os objectivos da empresa passam pela realização de eventos desportivos e de animação, bem como eventos turísticos e de animação turística que permitam aos participantes poder desfrutar do enorme valor ecológico, patrimonial e cultural da região. Passeios fotográficos, passeios geobiológicos, canoagem, rappel ou slide são algumas das atividades que poderá realizar com Animactiva! Website: www.animactiva.pt/ E-mail: geral@animactiva.pt Tlmv: 967 896 755 / 4. Izifun: A izifun, lda seleciona um vasto leque de ofertas, desde o passeio a rotas temáticas e rotas culturais até programas radicais. Selecionamos os melhores fornecedores e tratamos o turista com uma atendimento familiar e profissional. A Cova da Beira dispõe de características ímpares e num rasto de poucas centenas de quilómetros poderá viajar num mundo de natureza, sabores e tradições. Dispomos das seguintes rotas temáticas e culturais: Passeio Pedestres pela Covilhã | Subida à torre | Rota das aldeias históricas | Rota da água | Rota do Vinho | Dispomos dos seguintes programas radicais: BTT | Arvorismo, escalada e rappel | Paintball | Karting | Geocaching | Passeios Equestres Website: www.izifun.pt E-mail: geral@izifun.pt Contatos: 275 957 011 | 926 060 731 Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Tinturaria (Covilhã)
Cultura e Património

Tinturaria (Covilhã)

Situada junto à Ribeira da Goldra, a Tinturaria Francisco Mendes Alçada localizava-se junto da Fábrica António Fino e da Tinturaria Ranito. O antigo complexo industrial era composto por dois edifícios diferentes, que tendo sido construídos em momentos distintos, se dispunham paralelamente. Numa valência produtiva de âmbito cultural, a Tinturaria funciona como Galeria de Exposições de carácter temporário desde 2006. Neste espaço dedicado à Cultura e à Arte todos os anos participam artistas locais nacionais e estrangeiros, com vista a dinamizar e a contribuir para a promoção e desenvolvimento cultural e artístico do concelho. A Câmara Municipal da Covilhã aposta, assim no potencial artístico, por entender que a diversidade cultural é um elemento de formação e fortalecimento da sociedade. Acreditando que uma sociedade que valoriza a cultura é certamente uma sociedade mais justa e igualitária. Com a criação da Galeria de Exposições Tinturaria, a autarquia privilegia a cultura, num espaço que tem como objectivo aglutinar a diversidade cultural através de experiências artísticas e de fruição, dando aos munícipes a oportunidade de acesso a um mosaico de informações actualizadas pela arte viva sempre presente nesse espaço cultural. O movimento que se cria em torno desta galeria permite o diálogo do munícipe com a arte. O critério de selecção dos artistas plásticos que aqui expõem baseia-se na qualidade e firmeza dos seus projectos. Trata-se de um equipamento cultural que contempla valências diversificadas, sendo manifestada a sua aptidão para a promoção e o desenvolvimento integrado da cultura, das artes e do turismo no concelho, para além da actividade expositiva incluída nos objectivos do município na área da divulgação da arte, a galeria de exposições Tinturaria pretende levar a cabo diversas actividades de promoção e dinamização do espaço. Embora, pesado e recuperado para funcionar como área de exposição, adequa-se perfeitamente a outros eventos promocionais, que permitam o pleno desenvolvimento e a fruição cultural a todos os públicos. Horário de Funcionamento: Aberto das 09:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00 Encerra às segundas. Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Museu de Lanifícios da Covilhã
Cultura e Património

Museu de Lanifícios da Covilhã

O Museu de Lanifícios, também designado de MUSLAN, constitui um Centro da Universidade da Beira Interior, organismo com autonomia administrativa e financeira tutelada pelo Ministério da Educação e Ciência. “Os fios do passado a tecer o futuro” é o lema do Museu de Lanifícios que, de acordo com este princípio, defende uma “conservação activa” do património que tem à sua guarda. Ao visitá-lo pode, através da singularidade, autenticidade e exemplaridade dos testemunhos nele preservados, conhecer melhor uma das mais antigas indústrias: a de lanifícios, que começou por se afirmar como um puro ato de sobrevivência da espécie humana e foi assumindo, ao longo dos tempos, uma crescente qualidade e expressão artística, que têm acompanhado o desenvolvimento das nossas sociedades até ao presente. Assume-se como um museu polinucleado, integrando os seguintes núcleos museológicos: Núcleo da Real Fábrica de Panos, situado no Pólo I da UBI, com uma área de 750m2. Criado em 1992, através de receitas próprias, foi instituído com a finalidade de salvaguardar a área das tinturarias da manufactura pombalina; Núcleo da Real Fábrica Veiga/Centro de Interpretação dos Lanifícios, situado junto à ribeira da Goldra, cujo complexo edificado foi adquirido pela UBI em 1997 destinado a integrar a sede, as áreas administrativa e técnica do Museu, assim como a área de exposição permanente do Núcleo da Industrialização dos Lanifícios. Trata-se de um equipamento cultural destinado a salvaguardar a memória da indústria de lanifícios e a apoiar a investigação, particularmente nos domínios da história empresarial e industrial dos lanifícios, de âmbito local, regional e nacional. O complexo da Real Fábrica Veiga foi sede da empresa de lanifícios fundada na Covilhã por José Mendes Veiga em 1784, próximo da Real Fábrica de Panos, de que ainda subsiste uma parte significativa das primitivas fachadas, bem como algumas estruturas técnicas preservadas numa área arqueológica posta a descoberto no âmbito das obras de remodelação do complexo a museu e que se encontram preservadas in situ. Horário dos Núcleos do Museu de Lanifícios da UBI Terça-feira a domingo: 9.30h – 12.00h | 14.30 - 18.00h Encerrado: segunda-feira e nos dias 1 de Janeiro, 1 de Maio e 25 de Dezembro Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Biblioteca Municipal da Covilhã
Cultura e Património

Biblioteca Municipal da Covilhã

A Biblioteca Municipal da Covilhã existe desde 1917, na cidade da Covilhã, sendo uma biblioteca popular e patrimonial, pelo vasto espólio documental que possui e por promover um relacionamento com a comunidade em geral. Pertence à Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, com todas a vantagens que daí advêm. Contém um fundo documental constituído por monografias, publicações periódicas, obras de referência e material audiovisual. O fundo documental é constituído por cerca de 90 mil volumes. A par da modernização tecnológica, as vertentes do acesso à leitura têm vindo a ser trabalhados, através da remodelação de vários serviços. A informação está distribuída de forma organizada pelas estantes e espaços diversificados, possuindo um valioso conjunto de documentos antigos, com acesso limitado, uma vez que é necessária a preservação do livro. No edifício da BMC existe, ainda, o Espaço Internet, uma sala reservada para a utilização de computadores, com acesso à internet para usufruto dos utentes. Além disso, todo o edifício está contemplado com wireless gratuito. A BMC promove actividades culturais próprias, como a Hora do Conto, Visitas ao Museu do Conto, exposições, palestras e conferências. Hoje a Biblioteca encontra-se situada na zona baixa da cidade, inserida numa área de Escolas, num amplo e moderno edifício, bem localizado, com estacionamento gratuito próximo, traduzindo-se num agradável espaço para os seus leitores e para quem dele queira usufruir. Horário de Funcionamento: 10h00 às 18h30 de segunda a sexta-feira. Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Centros de Saúde Covilhã
Acção Social e Saúde

Centros de Saúde Covilhã

O Centro de Saúde é a unidade básica do SNS para atendimento e prestação de cuidados de saúde à população. Nele trabalham médicos de família/clínica geral, médicos de saúde pública (delegados de saúde) e enfermeiros, que prestam cuidados de saúde essenciais, preventivos ou curativos. Para além do pessoal administrativo, em alguns Centros de Saúde trabalham ainda outros profissionais - técnicos de serviço social, higienistas orais, técnicos de saúde ambiental, nutricionistas e psicólogos. Os serviços ser prestados pelo Centro de Saúde são: Consultas de clínica geral/medicina familiar: No âmbito da medicina familiar, o médico de clínica geral, com o apoio de outros profissionais do Centro de Saúde, presta cuidados ao indivíduo e à família, nas diferentes etapas da vida. O Centros de Saúde tem consultas para determinadas situações - gravidez, diabetes, saúde infantil, planeamento familiar, entre outros. Serviço de saúde pública (delegado de saúde): O Centro de Saúde dispõe de um Serviço de Saúde Pública, onde pode ser pedida uma inspecção médica para fins legais ou outros, como, por exemplo: inspecções especiais para a carta de condução, atestados de robustez para a função pública, atribuição de graus de incapacidade em casos de deficiência ou doença crónica, etc. O médico de saúde pública, com o apoio de outros profissionais do Centro de Saúde, das autarquias e de outras entidades, promove ainda a vigilância sanitária das águas de abastecimento, a saúde, higiene e segurança dos locais de atendimento público e dos locais de trabalho. Cuidados de Enfermagem: O Centro de Saúde dispõe de um Serviço de Enfermagem que pode prestar diversos tipos de cuidados - aconselhamento sobre assuntos de saúde, administração de vacinas e medicamentos injectáveis, tratamento de feridas, apoio domiciliário a doentes acamados, etc. Serviço Social: Alguns Centros de Saúde dispõem de Serviço Social, onde um técnico especializado pode prestar esclarecimento e apoio relativamente a problemas de natureza social. Este apoio pode também ser pedido pelo médico de família ou outro profissional de saúde, pelos familiares, vizinhos ou por qualquer elemento da comunidade. Vacinas: No Centro de Saúde podem ser aplicadas todas as vacinas incluídas no Programa Nacional de Vacinação. Nota: Algumas vacinas, apenas utilizadas em casos especiais, como a vacina contra a febre amarela ou contra a cólera, só estão disponíveis em determinados Centros de Saúde. Informe-se no seu Centro de Saúde. Exames auxiliares de diagnóstico: Alguns Centros de Saúde estão equipados para a realização de análises clínicas e radiografias. Nos Centros não equipados, estes exames podem ser feitos nos laboratórios e centros de diagnóstico com os quais o SNS tenha acordos. CENTROS DE SAÚDE: Covilhã: Alameda Pêro da Covilhã 6200-251 Covilhã Tel.: (+351) 275 320 650 Fax: (+351) 275 320 650 Outros telefones: (+351) 275 320 651 - Telefone Directo Módulo A (+351) 275 320 652 - Telefone Directo Módulo B (+351) 275 320 653 - Telefone Directo Módulo C (+351) 275 320 654 - Telefone Directo Módulo D (+351) 275 320 655 - Telefone Directo Módulo E Email: cscovilha@arscentro.min-saude.pt Aldeia São Francisco de Assis: Largo da Sobreira 6225-907 Covilhã Tlf: (00351) 275 657 584 Aldeia do Souto: Rua da Quintã, nº17 6200-501 Covilhã Tlf: (00351) 275 912 568 Barco: Estrada Municipal 6215-031 Covilhã Tlf: (00351) 275 961 917 Barroca Grande: Centro Comunitário 6225 Minas da Panasqueira Tlf: (00351) 275 657 038 Boidobra: Rua Francisco Leal 6200-256 Covilhã Tlf: (00351) 275 322 859 Casegas: Rua do Forno, nº2 6225-129 Covilhã Tlf: (00351) 275 663 165 Cortes do Meio: Rua São Roque 6215-165 Covilhã Tlf: (00351) 275 971 114 Coutada: Rua da Laranjeira, nº24 6215-750 Covilhã Tlf: (00351) 275 961 949 Dominguiso: Estrada Municipal 6200-511 Covilhã Tlf: (00351) 275 950 171 Erada: Rua Junta de Freguesia 6215-258 Covilhã Tlf: (00351) 275 962 351 Ferro: Rua da Igreja, nº22 6200-571 Covilhã Tlf: (00351) 275 341 138 Orjais: Rua das Lajes 6200-581 Covilhã Tlf: (00351) 275 912 683 Ourondo: Largo do Jardim 6230-900 Covilhã Tlf: (00351) 275 662 485 Paul: Rua da Ramila, nº17 6215-450 Covilhã Tlf: (00351) 275 961 143 Peraboa: Travessa Jogo da Bola 6200-590 Covilhã Tlf: (00351) 275 476 378 Peso: Avenida Furriel Aníbal José P. Casteleiro 6200-602 Covilhã Tlf: (00351) 275 950 130 São Jorge da Beira: Rua da Tapada 6225-254 Covilhã Tlf: (00351) 275 657 282 Sarzedo (Sub-Extensão de Saúde): Rua Direita 6200-641 Covilhã Sobral de São Miguel: Rua dos Sobreiros 6225-324 Covilhã Tlf: (00351) 275 663 135 Teixoso: Rua 25 de Abril 6200-651 Covilhã Tlf: (00351) 275 920 140 Tortosendo: Largo da Feira 6200-722 Covilhã Tlf: (00351) 275 951 182 Trigais da Serra (Sub-Extensão de Saúde): Rua de Santo António 6215-295 Covilhã Tlf: (00351) 275 665 038 Unhais da Serra: Rua Dr. Amândio Martins Leitão 6215-607 Covilhã Tlf: (00351) 275 971 294 Vale Formoso: Largo da Praça 6200-801 Covilhã Tlf: (00351) 275 912 019 Vales do Rio: Rua de Santo António, nº2 6200-811 Covilhã Tlf: (00351) 275 950 023 Verdelhos: Rua do Vale 6200-821 Covilhã Tlf: (00351) 275 924 163 Vila do Carvalho: Rua do Centro Cívico 6200-230 Covilhã Tlf: (00351) 275 333 655 Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Escola Profissional de Artes da Covilhã
Educação

Escola Profissional de Artes da Covilhã

A Escola Profissional de Artes da Covilhã foi criada a 3 de Setembro de 1992, com o nome de Escola Profissional de Artes da Beira Interior - EPABI, mediante despacho conjunto do Ministério da Educação e do Emprego e Segurança Social, tendo como entidades promotoras o Conservatório da Covilhã e a Câmara Municipal da Covilhã. Setenta e dois dias depois, os alunos fizeram a sua primeira apresentação pública. Num jornal da região escreveu-se: "esperava-se que os alunos já afinassem algumas notas mas, para surpresa geral, fizeram música. Simples, mas música." A instituição tem autonomia pedagógica, administrativa e financeira e adopta níveis de formação II (equivalente ao 9º ano de escolaridade) e III (equivalente ao 12º ano de escolaridade). Ministra, no ano lectivo 2010-2011, o curso Básico de Instrumento (nível II) e os cursos de Instrumentista de Cordas e Teclas e de Sopros e Percussão (nível III), nas especialidades de piano, violino, viola d'arco, violoncelo, contrabaixo, guitarra, flauta transversal, oboé, clarinete, fagote, saxofone, trompete, trombone, trompa, tuba e percussão. Ao longo da sua existência, para além das actividades de ensino - formação nas três áreas do plano de formação, sócio-cultural, científica e artística, destacam-se prestigiantes actuações das Orquestras e grupos de Música de Câmara da EPABI, em palcos nacionais e no estrangeiro que confirmam a instituição como agente dinamizador cultural. Desde a sua criação, a EPABI já formou muitos alunos que são hoje profissionais de reconhecido mérito no panorama musical nacional e internacional. Morada: Quinta dos Caldeirões 6200-554 Covilhã Tel.: (+351) 275 320 090 Email Direção: direccao@epabi.pt Email: geral@epabi.pt Site: www.epabi.pt Fonte: http://www.cm-covilha.pt/
Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã
Educação

Agrupamento de Escolas Pêro da Covilhã

Jardim de Infância/ EB “A Lã e a Neve”: Morada: Rua do Grupo Desportivo da Mata 6200 Covilhã Tlm.: (+351) 927 994 768 Email: replaneve.161159@gmail.com Jardim de Infância/ EB da Boidobra: Morada: Rua Francisco Leal 6200-301 Boidobra Tel.: (+351) 275 324 515 Email: coordboidobra.161159@gmail.com Jardim de Infância da Peraboa: Morada: Edifício da Junta de Freguesia 6200-591 Peraboa Tlm.: (+351) 924 187 375 Email: repperaboaji.161159@gmail.com Jardim de Infância do Refúgio: Morada: Refúgio 6200-326 Covilhã Tlm.: (+351) 927 994 763 Email: coordrefugio.161159@gmail.com Jardim de Infância do Rodrigo: Morada: Bairro do Rodrigo 6200-122 Covilhã Tlm.: (+351) 927 994 771 Email: reprodrigoji.161159@gmail.com Jardim de Infância/ EB de Silvestre: Morada: Largo de São Silvestre 6200-207 Covilhã Tlm.: (+351) 927 994 767 Email: coordssilvestre.161159@gmail.com Jardim de Infância de Santo António: Morada: Rua de Santo António 6200-048 Covilhã Tlm.: (+351) 927 994 765 Email: coordsantoantonio.161159@gmail.com EB D. Maria Amália Vasconcelos: Morada: Estrada Municipal 6200-591 Peraboa Tlm.: (+351) 924 187 319 Email: repperaboa1c.161159@gmail.com EB1 do Ferro: Avenida D. Laura Maricoto 6200-571 Ferro Tlm.: (+351) 927 994 759 Email: repferro.161159@gmail.com EB do Rodrigo: Morada: Bairro do Rodrigo 6200-188 Covilhã Tlm.: (+351) 927 994 770 Email: coord1c.161159@gmail.com EB do Refúgio: Morada: Refúgio 6200-326 Covilhã Tlm.: (+351) 927 994 762 Email: coordrefugio.161159@gmail.com EB de Santo António: Morada: Rua de Santo António 6200-048 Covilhã Tlm.: (+351) 927 994 764 Email: coordsantoantonio.161159@gmail.com Escola Básica 2º Ciclo Pêro da Covilhã: Morada: Rua Dr. Manuel Castro Martins 6200-009 Covilhã Tlf.: (+351) 275 320 060 Tlm.: (+351) 927 994 755 Email dos Serviços Administrativos Geral: secretaria.pero@gmail.com Alunos: alunos.perocovilha@gmail.com Expediente: expediente.secretaria@gmail.com
Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto
Educação

Agrupamento de Escolas Frei Heitor Pinto

Jardim de Infância da Barroca Grande (Jardim de Infância e 1º ciclo): Morada: Barroca Grande 6225-051 Aldeia de São Francisco de Assis Tel.: (+351) 275 657 101 Email: info@eb1-barroca-grande.rcts.pt Jardim de Infância/ EB do Paul: Rua da Ramila, nº 21 6215-450 Paul Tel.: (+351) 275 961 022 Jardim de Infância São Jorge da Beira/ EB: Morada: Rua da Escola 6225-262 São Jorge da Beira Tlm.: (+351) 961 348 248 Jardim de Infância de Unhais da Serra (Jardim de Infância e 1º Ciclo): Morada: Estrada Municipal 6215-615 Unhais da Serra Tel.: (+351) 275 098 142 Jardim de Infância de Cortes do Meio (Jardim de Infância e 1º Ciclo): Morada: Rua Ribeiro Coelho 6215-163 Cortes do Meio Tlm.: (+351) 275 971 741 Jardim de Infância da Coutada/ EB: Morada: Estrada Municipal 513 6215-763 Coutada Tel.: (+351) 961 445 256 Jardim de Infância do Dominguiso (Nº1 e Nº2): Morada: Avenida 1º Maio 6200-511 Dominguiso Tlm.: (+351) 961 526 160 Email: jidominguiso@gmail.com Jardim de Infância dos Loureiros: Morada: Rua dos Loureiros 6200-754 Tortosendo Tlm.: (+351) 916 739 165 Jardim de Infância “Ovo Mágico”: Morada: Bairro do Cabeço 6200-721 Tortosendo Tlm.: (+351) 918 509 954 Jardim de Infância do Peso: Morada: Avenida Aníbal Casteleira 6200-603 Peso Tlm.: (+351) 914 409 884 Email: jardimpeso3@hotmail.com Jardim de Infância de Vales do Rio: Morada: Rua Campo das Festas 6200-811 Vales do Rio Tel.: (+351) 275 950 295 EB do Largo da Feira: Morada: Rua Nova do Souto 6200-761 Tortosendo Tel.: (+351) 275 954 690 Email: eb1largodafeira2@gmail.com Escola Básica 2º e 3º Ciclo do Paul: Morada: Rua Lavandeira 6215-388 Paul Tel.: (+351) 275 960 020 / 275 960 027 Email: info@eb23-paul.rcts.ptica 2º e 3º Ciclo do Paul Escola Básica 2º e 3º Ciclo de Tortosendo Morada: Sítio do Cerrado, Rua Unidos Futebol Clube, 1 6200-788 Tortosendo Tel.: (+351) 275 951 390 / 275 951 878 Email: eb23tortosendo@megamail.pt EB de Vales do Rio: Morada: Estrada Municipal 513 6200-811 Vales do Rio Tel.: (+351) 275 950 360 Email: eb1valesdorio@gmail.com
Estação Náutica de Ílhavo
Desporto

Estação Náutica de Ílhavo

A Estação Náutica do Município de Ílhavo encontra-se certificada pelo Fórum Oceano – Associação da Economia do Mar no sentido de fornecer aos potenciais visitantes e praticantes da náutica de recreio soluções organizadas, coerentes, completas e concretas, desejavelmente integradas, que respondam à totalidade das necessidades técnicas, funcionais e humanas desde que as embarcações em que se deslocam (ou que desejam transportar para a estação náutica) tenham condições para transpor a barra da Ria de Aveiro. Para tal, propomo-nos a optimizar a rede de agentes económicos instalados, e a incentivar a colaboração com outros agentes económicos e sociais externos, bem como a captação de investimentos no território, não apenas do turismo e da náutica mas todos os outros que, de alguma forma, possam contribuir para essa satisfação global de necessidades do potencial visitante. As actividades e oferta deverão, o mais possível, ser de acesso fácil e permanente, variada, profissionalizada, especializada, com qualidade e ambientalmente sensível. Objectivos Estratégicos: - Optimizar resultados económicos para os agentes económicos do turismo e da náutica implementados no Município de Ílhavo; - Incentivar e orientar para a criação de produtos turísticos nacional e internacionalmente competitivos; - Fomentar a captação de investimento e agentes nacionais e internacionais do sector através da visibilidade acrescida do sector do turismo náutico e da sua capacidade organizativa; - Desenvolver as vertentes da acessibilidade para todos, da formação, e da sensibilização para a qualificação da ENMI e dos seus operadores; - Reforçar a notoriedade e a comunicação das actividades e produtos náuticos, incluindo o incentivo à qualificação da presença online dos operadores. Produtos de referência: - Integração (com alojamento, restauração e transporte) das práticas desportivas e lúdicas referentes às modalidades de vela, yatching, surf, bodyboard, kitesurf, windsurf, mergulho, paddle surf, canoagem, natação em águas abertas e pesca desportiva; - Integração (com alojamento, restauração e transporte) das praticas lúdicas referentes à visitação museológica, realização de visitas orientadas, observação da natureza (incluindo de cetáceos) e participação em eventos gastronómicos, culturais e competições desportivas náuticas. Principais acções anuais: Miss Activo Cup – Campeonato Europeu de Bodyboard Feminino e Campeonato Nacional de Surf e de Bodyboard Feminino | Campeonato Nacional da classe Vouga (Vela) |Sábados divertidos náuticos | Semana Náutica do Município de Ílhavo | Corrida mais louca da Ria | Regata 4 horas da Costa Nova | Ciclo de iniciativas Sentidos de Mar | Marolas | Festival da Sardinha da Costa Nova | | Ria a Gosto – Festival de Marisco da Costa Nova | Festival do Bacalhau | Nossa Senhora dos Navegantes | Festival Gastronomia de Bordo Ílhavo | (etc...) Parceria: Câmara Municipal de Ílhavo | Administração do Porto de Aveiro, S.A. | Docapesca – Portos e Lotas, S.A. | Marinha Portuguesa Direção Geral de Faróis | SEF – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras | Capitania do Porto de Aveiro e Polícia Marítima | Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal | Universidade de Aveiro | FOR-Mar Centro de Formação Profissional das Pescas e do Mar | AEGN - Agrupamento de Escolas da Gafanha da Nazaré | Agrupamento Marítimo 878 – Corpo Nacional de Escutas (“Marítimos da Costa Nova”) | AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro | ANGE – Associação Náutica da Gafanha da Encarnação | CVCN – Clube de Vela da Costa Nova | MCG – Marina Clube da Gafanha | ANRGN – Associação Náutica e Recreativa da Gafanha da Nazaré | SCP – Sharpie Clube Portugal | CNBB – Clube Náutico Boca da Barra | APACGE/CAPGE – Associação de Pais e Amigos das Crianças da Gafanha da Encarnação | Sailspot – Serviços Náuticos, Lda. | Estado Liquido, Desportos Náuticos, Lda. (Riactiva) | ASA – Associação de Surf de Aveiro | Escola “Amigos do Oceano” / Tribo do Sol | Ria de Aveiro Kite Club | Aveirosub | Trilhos d’Água | Ria Príncipe, Lda. | Leonel & Lopes, Lda. (Solnascente Pesca) | Nautav, Lda. (New Coast Line) | Outdoor Feelings (Joana Isabel Teles Melo) | CNAI – Clube Natureza e Aventura de Ílhavo | Xavisub – Mergulhadores Profissionais, Lda. | Navalria – Docas, Construções e Reparações Navais, SA | Miraria Industria Nautica Lda. | Good Hope Catamarans, Lda. | Delmar Conde, construções navais | VAA Emprendimentos Turísticos, SA (Montebelo Vista Alegre Ílhavo Hotel) | Hotel Ílhavo Plaza (Nieto & Fernandez, Lda.) | Hotel Barra | Hotel Farol | Costa Nova Hotel | Hotel Jardim Oudinot (entidade exploradora SAL 360 - Unipessoal, Lda.) | Casa da Ria – Turismo Rural | Ar Puro Campings (Parque de Campismo da Barra) | Jardim Oudinot AL (entidade exploradora SAL 360 - Unipessoal, Lda.) | Varandas da Ria AL | House Barra Beach AL | Residencial Tropicália AL | Pensão José das Hortas AL | Rivera AL | Residencial Marisqueira AL | Pensão Moderna AL | Margaritas Ville AL | Galera AL | Costa Nova Surfhouse Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Mercado do peixe da Costa Nova
Cultura e Património

Mercado do peixe da Costa Nova

Já reparou que o peixe fresco é muito mais saboroso? E já experimentou os percebes recém cozidos no Mercado do Peixe da Costa Nova? O peixe e o marisco da Ria ou no Mar, logo ao lado, simplesmente sabem melhor! O que tem de especial este mercado? Para além do excepcional enquadramento paisagístico, a moldura da Ria e dos Palheiros da Costa Nova, debruado pelo Cais dos Pescadores, é um dos únicos mercados do peixe no país com instalações para a confecção do marisco que assim pode adquirir com garantia de frescura e em condições de higienização impecáveis. O que significa que pode adquirir o marisco já confeccionado e consumi-lo logo ali, a meio do seu passeio matinal. O mercado está aberto todos os dias (à excepção de segunda-feira) e há marisco todos os fins de semana. Repare na variedade de peixe fresco! Mas, com os amantes da boa cozinha a regressarem às raízes, não se esqueça de provar também o delicioso pão de Vale de Ílhavo - padas, e os legumes localmente cultivados. E se os seus talentos culinários o costumam desapontar, não desanime. Existem na zona diversos restaurantes onde pode apreciar a frescura do peixe, seja grelhado ou em caldeiradas… O Mercado do Peixe da Costa Nova é também é um bom local para apreciar o artesanato e as manualidades da Costa Nova, em especial os trabalhos cerâmicos e as rendas e crochés. Mercado do Peixe da Costa Nova: Avenida José Estêvão, Praia da Costa Nova, Gafanha da Encarnação, Ílhavo Tel.: (+351) 234 394 512 E-mail: geralcmi@cm-ilhavo.pt Horários: Período de Verão: 15 de junho a 15 de setembro de terça a domingo - 08h00 ~ 19h00 Período de Inverno: 16 de setembro a 31 de outubro de terça a sexta feira - 08h00 ~ 13h30 sábados, domingos e feriados - 08h00 ~ 19h00 01 de novembro a 31 de março de terça a sexta feira - 08h00 ~ 13h30 sábados, domingos e feriados - 08h00 ~ 18h00 01 de abril a 14 de junho de terça a sexta feira - 08h00 ~ 13h30 sábados, domingos e feriados - 08h00 ~ 19h00 Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Jardim Oudinot
Cultura e Património

Jardim Oudinot

Situado na “ponta norte” do Canal de Mira, numa relação privilegiada entre a terra e a Ria de Aveiro, o Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré, é atualmente um dos melhores e mais aprazíveis espaços públicos da Região da Ria de Aveiro, dotado de um vasto conjunto de valências desportivas e recreativas, espalhadas por onze hectares onde também é possível encontrar uma Praia Fluvial e um dos ex-libris do Município, o Navio Museu Santo André. Esta obra, executada pela Câmara Municipal de Ílhavo em parceria com a Administração do Porto de Aveiro (APA), inaugurada em 10 de agosto de 2008, materializou uma aposta determinada e forte do Município na recuperação e requalificação de um excelente espaço público, devolvendo-o à população como o maior e melhor parque ribeirinho da Ria de Aveiro da atualidade. Com um investimento de 3.500.00,00 Euros, este espaço está dotado de várias e importantes valências, que se complementam e harmonizam numa área de onze hectares. Um ancoradouro de recreio, espaços de circulação pedonal, pista para bicicletas, parque de merendas, campos desportivos para a prática de futebol, basquetebol e ténis, parques infantis, um parque geriátrico (o primeiro a ser construído no Município), entre outros, são alguns exemplos das capacidades deste espaço público, que pode ser utilizado quer para o desfrute de momentos lazer, quer para a prática de atividades desportivas ao ar livre. O Jardim Oudinot engloba igualmente uma praia fluvial (presente na memória dos habitantes locais como a antiga “Praia dos Tesos”) e um parque de estacionamento. Atualmente, dispõe também de um bar de apoio à praia fluvial aumentando a capacidade deste importante espaço do Município no seu desenvolvimento turístico enquanto o maior e o melhor parque ribeirinho da Ria de Aveiro. A iluminação foi outra das preocupações na execução deste projeto, assumindo-se como um dos pontos fortes deste espaço público, que pode ser utilizado em segurança a qualquer hora do dia. Localizado a norte do Canal de Mira, é um espaço público com grande importância para a Gafanha da Nazaré, para todo o Município de Ílhavo e, também, para toda a Região, dada a sua extraordinária qualidade paisagística e ambiental, numa aposta que é, também, patrimonial. De lá se avista a equilibrada e esguia Ponte da Barra e é local de ancoragem de um dos ex-libris do Município, o Navio Museu Santo André. Este antigo arrastão bacalhoeiro, cujo interior está aberto ao público (com exceção das segundas-feiras), e que durante cinquenta anos, cruzou os mares do Norte, foi convertido em Pólo do Museu Marítimo de Ílhavo a 23 de agosto de 2001. Construído em 1949, na Holanda, por encomenda da Empresa de Pesca de Aveiro, o Santo André possui 71,40 metros de comprimentos, que contam a história vivida pelos lobos do mar na dura e emocionante epopeia do bacalhau, perpetuada na memória e costumes desta população de mãos dadas com o Mar. O Jardim Oudinot localiza-se também junto ao Forte da Barra, imóvel de interesse público desde 1974, que pode ser apreciado do exterior. Continua a desempenhar funções de apoio à sinalização da navegação interna, tendo sido construído com linhas defensivas e baluartes angulados típicos da sua época. Na envolvente pode também ser encontrada uma unidade de alojamento, a Pensão Jardim e ainda a Capela da N. Sra. dos Navegantes, cuja construção se iniciou em 1863 pelo exímio Eng.º Silvério Pereira da Silva e que acolhe o culminar de uma das mais sentidas procissões náuticas da Ria de Aveiro, realizada todos os anos no terceiro domingo do mês de setembro. É visitado regularmente por centenas de pessoas que usufruem deste espaço verde, partilhando momentos de descanso e lazer em família e também palco, em finais de agosto, do Festival do Bacalhau, um dos mais importantes certames gastronómicos da Região e que inclui também grandes concertos musicais, uma mostra de artesanato municipal, entre outras atividades lúdicas. Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Trilho Pedestre Rota das Padeiras
Desporto

Trilho Pedestre Rota das Padeiras

É um trilho na fronteira de Natureza e Cultura. Se por um lado temos um verdadeiro leque de espécies de flora endógena e de fauna característica dos sapais da “Ria de Aveiro”, por outro, temos uma presença humana marcante. Vale de Ílhavo, onde se localiza a “Rota das Padeiras”, está implantado na margem direita do Rio Boco e com áreas na “Zona de Proteção Especial da Ria de Aveiro”. Existem, ao largo do trilho, áreas de Sapal, Caniçal e importantes áreas de Bocage, associadas a áreas agrícolas. Estas áreas apresentam-se como importantes locais de alimentação e reprodução para diversas espécies de aves, sendo que a Zona de Proteção Especial da Ria alberga regularmente mais de 20.000 aves aquáticas, e um total de cerca de 173 espécies, com particular destaque para o elevado número de aves limícolas. É de destacar que nesta ZPE se situa cerca de 60 % da população nidificante em Portugal de Garça-vermelha (Ardea purpurea). Aves c/ interesse, no local: - Alfaiate (Recurvirostra avosett) - Negrola (Melanitta nigra) - Borrelho-grande-de-coleira (Charadrius hiaticula) - Borrelho-de-coleira interrompida (Charadrius alexandrinus) - Garça-vermelha (Ardea purpurea) Ao nível da flora são comuns os Carvalhos (Quercus robur), Sobreiros (Quercus suber), Castanheiros (Castanea sativa), e, em menor escala, o Pilriteiro (Crataegus monogyna). No que às atividades humanas e à semiruralidade da povoação respeita, pode contactar-se com a agricultura e a silvicultura, a arquitetura vernácula existente e, nalguns casos, as influências de Arte Nova. A gastronomia, um dos principais atrativos do percurso, apresenta-se com as Padas e Folares de Vale de Ílhavo, produzidos de forma artesanal e é ainda pretexto para contactar com as tradições da moagem dos cereais e da cestaria praticadas na zona. Historicamente, a Ermida, onde o trilho também passa, foi um pequeno Concelho, distinto de Ílhavo, através da doação de carta de foral por D. Manuel, em 1514. Só em 1834, com o final do Absolutismo, passa a integrar Ílhavo. A Quinta do Paço da Ermida e a sua Capela, visitados durante o trilho, eram o ponto central e mais destacado deste antigo Concelho, à qual ainda se associam algumas lendas regionais. E já que aqui está, e como não poderia deixar de ser, aventure-se à procura das famosas padeiras. Não têm casas comerciais abertas pelo que terá que perguntar aos habitantes locais. Um bom indício da existência das fabulosas padas é o fumo nas chaminés e a lenha à porta. Atreve-se? Ficha técnica: Início/Fim: Largo da Padeira (Vale de Ílhavo), rota circular Âmbito: Cultural e Ambiental Tipo de Percurso: Percurso Local (PL) por caminhos urbanos e de natureza Distância: 5,8 km em circuito Duração: Cerca de 2 horas Nível de Dificuldade: Baixo Desníveis: Irrelevantes Época Aconselhada: Todo o ano Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Trilho Pedestre Entre a Ria e a Floresta
Educação

Trilho Pedestre Entre a Ria e a Floresta

É um trilho de natureza que percorre a margem da Ria e a Mata Nacional, terminando na antiga Colónia Agrícola. Utiliza, sobretudo, caminhos de terra batida e caminhos florestais. Ocasionalmente tem um ou outro troço de alcatrão. Os locais de maior destaque são a Ria de Aveiro, o Caminho do Praião, a Mata Nacional das Dunas da Gafanha, e o centro do Lugar da Sr.ª dos Campos, com a Igreja da padroeira e equipamentos desportivos próximos e lúdicos – campo de pequenos jogos, circuito de manutenção Teresa Machado e parque de merendas. O Caminho do Praião segue ao longo margem esquerda do Canal de Mira (Ria de Aveiro) e de campos agrícolas ou pequenas “quintinhas”, como são designadas localmente. É uma área excelente para observação de aves que utilizam as margens para se alimentar e nidificar. É parte integrante da Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro. A paisagem ribeirinha é também bastante relaxante e altera-se consoante as marés. Existem pequenos parques de merendas improvisados ao longo das margens, para além de embarcações de pesca e de recreio. Aves com interesse para observação, no local: Alfaiate (Recurvirostra avosett) Negrola (Melanitta nigra) Borrelho-grande-de-coleira (Charadrius hiaticula) Borrelho-de-coleira interrompida (Charadrius alexandrinus) Garça-vermelha (Ardea purpurea). O acesso à Mata Nacional das Dunas da Gafanha acompanha um povoamento rural e piscatório ribeirinho. A Mata Nacional das Dunas da Gafanha está implantada sobre as dunas terciárias e é fruto aplicação de uma política de gestão florestal iniciada nos tempos de D. Sancho I e conhecendo o seu período áureo entre 1824 e 1881, com a Administração Geral das Matas. A arborização e fixação das areias do litoral constituiu uma das obras mais notáveis da engenharia florestal nacional, protegendo casas e terrenos agrícolas de areias e ventos salgados e contribuindo de modo essencial para a valorização de importantes áreas litorais, anteriormente areais desertos e improdutivos. Entre os séculos XIX e XX, cerca de 37.000 hectares de dunas estéreis foram fixados pela arborização em Portugal, predominantemente com Pinheiro Bravo (Pinus Pinaster), que domina a vegetação local. Os líquenes (Cladina Mediterrânica) são indicadores da ausência de poluição e são aqui bem visíveis. Finalmente, mas não menos importante, entra-se na antiga Colónia Agrícola da Gafanha, fundada na primeira metade do Século XX e fruto da implementação da ideologia politica de colonização interna do Estado Novo. A Colónia era originariamente formada por 75 casais, cada um com uma área agrícola de cerca de 3 hectares. A instalação dos primeiros Colonos começou em 1952. As habitações originais possuem uma interessante arquitetura, embora hoje, após numerosos arranjos ou ampliações, poucas delas mantenham e sigam o traçado original. A Igreja de N. Sr.ª dos Campos é o ponto central desta zona mas, nas proximidades, destaca-se ainda o Santuário Mariano de Schoenstatt, perfeita reprodução do Santuário original em Schoenstatt / Vallendar, na Alemanha. Ficha técnica: Início: Cais da “Bruxa” (Gafanha da Encarnação) Fim: Centro da Sr.ª dos Campos (antiga Colónia Agrícola) Âmbito: Cultural, Ambiental, Paisagístico e Desportivo Tipo de Percurso: De Pequena Rota não circular maioritariamente por estradão e caminhos bem visíveis Distância: cerca de 15 km Duração: cerca de 5 horas Nível de Dificuldade: Baixo Desníveis: Irrelevantes Época Aconselhada: todo o ano Restrições: Troço florestal interdito em caso de risco de incêndio elevado Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Trilho Pedestre Entre a Ria e o Mar
Desporto

Trilho Pedestre Entre a Ria e o Mar

O trilho inicia-se ao longo da praia, proporcionando a possibilidade de entrar em contacto directo com um ecossistema complexo, frágil e ao mesmo tempo fascinante, tornando-se numa autêntica viagem entre cores, sons e odores. Aqui, a paisagem dunar é sem dúvida a protagonista: o maravilhoso equilíbrio entre a acção dos ventos e a tenacidade das numerosas espécies de plantas moldaram, ao longo de séculos, esta costa, criando as dunas. E se a flora é directamente responsável pela criação, manutenção e desenvolvimento natural do sistema dunar, constitui também um habitat óptimo para algumas espécies animais: desde pilritos e borrelhos, que se podem observar a correr velozmente ao longo do areal, aos vários mamíferos adaptados a estas condições tão particulares. Ao caminhar para o interior, somos surpreendidos pela deslumbrante paisagem de transição entre o Mar e a Ria: dum lado as ondas do mar que, com toda a firmeza que lhes é característica, rebentam ao largo da costa; do outro as águas tranquilas da Ria, que espelham o azul do céu. Ao longo da Beira Ria (Costa Nova), o espectáculo perante os nossos olhos muda totalmente: a vegetação, caracteristicamente ripícola, a fauna, semelhante àquela de estuários e de grandes lagos, e, por fim, a calmaria da Ria, onde os raios do Sol brilham produzindo milhares de faíscas sobre a superfície das águas. É um ecossistema extremamente rico em biodiversidade e cheio de vida. Emoldurados nesta paisagem de harmoniosos contrastes, encontramos também testemunhos da tradição, da história e da cultura da gente que habita estes locais, como o Farol da Barra, que com os seus 62 metros de altura e 66m acima do nível do mar, desempenha há mais que um século um papel fundamental no controlo do tráfego marítimo. Na Costa Nova, onde os típicos palheiros atestam as referências como charmosa estância balnear da segunda metade do séc. XIX, o pedestrianista poderá ainda confrontar-se com a vida frenética e pitoresca do Mercado do Peixe, com o fascinante espectáculo das proas das embarcações reflectidas nas águas da Ria, no Cais dos Pescadores e com os sabores marítimos da gastronomia local. O percurso proporciona uma experiência única, e foi também pensado para a prática de desportos com a corrida, o ciclismo, o ténis, o minigolfe, o futebol e os desportos náuticos praticados nestas praias e no Canal de Mira. Ficha técnica: Início/ Fim: Farol da Praia da Barra Âmbito: Cultural, Ambiental, Paisagístico e Desportivo Tipo de Percurso: Pequena Rota por passadiços, passeios e areal Distância: 11,5 km em circuito Duração: cerca de 5 horas Nível de Dificuldade: Baixo Desníveis: irrelevantes Cota Máxima atingida: 6 metros Cota Mínima atingida: 0 metros Época aconselhada: todo o ano Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Caminho do Praião
Cultura e Património

Caminho do Praião

Caminhar é uma das mais antigas actividades humanas e também uma das mais ousadas... Passear de bicicleta também, num ritmo um pouco mais rápido. Ambas são excelentes para apreciar e redescobrir a Natureza. Em plena ZPE (Zona de Protecção Especial) da Ria de Aveiro, o Caminho do Praião permitir-lhe-á desvendar os segredos do Canal de Mira, tanto naturais como as tradicionais ocupações das populações ribeirinhas, em trabalho ou em lazer... O Caminho do Praião é simultaneamente uma Ecovia (5,5 km) e uma Ciclovia (6 km), entre as Gafanhas da Encarnação e do Carmo, acompanhando um antigo caminho de servidão agrícola na margem nascente do Canal de Mira da Ria de Aveiro. Está equipado com cinco zonas de estada, um posto de observação de aves, diversos painéis de informação e sensibilização ambiental e poitas de amarração para pequenas embarcações. Ao longo das margens do Canal de Mira, além dos valores naturais presentes - aves, anfíbios e flora, é possível também apreciar, ao longo do percurso, ostreiculturas, antigas secas de bacalhau, a prática das agricultura e das actividades da pesca artesanal mas também das actividades lúdicas da náutica de recreio e dos desportos náuticos praticáveis na Ria, sempre com o skyline da bela Costa Nova na outra margem do Canal. É também possível, durante o percurso ou nas proximidades, conhecer tanto a Gafanha do Carmo como a Gafanha da Encarnação. Atravessando a Ponte da Barra, é contíguo à ciclovia que liga a Costa Nova à Praia da Vagueira (já no Município de Vagos). Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Escola Municipal de Educação Rodoviária de Ílhavo
Educação

Escola Municipal de Educação Rodoviária de Ílhavo

Sendo a sinistralidade rodoviária uma problemática emergente nos nossos tempos, torna-se cada vez mais urgente intervir e tratar este tema de forma séria e responsável, reunindo esforços e investindo de forma incisiva no tratamento destas questões. A aposta do Município de Ílhavo na Educação é uma estratégia por excelência, na prevenção da sinistralidade, pois aposta no desenvolvimento de processos pedagógicos que favorecem a apropriação de conhecimentos desencadeadores de comportamentos, atitudes e valores, no sentido de uma utilização mais segura da via pública. A EMER, criada em Março de 2004, surge no âmbito de uma parceria protocolada entre a Câmara Municipal de Ílhavo, o Governo Civil de Aveiro e a Direcção Geral de Viação. Situado junto à Piscina Municipal da Gafanha da Nazaré, este Equipamento Municipal assume-se como uma aposta estratégica da Câmara Municipal na sua Intervenção e Acção Educativas, em particular no domínio da Educação Rodoviária. Compreendido como um importante instrumento de formação e sensibilização da população, no sentido de uma boa utilização da via pública, este Equipamento Municipal de Excelência, foi já visitado por milhares de Crianças e Jovens, dos vários Estabelecimentos de Ensino do Município de Ílhavo, bem como por outros da região Centro, e não só. A EMER constitui-se como um Projecto Educativo, inovador no seu conteúdo, e ambicioso nos seus propósitos, pois enquanto resposta às necessidades que vão sendo sentidas no que diz respeito à problemática da sinistralidade e da própria iliteracia rodoviária, procura sensibilizar e formar para o correto uso da via pública, criando simultaneamente uma Cultura de Cidadania na ocupação da mesma. Através do recurso, quer à formação em sala, quer ao uso da pista exterior, a EMER prima pela promoção de aprendizagens de uma forma lúdica, pedagógica e muito apelativa. A EMER define como principais objectivos: Promover a Educação de Crianças e Jovens, do Município, como utentes da via pública; Consciencializar docentes, famílias e comunidade em geral, para a importância da Prevenção Rodoviária; Despertar nos Jovens bons hábitos e atitudes corretas na via pública, enquanto peões, passageiros e ciclistas; Desenvolver Projectos Educativos que visem a Educação e a Segurança Rodoviária, em colaboração com as Escolas, alunos, docentes e pais. Intervenção: Para uma prossecução mais consentânea e eficaz dos seus objectivos, a EMER tem desenhada uma estratégia, sustentada na articulação entre dois eixos de actuação complementares: um plano de Acção Permanente e um plano de Acção Integrado. No que respeita às linhas orientadoras subjacentes ao plano de Acção Permanente, refira-se que a EMER tem como público-alvo privilegiado as Escolas, estando no entanto aberta à comunidade em geral, por exemplo, aos quartos sábados de cada mês, das 9h00 às 12h30 e das 13h30 às 17h00, com a actividade “EMER em Família”. A EMER dirige-se, preferencialmente, ao 1.º Ciclo do Ensino Básico (2.º ano, em particular), podendo no entanto adaptar as sessões no âmbito da actividade “ESMERA-te”, quando contactada por outros ciclos de ensino. Refira-se que as sessões na EMER têm um carácter teórico-prático muito marcado, onde as temáticas são abordadas de uma forma lúdica e pedagógica, com recurso a materiais didácticos variados e a uma pista rodoviária exterior. No final de cada sessão, os participantes recebem um Certificado de Amigo da Estrada, documento que os certifica no que respeita às competências que adquirirem na EMER. Outra das actividades permanentes na EMER é o seu envolvimento na iniciativa “Férias Divertidas”. Este programa é transversal à rede de Equipamentos Educativos do Município e procura ocupar os tempos livres das Crianças e Jovens nos períodos de férias escolares. Relativamente ao plano de Acção Integrada, a EMER prevê dois tipos de propostas educativas, uma com um carácter mais pontual e outro marcado pela continuidade e sequência das acções, mas ambos com um cariz de congruência e consequência para um propósito comum – Promover uma Cultura de Segurança no Município. Contactos EMER: E-mail: ded.educacao@cm-ilhavo.pt Telefone: 234 363 980 ou 234 329 633 Fax: 234 363 980 Horário: Segunda a sexta-feira 09h00~12h30 13h30~17h00 Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Estaleiro - Estação Científica de Ílhavo
Educação

Estaleiro - Estação Científica de Ílhavo

Inaugurado no dia 13 de Janeiro de 2020, o Estaleiro - Estação Científica de Ílhavo é um espaço municipal totalmente dedicado à ciência e à tecnologia, não esquecendo o contacto com a cultura, património e identidade local, associando a longa tradição marítima da pesca de Bacalhau, o Pão de Vale de Ílhavo e a cerâmica da Vista Alegre às STEAM, competências nas áreas das Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática. O Estaleiro tem como principal objectivo a promoção da ciência, permitindo o desenvolvimento da literacia científica e do pensamento computacional, despertando o interesse pelos fenómenos que nos rodeiam através de actividades de cariz prático nas áreas das ciências, robótica e programação. Quatro espaços com dinâmicas diferenciadas (Casa das Máquinas, Casa do Leme, Messe e Ponte) proporcionarão experiências maker, de robótica, de gastronomia de bordo, de cozinha molecular ou, mesmo, de produção de bioplásticos e biodiesel. Até as estrelas estarão "disponíveis" para observação. Com enfoque na comunidade escolar, tendo, no entanto, uma vertente direcionada também para a comunidade em geral e para as famílias, o Estaleiro assume uma inovadora oferta no âmbito do Serviço Educativo Municipal de Ílhavo (SEMI). Contactos Estaleiro: E-mail: estaleiro@cm-ilhavo.pt Tel.: 234 329 633 Av. General Elmano Rocha Alqueidão 3830-198 Ílhavo Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Laboratório Artes Teatro Vista Alegre
Cultura e Património

Laboratório Artes Teatro Vista Alegre

Ao longo dos últimos quase 200 anos, o Teatro da Vista Alegre foi palco de inúmeras actividades culturais, protagonizadas de e para os trabalhadores da Fábrica, desde logo representações teatrais, projecção de cinema (a partir de 1926), bailes, concertos da banda filarmónica e até um orfeão. Desde 1988 que é a casa do grupo de teatro amador A Ribalta, constituído maioritariamente por trabalhadores da fábrica. É um edifício simples, mas marcante dos limites do Largo da Fábrica da Vista Alegre, epicentro social do mais antigo bairro operário português. Está alinhado com algumas das antigas residências de trabalhadores que, com a recente remodelação de 2015/2016, passam a integrar o corpo do antigo teatro, além de uma ampla zona ajardinada voltada a sul, para a Cantina e para a Garagem, constituindo-se doravante como um objecto arquitectónico. O projecto de requalificação foi levado a cabo pela Câmara Municipal de Ílhavo e, nos próximos anos, será gerido pela autarquia, num projecto cultural renovado, com o objectivo de trazer a Cultura para o quotidiano - o projecto 23 Milhas, no qual adquiriu a designação Laboratório das Artes, passando a ser funcionalmente dividido em duas áreas distintas: a "nova ala", dedicada ao pensamento, pesquisa e à experimentação, e o "antigo auditório", espaço de programação para acolher workshops, conversas, debates e colóquios. Com especial foco nas estações outono e inverno, o auditório do Teatro tem agora uma vocação para as manifestações municipais mais eruditas - clássicas ou contemporâneas, tirando partido da escala e do seu ambiente acolhedor. Dispões de um auditório para 140 pessoas, em plateia, e 32 pessoas em camarote, sala multiusos, sala de ensaios, sala de formação e unidade de estúdio. Áreas comuns: Foyer – 31m2 Espaço multifunções (multifunções + sala formação 2) – 48,80m2 Bar e Copa – 22,50m2 Bengaleiro – 13,70m2 Teatro propriamente dito: Palco – 84,00m2 Subpalco – 43,10m2 Fosso – 14,10m2 Sala de teatro – 114,70m2 140 lugares na Plateia (fixos) 8 camarotes laterais cada um com capacidade para 2 cadeiras (móveis) 4 lugares para pessoas com mobilidade Espaço TIC: Sala de Formação 1 – 47,20m2 Espaço Artes Performativas – 122,20m2 Espaço Música, Áudio e Vídeo (térreo + sobreloja) – 122,20m2 Galeria – 74,00m2 Gabinete técnico 1 – 28,70m2 Gabinete técnico 2 – 29,60m2 Cabina de projeção – 22,10m2 Recinto exterior: Relva + pavimento – 320,00m2 Localização e contactos: Laboratório Artes Teatro Vista Alegre Rua Augusto, Vista Alegre 3830-292 Ílhavo Orçamentos para eventos, reuniões, espetáculos e outras iniciativas: Casa Cultura Ílhavo Tel (+351) 234 397 260 E-mail: 23milhas@cm-ilhavo.pt / parcerias@cm-ilhavo.pt Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Capela da Nossa Senhora da Penha da França - Vista Alegre
Cultura e Património

Capela da Nossa Senhora da Penha da França - Vista Alegre

A Capela da Vista Alegre e o Túmulo de D. Manuel de Moura Manuel encontram-se classificados como Monumento Nacional (Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910). É uma capela que data dos finais do século XVII. Tudo o que ali há é obra do bispo D. Manuel de Moura Manuel, executado em sua vida, com excepção de duas torres da capela que foram levantadas pelo fundador fábrica, José Ferreira Pinto Basto, quase dois séculos depois, ainda que de acordo com o projecto inicial. É um templo muito perfeito. Tem só três altares (ou três Capelas), sendo que o principal é dedicado à Sr.ª da Penha de França, e os seus colaterais são dedicados ao Mistério da Conceição e ao Mistério e Título do Rosário. O interior é de uma só nave, que cobre também o coro alto, terminando com uma capela na cabeceira. A abóbada de berço tem como decoração uma árvore de Jessé. Encerra a cabeceira um belíssimo altar assente numa plataforma ligeiramente mais elevada que o solo. O enquadramento é de mármore com embutidos, as talhas são de madeira domada, seguindo o estilo barroco. Nas paredes laterais do templo há outros dois altares de talha dourada, de bom traçado e execução, também seguindo o estilo barroco. Toda esta capela é ricamente ornada. É tudo obra de jaspes embutidos e revestidos e o arco da tribuna é de colunas de talha muito volante e perfeita. Em termos de escultura, nas três capelas laterais vêem-se imagens perfeitíssimas. A Sr.ª da Penha de França está colocada numa rica tribuna na capela-mor, dentro de uma charola, feita à perfeição daquela em que está a Sr.ª da Penha de França de Lisboa. Debaixo da charola fica um grande vão que faz vista ao altar-mor onde se pode ver um presépio, representando o nascimento do Menino Jesus. Sobre o arco da capela-mor vê-se num nicho a imagem de Cristo ressuscitado. Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Palácio de Alqueidão e Capela
Cultura e Património

Palácio de Alqueidão e Capela

Moradia de alguns dos mais influentes políticos regionais dos séculos XVII e XVIII e também de Dona Maria Benedita de Souza Queiroz Pizarro, querida e venerada Baronesa de Almeidinha, o Palácio de Alqueidão é um dos principais pontos de atracção da cidade de Ílhavo. Em 2001, a Câmara Municipal de Ílhavo recuperou este importante monumento, transformando-o na actual Biblioteca Municipal. O antigo Solar Visconde de Almeida, pela sua escala e qualidade arquitectónica e também pela anterior utilização pública da Capela constitui um forte marco urbano na memória colectiva tradicional de Ílhavo, justificando plenamente a sua reabilitação para novos usos públicos. O Solar de Alqueidão também conhecido por solar dos Ribeiros, Solar de N.ª Sr.ª das Neves ou Palácio dos Rebochos, foi mandado construir em finais do século XVII, por Domingos André Ribeiro e sua esposa D. Maria Rita Sousa Pissaro, altura em que se deve ter concluído a Capela do Palácio. Mais tarde foi ainda construído a poente da capela, um edifício encimado por uma bela balaustrada e coberto a azulejo que servia de cocheira onde eram guardados os carros de cavalos dos nobres senhores residentes no palácio. O Palácio, edifício de dois andares, sendo o superior enriquecido com seis sacadas de lintel e cornija, e no primeiro a existência de um hall de entrada portador de belos painéis de azulejaria de cariz romântico, serviu de habitação a algumas das famílias mais influentes desta região pelos séculos de XVII a XIX. Destacamos João de Sousa Ribeiro e Silveira, capitão mor de Ílhavo, que à sua conta mandou abrir uma barra na Vagueira, ligando a laguna ao oceano fazendo sair a água que inundava os campos ribeirinhos. Um outro morador foi o capitão João de Sousa Pissaro, liberal que acabaria por morrer no combate da Cruz de Morouços em 1828. Foi ainda habitante deste palácio a Senhora Baronesa de Almeidinha, nobre senhora amada por muitas gerações de ilhavenses pela sua abnegação e generosidade. Nascida a 21 de Outubro de 1794 e segundo o ilustre historiador ilhavense Dinis Gomes na sua obra “Costumes e Gentes de Ílhavo”, “A Senhora D. Maria Benedita de Sousa Queiroz Bizarro, baronesa de Almeidinha, fidalga de porte senhorio e distinto (era) possuidora de uma bondade extrema assinalada por valiosos e constantes actos de caridade e benemerência que lhe haviam granjeado a maior estima e veneração de gente humilde e pobre que lhe rodeava o solar. A assinalada bondade daquela senhora mais se acentuou quando em certa época uma grave doença infecciosa se propagou em Alqueidão, diariamente, a senhora baronesa percorria tubúrios mais afectados pelo terrível mal, distribuindo carinhos, agasalhos, remédios e alimentos, desprezando, com santa abnegação, o grave perigo que corria." Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Vila Vieira (Ílhavo)
Cultura e Património

Vila Vieira (Ílhavo)

O edifício Vila Vieira, constituído na década de 30, terá servido de habitação a João Fernandes Vieira, figura bem identificada na sociedade local e vereador por alguns anos na Câmara Municipal de Ílhavo, mas também, por longos espaços de tempo radicado na América do Sul. O edifício enquadra-se numa linguagem arquitectónica ecléctica de finais do Século XIX e inícios do Século XX. Trata-se pois de um edifício onde se mescla a arquitectura tipo colonial, a arquitectura popular portuguesa, tipo portuguesa suave, e alguns referentes decorativos de Arte Nova. Da volumetria principal do edifício salientam-se dois torreões, fronteiros, correspondentes a dois espaços que complementam a exiguidade espacial de águas furtadas, adoçados por platibandas e decorados. Este piso superior resulta num jogo formal que enobrece a fachada principal, pois os elementos compositivos e decorativos das cimalhas e beirados, vão de janelas, azulejos e altos relevos, constituem imagem referencial do edifício. Naturalmente outros constituintes arquitetónicos nobilitam o edifício, nomeadamente a varanda corrida que guarnece os alçados Nordeste e Sudoeste, constituída por balaustrada e colunata. Acede-se a esta varanda alpendrada por duas escadas que utilizam igual balaustrada. O escadatório principal, não configurando igual escala e exuberância, denuncia reminiscências barrocas, conferindo maior dignidade ao edifício. Pela nobreza do edifício, pela referência a uma arquitetura tradicional, e pela sua localização central na Cidade de Ílhavo, a Câmara Municipal de Ílhavo procedeu à aquisição e recuperação da Vila Vieira, inaugurando em Julho de 2005 este espaço como sede da Junta de Freguesia de S. Salvador. Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Vila Africana (Ílhavo)
Cultura e Património

Vila Africana (Ílhavo)

O Município de Ílhavo, rico em património arquitectónico, concentra no centro da cidade alguns belos exemplares de edifícios “estilo” Arte Nova. Localizado no n.º 135 da antiga Estrada Nacional 109, encontra-se uma bela vivenda cujo estilo se insere no chamado Arte Nova, tendo sido projectada pelo desenhador-pintor aveirense José de Pinho. A exuberância do seu exterior, principalmente na sua fachada, contrasta com o interior que se encontra muito descaracterizado conservando, da estrutura original, apenas as portas de madeira, com bandeira superior e vidros coloridos. Como nas casas tradicionais tem uma fachada para o público e guarda todo o resto para o privado. Na fachada deste Vila pode observar-se um equilibrado jogo de planos com cantaria de boa execução e desenho, conjugado com as cores do azulejo, sobretudo o dos frisos em ritmado efeito floral de fino gosto, e de serralharia singela mas bem desenvolvida em temática linear e florar que corre no gradeamento. Na fachada principal, a entrada é feita através de um duplo lanço de escadas, paralelo ao frontispício, protegido por uma gradaria de formas orgânicas, muito ao gosto Arte Nova. Antecede a entrada um alpendre suportado por colunas profusamente decoradas. Um friso de azulejos de motivos florais percorre todo o edifício junto à cornija. A porta oval do piso térreo relaciona-se com a janela superior, decorada por elementos de inspiração natural e uma máscara central. A forma oval repete-se no vão de dimensões reduzidas que coroa o corpo mais alto, uma espécie de torreão, com remate em coruchéu. Sobre a referida janela, um painel de azulejo envolto por folhagem, exibe a designação da casa. Do lado oposto abre-se uma outra janela geminada. Esta fachada Arte Nova contrasta vivamente com as restantes, bastante mais depuradas. Tal diferença deve-se à interrupção das obras da casa, em consequência da I Guerra Mundial. Na verdade, a Vila Africana foi erguida entre 1907 e 1908 a expensas do Dr. José Vaz, que encomendou o projecto arquitectónico ao pintor e decorador regional José de Pinho, com várias outras obras nas proximidades. O eclodir da Grande Guerra levou à interrupção dos trabalhos, recomeçados anos mais tarde, mas certamente com menos recursos do que os iniciais e já numa outra conjuntura (Processo de Classificação, IPPAR/DRC). O seu nome vem do facto deste senhor ter desempenhado funções administrativas em Cabo Verde, nomeadamente na Parceria Marítima Africana. Na envolvente deparamos com um jardim luxuriante e uma fachada onde as janelas e o alpendre são envolvidos por elementos vegetais e personagens de pedra que nos espiam e nos acolhem. O terreno em torno da casa é protegido por um muro, de cantaria e grades também Arte Nova, conferindo uma grande unidade ao projecto. Situada em Ílhavo, esta habitação unifamiliar impõe-se pela sua volumetria pouco uniforme, pela organicidade de alguns dos vãos, e pelo notável conjunto de cantarias trabalhadas que exibe, a par de azulejos de diversas tonalidades e motivos. Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Bairro Operário da Vista Alegre
Cultura e Património

Bairro Operário da Vista Alegre

O Bairro Operário da Vista Alegre é um dos poucos casos portugueses, e o primeiro, em que uma iniciativa totalmente privada e filantrópica funda uma aldeia industrial desta escala, auto-suficiente e isolada de outros aglomerados urbanos. José Ferreira Pinto Basto, o fundador da Fábrica de Porcelanas Vista Alegre, iniciou, em 1824, a sua construção, com o objectivo de albergar os operários que aí afluíam de todo o país, tendo por objetivo único o trabalho. A sua construção visou incentivar a formação artística dos trabalhadores, através da educação escolar e de actividades culturais, como o teatro ou a banda de música, que ainda hoje podem ser observados no local, que apresenta características bucólicas bem ao gosto de então e imbuídos do espírito artístico que norteou a concepção estética das porcelanas. Revelando na época uma visão global e humanizante do empreendimento, o Bairro Operário é criado ao mesmo tempo que a construção da própria fábrica. Como factor de atracção e fixação de mão de obra, foram desenvolvidos todos os meios para se tornar auto-suficiente, antecipando as necessidades e evidenciando preocupações de carácter social, favorecendo desta forma a atracção e a fixação de mão de obra. Para alem das instalações fabris, foram construídas casas de habitação para os operários e empregados, um colégio onde era ministrada a escolaridade primária e aulas de desenho, pintura e musica, garantindo a longo prazo operários para diferentes áreas funcionais da fábrica, um teatro que favorecia a coesão entre os operários e organizava os seus momentos de lazer, as unidades assistências que davam uma ideia de segurança e melhoravam os níveis de fixação dos operários e ainda, um corpo de bombeiros. Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Palheiros da Costa Nova
Cultura e Património

Palheiros da Costa Nova

Os palheiros da Costa Nova são famosas e castiças casas de riscas existentes na praia com o mesmo nome, originalmente em tons de vermelho ocre e preto, utilizados como antigos armazéns de alfaias da pesca. Até inícios do século XIX a Costa Nova era um extenso areal desabitado mas, após a fixação da Barra do Porto de Aveiro, os pescadores das campanhas piscatórias de Ílhavo mudaram-se para a Costa Nova e começaram a construir “palheiros” para guardarem as redes e outros materiais associados à pesca. Estes eram inicialmente amplos e sem quaisquer divisões interiores e, mais tarde, divididos com tabiques de madeira que eram “decorados” com conchas de ostras. Simultaneamente, as famílias dos seus sócios, escrivães e “arrais” de outras companhias foram sendo atraídas para a zona nos meses de verão e outono, transformando-os nos atuais “palheiros”, com riscas coloridas, bem à “moda burguesa de ir a banhos” da segunda metade desse século, para que pudessem servir como habitação na estação balnear. Palheiro José Estêvão O Palheiro José Estêvão, mandado construir por Manuel de Moura Vilarinho, em 1808, é um belo exemplar dos originais palheiros da Costa Nova, que se mantém na tonalidade original – o vermelho ocre. A meados desse século o parlamentar José Estêvão adquiriu-o e ainda hoje se encontra na posse dos seus descendentes, onde reunia alguns dos grandes nomes da cena artística nacional e políticos da época como Eça de Queirós, Guerra Junqueiro e Oliveira Martins, associados à “Geração de 70” e ao movimento do “realismo”. Localização: Avenida José Estêvão Costa Nova 3830 Ílhavo Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Farol da Barra
Cultura e Património

Farol da Barra

O projeto do Farol da Barra foi iniciado em 1885 pelo eng. Paulo Benjamim Cabral e concluído pelo eng. Maria de Melo e Mattos em 1893, tendo sofrido grandes restaurações em 1929. O Farol da Barra, situado na praia com o mesmo nome, é um dos ex-líbris do Município de Ílhavo, sendo visitado anualmente por milhares de turistas que, após uma subida de 288 degraus, se deparam com uma das melhores paisagens costeiras do País. À data da sua construção foi o sexto maior do mundo, em alvenaria de pedra, continuando a ser atualmente o segundo maior da Europa, sendo considerado o 26.º mais alto do mundo. Exibe uma imponente torre cilíndrica com 62 metros de altura, onde se situa a principal componente do farol. A sua potente lâmpada projeta um feixe luminoso visível a 23 milhas náuticas de distância (cerca de 40 quilómetros). Inicialmente, a principal fonte luminosa era obtida por incandescência do vapor do petróleo e só em 1950 passou a ser alimentado por energia elétrica. Construído à entrada da barra, esta admirável obra do século passado, passou a estar de vigia toda a navegação que até aí não dispunha de orientação, evitando que estas naufragassem nos bancos de areia. As embarcações da época eram frequentemente atraídas para terra, devido à ilusão de afastamento, provocada por uma costa muito plana com as primeiras elevações a grande distância do mar. As visitas realizam-se às quartas-feiras à tarde, implicando a subida, a pé, da escadaria de acesso. Morada: Largo do Farol, Praia da Barra 3830-753 Gafanha da Nazaré Telefone: 234 369 271 Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Biblioteca do Museu Marítimo de Ílhavo
Cultura e Património

Biblioteca do Museu Marítimo de Ílhavo

O acervo da Biblioteca do Museu Marítimo de Ílhavo (BMMI), acessível ao público em geral, é especializado na temática marítima, com enfoque no setor das pescas. A constituição da biblioteca remonta às origens do Museu Marítimo e é anterior à própria inauguração do Museu Regional de Ílhavo, em 1937. Foi inicialmente pensada como uma biblioteca que pudesse reunir os “preciosos livros dos homens de génio da nossa terra” (palavras do poeta ilhavense David Rocha). No entanto, a estreita ligação das suas gentes e do seu território ao mar e à Ria de Aveiro, refinou e precisou a vocação marítima do Museu, e de forma natural a própria coleção documental da BMMI foi acompanhando e refletindo a coleção museológica. Porque a BMMI procura apoiar e fomentar o discurso expositivo do Museu, no seu acervo também se encontram obras sobre pintura e desenho (nomeadamente de Cândido Teles, João Carlos Celestino Gomes, Eduardo Malta e Palmiro Peixe entre outros) e sobre cerâmica e porcelanas, devido ao importante conjunto de peças da Fábrica da Vista Alegre patente na coleção do Museu. Como biblioteca especializada de uma unidade museológica, a BMMI tem por missão: - assegurar a salvaguarda, valorização e divulgação do património bibliográfico do Museu; - assegurar o acesso a recursos e serviços, adequados à aprendizagem e investigação no âmbito da vocação e missão do MMI, dos utilizadores externos e internos. A BMMI constitui-se seguramente como um dos acervos mais relevantes a nível nacional sobre o nosso património marítimo-fluvial, principalmente no sector das pescas e mais particularmente da pesca do bacalhau. Morada: Travessa Alexandre da Conceição 3830-196 Ílhavo Contactos: Tel: 234 092 496 Fax: 234 321 797 E-mail: ciemar.doc@cm-ilhavo.pt Site: www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Biblioteca Municipal de Ílhavo
Cultura e Património

Biblioteca Municipal de Ílhavo

Inaugurada em 11 de setembro de 2005, a Biblioteca Municipal de Ílhavo desenvolve múltiplos projetos e atividades com o objetivo de se transformar num equipamento cultural de referência e excelência no Município e no contexto da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas. Enquanto espaço, instalada no que restava de um nobre solar do Solar do Século XVII, a Biblioteca de Ílhavo pretende ser uma Biblioteca atual, uma Biblioteca do século XXI, com uma intervenção ativa na comunidade e contribuindo para uma sociedade mais consciente e informada. Inserindo-se num edifício cujo design arquitetónico foi já reconhecido a nível internacional com o Prémio Internacional de Arquitetura do Museu de Design de Chicago – Chicago Athenaeum, e integrando o roteiro "Portugal Contemporâneo" do Turismo de Portugal IP, a Biblioteca Municipal de Ílhavo oferece aos seus utilizadores ótimas condições de utilização, verificando-se mensalmente uma procura crescente de utilizadores deste espaço. No âmbito dos principais serviços que a Biblioteca Municipal de Ílhavo oferece, encontra-se o Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares (SABE) e a coordenação da Rede de Bibliotecas de Ílhavo (RBI), que pretende proporcionar a todos os cidadãos do Município ler mais e melhor, proporcionando-lhes um maior acesso ao livro e à leitura desde a primeira infância até à idade adulta, promovendo, de uma forma mais eficaz, junto das escolas e das famílias, o contacto com os livros e o gosto pela leitura. Oferecendo um vasto fundo documental, distribuído pela biblioteca mãe e Pólos de Leitura, nomeadamente Pólo do Museu Marítimo de Ílhavo, de temática marítima, Gafanha da Nazaré, Gafanha do Carmo e Bibliotecas Escolares, a Biblioteca Municipal de Ílhavo continua a assumir uma presença ativa na vida cultural do Município, tornando-se num elemento dinamizador de cultura. No entanto, a oferta de informação da Biblioteca vai mais além do que apenas o documento impresso, apoiando-se em todos os suportes de informação. Enquanto dinamizadora e promotora de atividades multidisciplinares a Biblioteca Municipal de Ílhavo tem gerido o acervo, disponibilizando serviços eficientes e de qualidade, de modo a satisfazer as necessidades e os gostos dos seus utilizadores, atualizando de forma regular as coleções disponíveis e evitando que as mesmas se tornem obsoletas ou desinteressantes; tem promovido com sucesso a realização de diversas atividades de animação e divulgação cultural, nomeadamente, exposições, feiras do livro, conferências, colóquios, ações de formação, sessões de poesia, encontros com escritores e outras iniciativas que têm sobretudo como mote a promoção do livro e da leitura. Morada: Av. General Elmano Rocha Alqueidão 3830-198 Ílhavo Contactos: Tel.: 234 321 103 Fax: 234 321 087 E-mail: biblioteca_municipal@cm-ilhavo.pt Site: Site: bibliotecamunicipal.cm-ilhavo.pt Terça a sábado: 10h00~18h30 Fonte: www.cm-ilhavo.p
Cais Criativo Costa Nova
Cultura e Património

Cais Criativo Costa Nova

Inaugurado apenas em janeiro de 2016, localiza-se na frente marítima da Costa Nova, sobre as dunas, e ligado a esta praia por passadiços de madeira, sendo também todo ele construído em madeira (o exterior - “tosco” e lembrando um navio invertido, contrastando com o interior - “suave”, branco e leve). É uma peça arquitetónica de exceção, projetada pelos conceituados arquitetos Nuno e José Mateus, do gabinete ARX Portugal, com vista sobre as dunas e a igreja da Costa Nova, com acesso livre ao topo do edifício pelos transeuntes. A programação do Cais Criativo terá especial incidência no semestre primavera/verão, criando um conteúdo complementar à praia, tirando partido dos fluxos turísticos. Uma programação marcadamente jovem que abarca as franjas mais efervescentes da cultura. Um espaço descontraído e jovem onde o encontro leva a um copo e o copo ao conteúdo artístico. Um verdadeiro cais assoreado nas dunas, ode existirão verdadeiros intercâmbios culturais, dignos de uma cidade portuária. Música, moda, arquitetura, fotografia e design serão as disciplinas de eleição. No período de inverno o Cais Criativo estará disponível para acolhimento de residências artístivas imersivas. A sua localização e a sua morfologia são ideais para projectos que procuram um contato intenso com a natureza e uma abstração quase total das dinâmicas urbanas. Morada: Avenida Senhora da Saúde, Praia da Costa Nova 3830-460 Gafanha da Encarnação, Ílhavo Contactos: Tel. +351 234 397 260 https://www.23milhas.pt/ E-mail: 23milhas@cm-ilhavo.pt Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Laboratório Artes Teatro da Vista Alegre
Cultura e Património

Laboratório Artes Teatro da Vista Alegre

O Laboratório é constituído por dois núcleos centrais: Espaço dedicado ao pensamento, pesquisa e experimentação e espaço de programação. Poucos são os locais a nível nacional dedicados às fases mais embrionárias da cultura e da arte. É essencial para um projecto com a dimensão do 23Milhas que exista uma margem exploratória dedicada ao pensamento puro sem um fim especifico. Aqui serão trabalhados projectos de pesquisa em várias áreas artísticas e em ciências sociais, instrumentos indispensáveis para a cultura: antropologia, sociologia e psicologia. Desta forma será destinado um espaço para workshops, conversas, debates e colóquios e outros espaços para cowork em projectos de investigação e pesquisa nas áreas mencionadas. Com especial foco nas estações outono e inverno, o auditório do Teatro terá um especial foco nas manifestações mais eruditas: clássicas e contemporâneas, tirando partido da escala e do ambiente acolhedor do Teatro. A programação prevista será mais especializada, trazendo para a região projectos de renome nacional e internacional e, simultaneamente, para os agrupamentos dos cursos artísticos do DeCa da Universidade de Aveiro. Parceria: Universidade Aveiro; Fábrica Vista Alegre. Morada: Rua Augusto, Vista Alegre 3830-292 Ílhavo Contactos: Informações, reservas de espaço e visitas: Casa da Cultura de Ílhavo Tel (+351) 234 397 260 https://www.23milhas.pt/ E-mail: 23milhas@cm-ilhavo.pt Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Navio-Museu Santo André
Cultura e Património

Navio-Museu Santo André

O Navio-Museu Santo André é um polo do Museu Marítimo de Ílhavo. Fez parte da frota portuguesa de bacalhau e pretende ilustrar as artes do arrasto. Este arrastão lateral (ou clássico) nasceu em 1948, na Holanda, por encomenda da Empresa de Pesca de Aveiro. Era navio moderno, com 71,40 metros e porão para vinte mil quintais de peixe. Nos anos oitenta surgiram restrições à pesca em águas exteriores que resultaram na redução da frota e no abate de boa parte dela. O Santo André não escapou à tendência. A 21 de agosto de 1997 foi desmantelado. Sobrava a memória de um navio emblemático e havia de saber preservá-la. Para tanto foram conciliadas ideias e esforços. O armador do navio, António do Lago Cerqueira, Lda., (pescas Tavares Mascaranhas, S. A.) e a Câmara Municipal de Ílhavo acordaram transformar o velho Santo André em Navio-Museu. Concretizava-se o sonho de quantos viveram a epopeia do bacalhau. O Santo André fora salvo. Não teria o mesmo destino de outros arrastões da sua geração cuja memória se perdeu entre as sucatas. Convertido em museu em 2001, o Santo André iniciou um novo ciclo de vida, visando mostrar aos presentes e vindouros como foram as pescarias do arrasto do bacalhau e honrando a memória de todos os seus tripulantes durante meio século de atividade. Morada: Jardim Oudinot, Gafanha da Nazaré 3830 Ílhavo Contactos: Tel: 234 329 990 Fax: 234 321 797 E-mail: museuilhavo@cm-ilhavo.pt Site: http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt/pages/33 Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Museu Marítimo de Ílhavo
Cultura e Património

Museu Marítimo de Ílhavo

Distinguido com o prémio AICA/MC 2002 da Associação Internacional dos Críticos de Arte do Ministério da Cultura, nomeado para o prémio SECIL 2002 e para o prémio da União Europeia para a Arquitetura Contemporânea 2003/Mies Van Der Rohe, o projeto da ARX Portugal, contemplou uma profunda remodelação da estrutura existente, numa obra total, inaugurada em 2001, que dignifica a importância social, económica e cultural da pesca na região, impulsionando uma necessária requalificação urbanística envolvente. Por meio deste arrojado projeto arquitetónico, pretendeu a Câmara Municipal de Ílhavo efetuar uma profunda remodelação do edifício existente, reformulando a sua estrutura, espaços, instalações e imagem geral, ampliando a área bruta sensivelmente para o dobro da do edifício existente. A sua implementação respeitou na rua o alinhamento existente. Os corpos novos aparecem no interior do lote, que se fechou à rua, criando um jardim interior. O MMI é um excelente exemplar de arquitetura moderna, já distinguido em Portugal e no estrangeiro. Imponente e vigoroso na sua composição volumétrica, combina de forma sábia linhas, volumes e luz. Interpelante e experimental, o MMI permite apreciar e descobrir em cada visita um novo detalhe, um novo traço, uma nova perspetiva. Em 2012, ano em que celebrou 75 anos de existência, a Câmara Municipal de Ílhavo apostou na ampliação deste distinto equipamento cultural do Município, conferindo-lhe capacidades e valências fundamentais na promoção da sua tarefa de mediador da história do bacalhau e faina e simultaneamente guardador da história do município na sua arrojada vertente marítima, nomeadamente com um Centro de Investigação e Empreendedorismo do Mar (CIEMar) e um Aquário de Bacalhaus. Morada: Avenida Dr. Rocha Madaíl 3830-193 Ílhavo Contactos: Tel: 234 329 990 Fax: 234 321 797 E-mail: museuilhavo@cm-ilhavo.pt Site: http://www.museumaritimo.cm-ilhavo.pt Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Praia da Costa Nova
Cultura e Património

Praia da Costa Nova

Constitui, sem dúvida, uma das mais marcantes imagens das praias portuguesas, com os seus coloridos palheiros - residências balneares pintadas com riscas coloridas e contrastantes que, inicialmente, mais não eram do que armazéns para guardar as alfaias da actividade piscatória ou armazéns de salga de peixe, a Costa Nova encanta pelo seu charme que nos recorda a segunda metade do século XIX mas também pelas espectaculares paisagens da Ria e dos pores do sol oceânicos. À semelhança da Praia da Barra, a qualidade da praia está certificada com a Bandeira Azul desde 1989, é “Praia Acessível, Praia para Todos” desde 2002 e detém também a Bandeira da Quercus Qualidade Ouro. Gastronomia – peixe fresco grelhado, marisco, bacalhau, ensopados e caldeiradas de peixe (incluindo enguias), petiscos – percebes, “camarão da costa”, sopas de peixe, tripas (doce regional originário desta praia, recheado com chocolate ou ovos moles, entre outros) e pastéis de nata. Artesanato – nós de marinheiro, miniaturas de embarcações engarrafadas, redes e cerâmica de mesa – tipo Vista Alegre e faiança tradicional portuguesa, cestaria e elementos decorativos náuticos, etc… A visitar – Palheiros coloridos (Calçada Arrais Ançã), Mercado do Peixe da Costa Nova, Cais dos Pescadores, Clube de Vela da Costa Nova, Cais Criativo ou Avenida da Nossa Senhora da Saúde. Festas / Eventos – Ria a Gosto – Festival de Marisco da Costa Nova (primeira semana de agosto – quinta a domingo), Festa da Nossa Senhora da Saúde (último domingo de setembro), Marolas Ílhavo, Miss Sumol Cup, etc... Ficha técnica: Bandeira Azul: sim; Tipo: oceânica; Praia Acessível: sim; Praia Dourada 10: sim; Bares de Praia: sim; Equipamentos Aluguer de toldos, espreguiçadeiras, duches, instalações sanitárias, praia vigiada; Desportos na praia: surf, windsurf, bodyboard, kitesurf, vela, pesca lúdica e voleibol de praia; Outros desportos na envolvente: futebol, ténis, minigolfe, ciclismo, caminhadas, passeios de barco. Características para o surf: Fato de inverno – 4/3 mm e fato de verão – 3/2 mm; Temperatura da água: 14° inverno - 18° verão; Tipo de ondas: Direitas e esquerdas, dependendo dos bancos de areia; Direção das ondas: variável; Tipo de fundo: Areia; Melhor época: setembro a abril. Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Praia da Barra
Cultura e Património

Praia da Barra

Galardoada com a Bandeira Azul desde 1989, com a Bandeira “Praia Acessível, Praia para Todos” desde 2002 e ainda com a Bandeira da Quercus Qualidade Ouro, as características mais marcantes da Praia da Barra são o seu enquadramento paisagístico pelo Farol (o mais alto em Portugal e um dos mais altos do Mundo, com 62 metros de altura e 66 metros acima do nível do Mar), o areal dourado a perder de vista, a qualidade das suas águas e a animação estival. Insere-se numa península que também inclui a Praia da Costa Nova, separada do continente pelo Canal de Mira da Ria de Aveiro. Gastronomia – peixe fresco grelhado, marisco, bacalhau, petiscos – percebes, “camarão da costa”, sopas de peixe, “tripas” (doce regional originário da Praia da Costa Nova, recheado com chocolate ou ovos moles, entre outros) e cozinha internacional – italiano, chinês, japonês, brasileiro, etc… A visitar – Farol da Barra, Capela de São João Batista, miradouro sobre a Ria (vistas do Jardim Oudinot, do Navio Museu Santo André e da ponte da Barra), paredão. Festas / Eventos - S. João da Barra (último fim de semana de junho – Dia de S. João), Marolas, etc... Ficha técnica: Bandeira Azul: sim; Tipo: oceânica; Praia Acessível: sim; Praia Dourada 10: sim; Cadeira Anfíbia: sim; Bares de Praia: sim; Equipamentos: toldos, espreguiçadeiras, duches, instalações sanitárias; Desportos na praia: surf, windsurf, bodyboard, kitesurf, vela e voleibol de praia; Outros desportos na envolvente: passeios de bicicleta, caminhadas, futebol, ténis e natação. Características para o surf: Fato de inverno – 4/3 mm e fato de verão – 3/2 mm; Tipo de ondas: Direitas e esquerdas, dependendo dos bancos de areia; Direção das ondas: variável; Tipo de fundo: Areia; Melhor época: setembro a abril. Fonte: www.cm-ilhavo.pt
Aliança Underground Museum
Cultura e Património

Aliança Underground Museum

Aliança Underground Museum é o novo projecto da Colecção Berardo, com acervo da sua colecção. Com morada em Sangalhos, a Aliança Vinhos de Portugal decidiu inscrever a sua marca no rótulo da arte e da cultura, presenteando o concelho de Anadia com o Aliança Underground Museum. Um espaço que conta com sete colecções que relevam de imaginários vários, convidando a plêiade de visitantes a um périplo pelas mais distintas colecções, num encontro de povos, lugares, crenças e culturas. Este espaço museológico, sonhado pelo Comendador José Berardo quando visitou as caves da Aliança pela primeira vez, tem no seu espólio obras de arte africana, cerâmicas das Caldas da Rainha, acervo histórico do Rafael Bordalo Pinheiro, azulejaria, minerais e fósseis. Visitas Guiadas ao ALIANÇA UNDERGROUND MUSEUM: Dias de Visita: de Segunda a Domingo (encerra 1 de Janeiro, Domingo Páscoa, 25 de Dezembro) Horário: 10:00; 11:30; 14:30; 16:00 Custo: €3.00 (IVA incluído); Visita gratuita para crianças até aos 12 anos (inclusive). Duração da Visita: 1:30hrs Capacidade: máximo 50 pessoas (por grupo) Idiomas: português, inglês e francês Requer marcação prévia por telefone, fax ou e-mail. Sujeito a confirmação. Para visitantes sem marcação, a visita é efectuada de acordo com a disponibilidade. Informações: www.alianca.pt Morada: Av. Engº Tavares da Silva 3780-203 Anadia Telefone - 231 519 780 Fax - 231 519 781 Terça a sexta-feira: 10h00 -13h00 e 14h00 – 18h00 Fins-de-Semana e Feriados: 11h00 – 19h00 Fonte: www.cm-anadia.pt
Piscinas Municipais de Anadia
Desporto

Piscinas Municipais de Anadia

As Piscinas Municipais de Anadia dispõem de três tanques, dos quais um é de competição e os restantes de aprendizagem. Paralelamente, nestas instalações o utente dispõe ainda de uma sala de aeróbica; hidromassagem e sauna (seca). O acesso regular às Piscinas Municipais e aos seus programas de natação, aeróbica e hidroginástica, ministrados por técnicos da Câmara Municipal de Anadia com formação na área, faz-se mediante um cartão de utente personalizado, a renovar época a época, após inscrição na secretaria das Piscinas. Instalações e Equipamentos: Tanque de 25 x 17 metros, com 1,20 x 1,85 metros; Tanque de 16 x 8 metros, com 0,75 x 1,20 metros; Tanque de 18 x 10 metros, com 1,30 x 1,60 metros; Balneários femininos e balneários masculinos; WC masculino e WC feminino; Sauna (seca); Hidromassagem; Sala de descanso; Sala de massagens; Sala de aeróbica; Sala de vigia; Gabinetes de trabalho; Secretaria; Bar e esplanada; Sala de exposições; Iluminação artificial; Bancada para público com 300 lugares; Lotação por hora 150 utentes; Estacionamento para 200 carros. Morada: Montouro 3780-243 Anadia Contactos: Telefone: 231 510 320 Fax: 231 511 270 E-mail: piscinas.m.anadia@gmail.com Horário: Instalações desportivas, piscinas e hidromassagem: Segunda a sexta-feira: 09h00 – 21h00. Sábado: 09h00 – 13h00 e 15h00 – 20h00. Sauna: Segunda a sexta-feira – 18h00 às 21h30 Sábado – 17h00 às 20h00 Encerrado aos Domingos e feriados Fonte: www.cm-anadia.pt
Estádio Municipal de Anadia
Desporto

Estádio Municipal de Anadia

O Estádio Municipal de Anadia possui condições técnicas para o estágio de qualquer equipa de futebol. No âmbito do UEFA Euro 2004, foi centro oficial de treino, no qual estagiou a Selecção da Letónia e no campeonato da Europa de sub-21, realizado em Portugal, em 2006, recebeu a selecção da Dinamarca. Instalações e Equipamentos: Campo de relva natural de futebol de 11, com 105 x 68 metros; 2 Balizas oficiais de futebol de 11, aprovadas pela Federação Portuguesa de Futebol; 2 Balizas oficias de futebol de 11, móveis; 4 Balizas de treino de mini-futebol; 2 Redes de protecção atrás das balizas fixas com 25 x 6 metros; 2 Bancos de suplentes com 14 lugares, modelo UEFA; 3 Balneários com casas de banho e duches para 25 jogadores; 1 Balneário para árbitros; 1 Balneário para técnicos; 1 Rouparia; 1 Gabinete administrativo; 1 Gabinete de Imprensa; 1 Gabinete médico; Casas de banho femininas e masculinas no interior; Camarotes para 50 pessoas; Bancadas com lugares sentados para 6.500 pessoas; Casas de banho femininas e masculinas no exterior; Estádio totalmente fechado, com acesso para ambulâncias directamente ao relvado; Iluminação artificial, para treinos e jogos com transmissão televisiva; Bar com arrumos; Estacionamento para 2.000 carros Morada: Montouro 3780-243 Anadia Telefone: 231 503 935 Horário: De segunda a sexta-feira das 19h00 às 21h30 (dependendo do plano de treinos da equipa residente, Anadia Futebol Clube) Domingo, das 14h30 às 18h00, sempre que se realizem jogos oficiais do Anadia Futebol Clube Fonte: www.cm-anadia.pt
Centro de Alto Rendimento de Anadia / Velódromo
Desporto

Centro de Alto Rendimento de Anadia / Velódromo

Esta é, sem dúvida, uma das maiores obras de âmbito Desportivo existentes no nosso país. Trata-se de um investimento de cerca de 12 milhões de euros, financiado em 70% sobre as despesas elegíveis, pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), através do POVT, com o apoio do Instituto do Desporto de Portugal (IDP), que financiou o projecto em 20%, sobre as despesas elegíveis e com um investimento por parte da Câmara Municipal de Anadia de cerca de 2,8 milhões de euros. Este novo espaço, que contempla todas as modalidades desportivas, é Centro de Alto Rendimento das modalidades de Ciclismo, Esgrima, Judo, Ginástica, Trampolins e Desportos Acrobáticos. Estas últimas quatro modalidades utilizarão a área central do Velódromo. Para além da pista coberta, com 250 metros, para a modalidade de ciclismo, a nova infra-estrutura desportiva dispõe ainda de uma área polivalente com 1100 metros quadrados. O Centro de Estágios, destinado aos atletas e equipa técnica, dispõe de 16 quartos duplos e de um espaço adequado à preparação e recuperação de atletas, composto por balneários, Health Club, ginásios, gabinetes médicos, sala de aulas e sala de convívio, com cafetaria. O Velódromo dispõe ainda de sala de reuniões, de sala de conferência, de gabinetes e de refeitório. De salientar que o equipamento em questão vem colmatar uma lacuna no país que decorre da inexistência de condições para a preparação e formação de atletas de alta competição capazes de competir nas modalidades olímpicas de pista coberta, já que não dispunha de um edifício que satisfizesse as actuais exigências em termos de áreas desportivas apropriadas, com pista indoor e restantes espaços de apoio, cumprindo os requisitos funcionais exigidos pela União Ciclista Internacional (U.C.I.). De referir ainda que a construção de Centros de Alto Rendimento visam a criação de infra-estruturas com valências especializadas e orientadas para a investigação, aperfeiçoamento e treino de praticantes de alto rendimento, promovendo a qualificação e o desenvolvimento das diversas modalidades desportivas segundo padrões de nível internacional. Os Centros de Alto Rendimento são considerados pólos de desenvolvimento da economia, do emprego qualificado e da atracção e fixação de pessoas e empresas numa região. Morada: R. Ivo Neves, nº 405 3780-524 Sangalhos Telefone: 234 738 218 E-mail: velodromo.m.anadia@gmail.com Facebook: https://www.facebook.com/AnadiaMunicipioDesporto/ https://www.facebook.com/Vel%C3%B3dromo-Nacional-de-Sangalhos-875156459227750/ https://www.facebook.com/centroaltorendimentoanadia/ Fonte: www.cm-anadia.pt
Percursos Pedestres - S. Pedro do Sul
Desporto

Percursos Pedestres - S. Pedro do Sul

Rota da Cárcoda Distância: 14,6 km Duração: 3:30h Dificuldade: Médio Percurso Circular O percurso situa-se na Serra da Arada sendo considerada uma das áreas mais importantes para a conservação do lobo a sul do Douro. Este facto, entre outros, permitiu a integração desta área na Rede Natura 2000 - Serra da Freita e Arada (PTCON0047). O percurso inicia-se num arboreto constituído por carvalho alvarinho e negral, junto à Igreja de Carvalhais. Segue para a Povoação das Roçadas onde encontramos a capela da Nossa Senhora do Resgate, pertencente à Quinta das Roçadas. Daqui partimos em direcção ao Castro da Cárcoda (ruínas arqueológicas). O Castro da Cárcoda é um povo do proto-histórico implantado em plena Serra da Arada. A ocupação deste castro fez-se desde, pelo menos, a Idade do Ferro, tendo o seu apogeu decorrido durante a época romana, altura em que o povoado sofreu grandes transformações, bem visíveis a nível urbanístico. Logo após, descemos até ao Bioparque de São Pedro do Sul, onde podemos encontrar um parque de merendas, parque infantil, piscinas e outras infraestruturas de lazer e recreio. Saindo do Bioparque, enveredamos em direcção à aldeia do Pisão até ao ponto de partida em Carvalhais, sem antes passar pelo Caminho de Rãs, com os seus moinhos de água em ruínas, ao longo da margem da Ribeira de Contença. Rota do Castro do Banho Distância: 15,8 km Duração: 4:00h Dificuldade: Médio Percurso Circular O percurso tem o seu início nas Termas de São Pedro do Sul, na margem esquerda do Rio Vouga, junto ao Inatel Palace. Atravessa,os o Rio pela ponte pedonal e seguimos até Beirós. Depois, Ferreiros e continuamos até Serrazes. Passamos pela Casa dos Malafaias, e já na zona mais antiga, por outras casas senhoriais. Contornando a escola primária de Serrazes, subimos em direcção a um eucalipto secular,contornamos o recinto das festas e descemos pela povoação a Sudoeste, de reencontro ao Rio Vouga. Parceiros deste, caminhando para montante, atravessamo-lo junto à foz do Rio Zela. Estrada acima, chegamos à vila de Vouzela. Daqui ao ponto de partida é "um saltinho". Nesta parte do percurso, por uma estrada romana que acompanha o Rio Vouga, passamos ao lado do Marco que divide os dois concelhos. Ao regressar às Termas, percorremos a zona antiga de encontro ao Jardim Termal e à Praça que abraça o Balneário Rainha D.ª Amélia. Depois, o Balneário D. Afonso Henriques, as ruínas do Balneário Romano e a capela de São Martinho. Finalizando o percurso, num ritual relaxante, podemos desfrutar da beleza que as Termas nos oferecem, e porque não, visitar por ali as lojas de artesanato e doçaria da região, tendo sempre onde dormir. Rota de S. João Jerusalém Distância: 12,7 km Duração: 3:30H Nível de Dificuldade: Médio/ Baixo Percurso Circular Partimos da sede da União de Freguesias de São Pedro do Sul, Várzea e Baiões e descemos à antiga ponte ferroviária de Negrelos sobre Vouga. Seguindo rasto do velho comboio, passamos o lugar de Negrelos e entramos nos pinhais, percorrendo a linha do caminho-de-ferro. O rasto do "Vouguinha" leva-nos até à povoação de Monsanto, donde avistamos toda a Quinta da Comenda, antigo passal dos freires hospitalários. Deixamos então a linha e descemos a Fermil, onde vamos passar junto da casa dos antigos fidalgos do lugar. Continuamos em direcção ao rumorejar do Rio Trouce, que cruzamos sobre a Ponte da Comenda e, deixando à esquerda os vinhedos do passal comendadores, subimos ao lugar do Outeiro. Os mais afoitos podem fazer aqui um desvio e percorrer o circuito alternativo, que os levará a passar pelo parque de merendas e pelo lugar da Bandulha. Continuando no trilho principal entramos em Arcozelo, onde nos espera uma velha fonte do arco, gravada com a cruz dos hospitalários. Daqui dirigimo-nos à ermida de Santa Eufémia e descemos ao Lugar da Ponte. Entramos em São Pedro do Sul pela Ponte Nova sobre o Vouga, e logo depois transpomos o Rio Sul sobre a ponte seiscentista. Pelo Parque do Lenteiro do Rio regressamos ao centro histórico de São Pedro do Sul e ao nosso ponto de partida. Rota da Laranja Distância: 15,8 km Duração: 4:30H Dificuldade: Médio/ Alto Percurso Circular A partida é no centro de Valadares, ao lado de um laranjal, a lembrar o nome desta rota. Para trás vão ficando pequenos aglomerados habitacionais - Castelo, Tapadinho, Olho Marinho, Fontelonga. De regresso ao estradão, num abrir e fechar de olhos está-se nos Laijais e na EN 333-3, que é preciso atravessar. As poldras convidam à travessia e apontam para os degraus em pedra da próxima subida. Para o percurso completo, suba até à EM 227 e ao encontrar o 2º estradão à esquerda, o caminho a fazer é ladeado por uma mancha florestal de eucalipto até à Boavista. A norte deste lugar fica o ponto mais alto da Gravia, serra mãe destas gentes. Imperdível é a subida à capela de S. Caetano e o desfrutar da magnífica vista sobre o vale e o mosteiro de S. Cristóvão. A paleta de verdes, oferecida pela variedade das árvores, arbustos, ervas, fetos e lianas. Alimentando o caudal do rego, observam-se pequenas cascatas, a acrescentar mais uma nota bucólica à serenidade da paisagem. Acaba o passadiço e pelo estradão chega-se a Paradela. Atravessado o coração da povoação, e já nas alminhas do Fojo, vire à esquerda pelo estradão, descendo uma zona de floresta, de campos cultivados, passando a Ribeira da Fervença e subindo depois até à escola de Valadares, a nascente da aldeia, de onde partir há umas horas pela saída poente junto à Igreja Matriz. Trilho do Vouga (em manutenção) Rota Nª S.ª das Colmeias (percurso intransitável temporariamente) Fonte: www.cm-spsul.pt/
Aldeia Típica de Manhouce
Cultura e Património

Aldeia Típica de Manhouce

Manhouce é uma freguesia portuguesa do concelho de S. Pedro do Sul, com 40,53km² de área e 647 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 16 hab/km². Manhouce fica, entre Aveiro e Viseu, no maciço da Gralheira, em São Pedro do Sul. Ainda são terras de São Pedro do Sul, mas quase Arouca, a dois passos de Vale de Cambra, sempre por caminhos de Serra. Centro de um polígono de Santos Populares célebres: São Macário, Santa Mafalda, Senhora da Saúde e até o Senhor da Pedra, lá tão longe à beira-mar. Manhouce era atravessado por uma via romana que, saindo do Porto, passava por ali, rumo a Viseu. Sensivelmente a meio caminho entre as duas cidades, esta aldeia era local obrigatório de pernoita de recoveiros e almocreves que por lá passavam e estabeleciam o intercâmbio sócio-cultural entre as gentes do litoral e do interior. Por isso a sua etnografia tem muitas influências do Douro e da Beira Litoral. Locais a visitar: - Ponte da Barreira sobre a Ribeira de Vessa - Ponte de Manhouce - Capelas dos Enfermos, de Carregal e de Vilarinho do Monte - Zona arqueológica da Gralheira - Cruzeiro da Independência - Cales de Gestoso - Anta de Manhouce - Alminhas da Bondança - Poço Negro - Quedas-d'água do rio Teixeira - Minas das Chãs - Lagoa da serra da Freita - Casas da Benta, de montanha de Manhouce, de montanha de Vendas, de montanha de Ucha, de montanha de Gestodo e de montanha de Juncal - Vestígios de via romana - Anta do Juncal - Necropóles do Juncal e do Alto do Barro Vermelho - Estrada dos Almocreves Fonte: www.cm-spsul.pt
Aldeia Típica de Covas do Monte
Cultura e Património

Aldeia Típica de Covas do Monte

Para chegar à aldeia de Covas do Monte, em S. Pedro do Sul, é preciso percorrer um caminho sinuoso mas de rara beleza, atravessando a serra da Freita e vislumbrando as de Montemuro e da Gralheira. O passeio vale por si só, mas o melhor está ainda para chegar! Situada na serra de São Macário, Covas do Monte está a 450 metros de altitude, pelo que aqui se respira um ar puríssimo. A paisagem verdejante, com montanhas a toda a volta, a que ninguém fica indiferente, é pontuada por rebanhos, criando um cenário bucólico. Por aqui abaixo corre água fresquíssima, encaminhada para a aldeia e distribuída pelos campos através de um regadio tradicional. Encaixada nos montes, a aldeia fica no sopé da montanha e oferece um passeio único por entre as suas ruas estreitas e sinuosas e o aglomerado de casas, quase todas construídas em xisto e com telhados lousa. Observe a forma como se distribuem e se enquadram, perfeitamente, na paisagem! Animais e pessoas convivem lado a lado, nessa pequena povoação que vive da pastorícia. É que além de cabras e ovelhas, também as vacas saem diariamente para se deliciarem com as pastagens frescas dos montes. Ao fim da tarde, regressam, e cada uma parece conhecer o caminho para casa, num ritual que se repete e a que vale a pena assistir, ou não fosse este um retrato raro do país rural. De destacar que os enchidos e a carne de qualidade desta aldeia são marcas da gastronomia local. O restaurante da aldeia – Restaurante da Associação dos Amigos de Covas do Monte – que é obrigatório conhecer, é, aliás, local de romaria ao fim de semana. Instalado numa antiga escola primária, oferece uma bonita vista para a serra e uma ementa com pratos característicos da região. Não deixe de degustar o cabrito da Gralheira e a vaca Arouquesa, raças autótone e certificadas. Locais a visitar: - Portal do Inferno - Capela de Santa Bárbara - Trilho dos Pastores - Serras do Monteduro e Gralheira - Capela de S. Macário Fonte: http://www.cm-spsul.pt/
Aldeia Típica da Pena
Cultura e Património

Aldeia Típica da Pena

Chegar à mítica aldeia da Pena é só para destemidos. É que a estrada que encaminha para este local é íngreme e nela só passa um carro de cada vez, apesar de ter dois sentidos. Não se assuste com a primeira aventura porque depois de descer às profundezas, é garantido: a visita vale bem a pena! Toda a aldeia convida à contemplação, com o seu enquadramento único na paisagem aliado ao casario típico. O bem preservado casario de xisto e ardósia observa-se logo desde o cimo do monte, oferecendo um cenário único e inspirador. Localizada mesmo no coração do maciço da Gralheira, esta é uma zona agreste, de tal forma que sobre a aldeia domina a sombra, já que o sol chega ao casario apenas poucas horas por dia. A falta de luz natural, principalmente no inverno, quando há apenas três horas diárias, não retira a este local a sua beleza singular. Perca-se, por isso, pelos caminhos estreitos, olhe em redor e inspire-se neste recanto escondido pelos montes, que produz tão belas habitações onde ao logo dos anos foi vivendo uma população combativa. A Adega Típica da Pena serve na aldeia as iguarias da gastronomia local: o presunto, o queijo da serra, e os enchidos, mas também pratos mais densos como feijoada, arroz de cabidela de galinha, cozido à portuguesa à moda da Pena, vitela assada no forno a lenha e borrego assado com batatas, sempre na boa companhia de vinho verde. À sobremesa não deixe de provar o doce de sopa seca e as filhós da Pena. Vai querer levar para casa uma recordação desta encantadora aldeia! Além da adega, há outras lojas que vendem de artesanato local, como as miniaturas representativas da aldeia, em madeira e xisto, ou a cera do favo de mel, cortado em tiras e utilizado para fazer velas. Locais a visitar: - Serra de São Macário - Miradouro da Serra de São Macário - Capela de Santo Inácio de Utopia (Aldeia da Pena) - Serra da Gralheira - Artesanato Augusta Fonte: http://www.cm-spsul.pt/
Mosteiro de São Cristóvão de Lafões
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Mosteiro de São Cristóvão de Lafões

Isolado, no cimo da serra da Arada e nas proximidades do rio Barosa, o Convento de São Cristóvão de Lafões homenageia São Bento e o local do seu primeiro retiro em Itália (Bubiaco ou Sublaco) (COCHERIL, 1978, pp. 125-132), mas também o santo padroeiro deste complexo conventual, uma vez que São Cristóvão é o protector dos "caminhantes nos lugares solitários" (VARELA GOMES, 1998, p. 362). Parece certo que lhe antecedeu uma ermida, com a mesma invocação, que ainda hoje se conserva com a data de 1672. A fundação conventual tem suscitado muitas dúvidas e interpretações, mas, hoje, e à luz da documentação, parece relativamente consensual considerar-se D. João Peculiar, Bispo do Porto, como fundador deste convento que, de início, abraçou a regra de Santo Agostinho (ALVES, 1995, pp. 11-12). O célebre Frei João Cerita foi, assim, prior e abade ao tempo de D. Afonso Henriques, período em que terá ocorrido a mudança da Regra para a de São Bento. Por fim, a adesão a Cister (com filiação directa em Claraval) foi última alteração da regra a observar no convento, que ocorreu em data próxima do ano de 1161. Durante o período medieval, São Cristóvão de Lafões foi uma instituição muito rica, com rendimentos consideráveis (ALVES, 1995, pp. 13-17). Contudo, e à semelhança de boa parte dos mosteiros cistercienses, chegou ao século XVI num estado de considerável ruína, devido à gestão danosa dos abades comendatários. Disso mesmo nos deu conta o secretário do abade de Claraval (Dom Edme de Saulieu) que, em 21 de Dezembro de 1532 visitou o convento de São Cristóvão, então totalmente em ruínas e, onde apenas viviam 4 religiosos (ALVES, 1995, p. 18). Sobre o primitivo templo medieval, apenas sabemos que tinha três altares, cruzeiro com torre sineira ou campanário, constituindo, muito possivelmente um modelo semelhante ao da primeira igreja do Lorvão, "com cabeceira de três absides e nave aproximadamente quadrada" (VARELA GOMES, 1998, p. 363; e GOMES, 1998, p. 391 e ss; BORGES, 1992). Foi necessário esperar pela criação da Congregação Autónoma Portuguesa, em 1567 (e reconhecida por D. Sebestião em 1560) para se criar, em Portugal, um movimento centralizador, capaz de restaurar e ou reconstruir as casas cistercienses do nosso país, actualizando ainda a sua linguagem estética, de acordo com as nomas tridentinas e o gosto barroco que se fez sentir entre o final do século XVI e o século XVIII (MOURA, 1998, p. 329). São Cristóvão de Lafões integrou-se nesta dinâmica renovadora, e a sua reconstrução iniciou-se na segunda metade do século XVII, embora nunca tenha chegado a ser concluída, uma vez que, em 1834, a extinção das Ordens Religiosas interrompeu o processo. O convento, que dispunha das habituais dependências, organizava-se em torno do claustro, de dois pisos, formado por cinco arcos de volta perfeita e definidos por pilastras de ordem toscana. A zona Este encontra-se incompleta e a igreja situa-se no ângulo Sudeste do claustro. Reconstruído pela terceira vez em 1704, após um incêndio, o templo apresenta nave de planta quadrada mas com os cantos cortados, a que se acede através de uma profunda galilé, oposta à capela-mor, igualmente longa. De acordo com os estudos recentes de Paulo Varela Gomes, esta configuração forma um triplo quadrado, cuja concepção pode ser anterior ao início do século XVIII, e que remete para uma série de exemplos de planta centralizada existentes no Centro e Norte litoral (VARELA GOMES, 1998, p. 364). O zimbório que remata a nave é mais tardio, tal como o óculo de moldura rococó, que se abre sobre o coro. Por sua vez, as molduras em granito do exterior e do interior, de fomas compactas, ou de "um austero estilo de placas" recorda o trabalho executado á época no Norte do país e na Galiza (VARELA GOMES, 1998, p. 364). Actualmente, e depois de décadas de abandono, o convento foi recuperado encontrando-se na posse de particulares. (Rosário Carvalho) Fonte: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/
Ponte de Manhouce
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Ponte de Manhouce

Sobejamente conhecido pela inegável beleza natural das suas paisagens, o território correspondente, na actualidade, ao concelho de São Pedro do Sul encerra diversos testemunhos arqueológicos que evidenciam bem a diversidade e a excelência dos recursos cinegéticos que sempre ofereceu às diferentes comunidades humanas que o percorreram e procuraram para nele sobreviverem e se fixarem. De entre a multiplicidade de elementos arquitectónicos que ostenta, sobressai a "Ponte de Manhouce", situada na Vila que lhe deu nome, sobre o rio com a mesma designação, afluente do Rio Teixeira. Embora se aponte o período que mediou entre os finais do século II a. C. e os inícios do século I d. C. para a construção da primitiva ponte, possivelmente projectada no âmbito da denominada Via Cale ("Estrada Imperial") destinada a ligar localidades tão importantes da Península Ibérica romanizada, como Bracara Augusta (Braga) e Emerita Augusta (Mérida), passando por Viseu, e de cujo traçado inicial se preserva um troço situado, precisamente, junto à ponte, a verdade é que estaremos, antes de mais, perante uma obra de finais do século XVII que terá reutilizado parte da edificação preexistente, numa comprovação da lógica da sua localização, ao estabelecer a ligação entre duas margens, entre, no fundo, o interior do país e um litoral mais longínquo. Trata-se, por conseguinte, de uma ponte granítica (com cerca de 18,50m de comprimento) de um único arco robusto e simples de volta perfeita assente em alicerces rochosos e pavimento de terra batida, apresentando guardas compostas de uma única fiada de pedras aparelhadas e três blocos com orifícios quadrangulares de ambos os lados do intradorso do arco, a cerca de um metro acima da linha de água. [AMartins] Fonte: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/
Palácio de Reriz
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Palácio de Reriz

A história do Palácio do Marquês de Reriz encontra-se directamente relacionada com a presença da rainha D. Amélia nas Termas de São Pedro do Sul, que frequentou no final do século XIX hospedando-se, por diversas vezes, neste solar (OLIVEIRA, 2001). Todavia, a sua edificação é anterior, remontando ao primeiro quartel do século XVIII, por iniciativa de um dos fundadores da Real Companhia dos Vinhos do Alto Douro, D. Diogo Francisco de Almeida e Vasconcelos. De facto, a arquitectura barroca do Palácio testemunha, precisamente, a época em que foi construído, denotando uma série de características comuns a tantas outras edificações deste período. Assim, verificamos o desenho da planta em U, com uma colunata de capitéis dóricos no pátio interior, o desenvolvimento das longas fachadas num único plano, de decoração contida, mais exuberante apenas ao nível do andar nobre. Na realidade, este piso era, habitualmente, o mais importante da casa, onde habitavam os seus proprietários, relegando os armazéns e arrecadações para o piso térreo (AZEVEDO, 1988, p. 71). Na fachada principal, com janelas de sacada, rematadas por frontões de volutas interrompidos, destaca-se, ao centro, o portal, com frontão também de volutas, mas em cujo tímpano figura o brasão de armas dos Almeida. Contudo, e apesar da imponência e valor cenográfico, esta é a fachada mais reduzida, pautando-se, as restantes, por um maior comprimento e profusão de vãos. Na década de 90 do século XIX, o Palácio sofreu algumas intervenções, de forma a albergar a rainha e a vasta corte que a acompanhava. Nesta época, era designado por Paço Real de São Pedro do Sul, e o seu proprietário foi disntiguindo com o título de Marquês, em 1895, como forma de agradecimento pela recepção e cedência da sua habitação (OLIVEIRA, 2001). Em consequência destas várias estadias da família real, o Palácio de Reriz foi conhecendo um progressivo enriquecimento de património móvel, constituindo uma significativa colecção de cerâmica, pintura, ou mobiliário. No interior do imóvel, uma escadaria permite o acesso ao andar superior, onde as diversas divisões exibem tectos apinelados, de madeira. (Rosário Carvalho) Fonte: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/
Convento dos Franciscanos (São José)
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Convento dos Franciscanos (São José)

No antigo convento de São José encontram-se, actualmente, os Paços do Concelho de São Pedro do Sul, que para aqui se mudaram em 1842, na sequência do Decreto de Extinção das Ordens Religiosas, que pôs fim à curta vida conventual deste edifício. Na realidade, a licença para a construção do Convento de São José foi emitida em 1725, mas as obras apenas tiveram início em 1751 e prolongarem-se pela segunda metade da centúria, em terrenos doados por D. Maria Josefa de Almeida, situados na Quinta no Lugar de Fermil (ALVES, 1997, p. 11). Contudo, os religiosos habitavam as instalações desde 1755. As motivações que levaram à fundação desta casa conventual divergem do habitual, uma vez que em São José se pretendeu criar uma espécie de hospício, onde os religiosos da Ordem Terceira de São Francisco pudessem frequentar as Termas de São Pedro do Sul e, através dos banhos medicinais, recuperar a sua saúde. De facto, a tradição termal desta localidade remonta à época romana, e mantém-se viva até aos nossos dias. Depois da extinção dos conventos, a Câmara ocupou as suas instalações, cuja posse confirmou em 1886. Todavia, um violento incêndio, ocorrido em 1967, destruiu parte do imóvel, conservando-se, do edifício original, apenas a igreja e o claustro. As antigas dependências foram recuperadas, mantendo a sua função de Câmara Municipal (OLIVEIRA, 2001). A igreja destaca-se pela escadaria que a antecede, delimitada por balaustrada na zona do patamar. Um cruzeiro marca o início da mesma, ainda no nível térreo. A fachada é rematada por um tímpano recortado, apresentando um arco abatido de acesso à galilé, a que se sobrepõe duas janelas de moldura recortada - uma rectangular e a outra oval -, sendo a primeira ladeada por nichos com as imagens de São Francisco e São Pedro de Alcântara. Na generalidade, esta composição recorda a frontaria de um outro convento franciscano, situado na cidade de Viseu - o convento de São Francisco do Monte. Ambas denotam a influência da arquitectura barroca, de cariz franciscano. Já no interior, com altares e capelas formados por arcos de volta perfeita, salientam-se os retábulos de talha dourada, principalmnete o da capela-mor, com colunas pseudo-salomónicas. Na sacristia, importa referir o arcaz com espaldar de talha dourada e azul, onde figuram pinturas representativas de passos da vida de São Francisco. Por fim, o claustro, de dois andares, é formado por arcadas de capitéis da ordem toscada no piso térreo, e no segundo nível por colunas semelhantes mas assentes em suportes quadrangulares com os cantos chanfrados. As restantes fachadas do edifício conventual denunciam um gosto de cariz neoclássico, dominadas pelo frontão triangular e corpo central com janelas de sacada única. (Rosário Carvalho) Fonte: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/
Castro do Banho
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Castro do Banho

Localizado no lugar de Ferreiros, na margem direita do rio Vouga, na confluência de um pequeno riacho, e a pouca distância das actuais termas de São Pedro do Sul, o "Castro de Banho" foi objecto de escavação em meados dos anos cinquenta do século passado (e retomadas na década de setenta e em 2000), da responsabilidade de João Manuel Bairrão Oleiro, na sequência do interesse que a estação também despertou junto de outros investigadores, a exemplo de A. Amorim Girão, José Coelho (detentor de uma significativa colecção arqueológica) e Fernando Russell Cortez, que veio a ser director do Museu de Grão Vasco, em Viseu. A campanha arqueológica então conduzida permitiu colocar a descoberto mais de trinta estruturas habitacionais de planta predominantemente circular, à semelhança do que se tem observado noutros testemunhos desta tipologia inserida no universo da denominada "cultura castreja", suspeitando-se, já na época, que o seu número ultrapassaria a centena, razão mais do que suficiente para que J. M. Bairrão Oleiro enfatizasse a sua relevância. Uma dedução que indiciaria a elevada concentração populacional, por um lado, e a pertinência do local escolhido para o desenrolar das suas actividades quotidianas, justificando, assim, a utilização do povoado durante uma larga faixa temporal, embora essencialmente enquadrada na Idade do Ferro estipulada para esta região do actual território português. Uma preferência perfeitamente compreensível atendendo aos excelentes recursos cinegéticos da zona e ao posicionamento estratégico do castro na ampla malha de rotas de transumância, de passagem de gentes e de intercâmbios de produtos. Embora maioritariamente circulares, as estruturas exumadas também apresentam planta ovalada e quadrangular, denunciando a complexidade quotidiana dos seus habitantes. Dispostas ao longo do recinto definido pelo primitivo muralhado, do qual remanescem apenas alguns panos desmoronados, aquelas construções harmonizam-se com as curvas de nível do outeiro onde o povoado foi implantado, através de socalcos, com a particularidade de terem sido parcialmente escavadas nos rochedos aí existentes. Embora pouco tenha sobrevivido dos artefactos então recolhidos, é ainda possível observar, nas colecções da "Distrital de Viseu" e de J. Coelho (vide supra), e a par de objectos do primeiro período de ocupação do povoado, como pesos de tear, mós manuais e fragmentos de cerâmica comum, um exemplar de terra sigillata hispânica decorada com círculos concêntricos, datável do século II d. C., muito possivelmente proveniente de um dos maiores centros de produção cerâmica de toda a Ibéria: Tricio. Mas elementos tão significativos quanto este poderão dizer-nos muito, nomeadamente acerca da inserção deste sítio num modelo de circulação alargada de determinados produtos que, como no caso desta louça fina, de mesa, não chegaram a ser fabricados no actual solo português. Cerâmica importada, por excelência, a presença de terra sigillata demonstra bem como o povoado desfrutava, à época, de uma economia aberta, certamente proporcionada pelas vias naturais (mas não só) de circulação, das quais o rio Vouga não deveria desempenhar um papel de somenos importância (funcionando em simultâneo como inegável fonte de alimentação), ao mesmo tempo que o poder económico fruído pelas gentes que então o ocuparam (Cf. ALARCÃO, J. de, 1990). Esta presença romana encontra-se, ademais, bem representada nos característicos materiais de construção, como tegulae e imbrices, a atestar, no fundo, o carácter de longa permanência das estruturas então erigidas, reforçado pela descoberta de numismas dos imperadores Constantino, Constante e Galiano. [AMartins] Fonte: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/
Castro de Nossa Senhora da Guia e Capela e Adro de Nossa Senhora da Guia
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Castro de Nossa Senhora da Guia e Capela e Adro de Nossa Senhora da Guia

Conhecido por "Castro de Baiões", o "Castro de N. Sra. da Guia" situa-se no monte que lhe deu nome, sobranceiro ao rio Vouga, no topo do qual se ergue uma capela consagrada à N. Sra. da Guia, a cerca de 4 quilómetros da vila de Baiões e das Termas de S. Pedro do Sul. Estamos perante um povoado de altura edificado durante a Idade do Bronze (mais propriamente no século VII a. C.) estabelecido para esta região do actual território português que mereceu a atenção dos arqueólogos somente em 1973. Foi, então, sistematicamente escavado sob orientação do arqueólogo Monselhor Celso Tavares da Silva, recolhendo-se, entre outros, objectos líticos, fragmentos cerâmicos (nomeadamente com decoração incisa, estampilhada, brunida e com mamilos) e artefactos de bronze (especialmente pontas de lança e fíbulas), integrados na colecção arqueológica daquela instituição eclesiástica (SILVA, 1982). Do espólio recolhido até ao momento sobressaem, no entanto, três torques e um víria de ouro maciço, a par de um "depósito de fundidor" entretanto identificado na estação arqueológica ( LOPES; SILVA, A. C. F. e SILVA, C. T. da, 1984). Das primitivas estruturas são ainda visíveis vestígios das habitações de planta predominantemente circular e do muralhado composto de uma única linha. Na verdade, pouco sobreviveu do povoado devido à destruição à qual foi sujeito durante as obras de terraplanagem para construção da capela, do adro e das respectivas vias de acesso (OLIVEIRA, 2001). Integrando o Bronze Final da Beira Alta, designado por alguns autores de Horizonte Baiões-Santa Luzia (SENNA-MARTÍNEZ, 1995), é provável que o castro se inserisse numa ampla rede de povoamento emergida neste período, em zonas interiores até então pouco desenvolvidas, a exemplo do Baixo Mondego, acompanhando "[...] a absorção e reprodução local de armas, utensílios e objectos de adorno metálicos, expressão do desenvolvimento e poder das elites locais que controlam a sua produção e circulação." (Id., 1998, p. 219). Os últimos estudos colocarão, todavia, nos últimos séculos do II milénio a. C. o papel de "lugares centrais" de alguns destes povoados, conquanto não constituíssem centros de confrontos militares, funcionando, pelo contrário, como "[...] garantes de um equilíbrio regional [...] possibilitando uma mútua cooperação que permitisse o funcionamento regular dos mecanismos de circulação de pessoas e bens indispensáveis ao sistema de "wealth finance" que pensamos fundamentaria a economia e o poder das elites locais." (Id., Idem, p. 222), permeáveis a contactos com o "comércio" atlântico e mediterrânico. A Capela de Nossa Senhora da Guia teria sido, segundo antigas tradições locais registadas por Frei Agostinho de Santa Maria no Santuário Mariano , edificada em meados dos século XI - XII, como cumprimento de uma promessa feita à Virgem pelas tropas cristãs durante a Reconquista, com pedras retiradas do designado Castelo dos Mouros, ou de Baiões (OLIVEIRA, A. Nazaré, 2001). Segundo a tipologia que apresenta, de um pequeno templo rural edificado para romarias sazonais, a actual Capela da Senhora da Guia terá sido construída em meados do século XVII, albergando a partir de 1679 uma irmandade com a mesma designação, cujos estatutos foram confirmados por D. João de Melo, bispo de Viseu. A capela apresenta planimetria rectangular composta pelos volumes da nave única, com coro-alto, e da capela-mor, diferenciados interiormente por desnível do pavimento. No exterior, o templo é desprovido de qualquer elemento decorativo, tendo sido anexada a sacristia ao alçado posterior. O portal principal foi rasgado numa das fachadas laterais. No interior, destacam-se os retábulos de talha neoclássica branca e dourada, o principal disposto ao centro da capela-mor e albergando a imagem em madeira estofada de Nossa Senhora da Guia, datada do século XV, e dois colaterais, dispostos em ângulo. Ana Martins e Catarina Oliveira GIF/IPPAR/2005 Fonte: http://www.patrimoniocultural.gov.pt/
Ruínas do Balneário Romano de S. Pedro do Sul
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Ruínas do Balneário Romano de S. Pedro do Sul

Trata-se de um dos complexos termais de origem romana mais importantes e bem conservados dos existentes no país, com uma utilização contínua ao longo de 2000 anos e que sempre se constituiu no grande motor do desenvolvimento regional. Aos romanos se deve a construção inicial do balneum, que, através da análise dos aparelhos utilizados no levantamento dos alçados, o fizeram em dois momentos: uma 1ª fase de construção no século I d. C. e uma 2ª fase, coincidindo com a conclusão do edifício, nos finais do mesmo século, com a arqueologia a deixar a descoberto piscinas, canais de escoamento de águas, colunas, fustes e capiteis, lápides epigrafadas, revestimentos e construções. A assinalar a época medieval surge a designação Piscina D. Afonso Henriques, conjunto de edificações do século XII assentes em estruturas romanas pré existentes, promovidas pelo rei conquistador, que frequentou os banhos locais após a fractura sofrida na malograda batalha de Badajoz (1169), aqui estabelecendo paço real juntamente com o filho Sancho (futuro rei D. Sancho I), as filhas Teresa e Urraca e toda a cúria régia, com eles reunindo e decidindo importantes políticas nacionais. No século XVI, o rei D. Manuel I abonou fundos para que se convertesse o velho edifício medicinal em Real Hospital das Caldas de Lafões, frequentando igualmente os banhos para se curar de um mal de pele. Nos finais do século XIX, ao longo de 4 temporadas, o lugar foi procurado pela última rainha de Portugal, D. Amélia de Orliães, que ali realizou tratamentos e deixou a marca da sua passagem no novo edifício balnear que então se construiu, descontinuando assim o uso do antigo balneário romano. O velho edifício ainda serviu de instalações para a instrução primária e depósito de materiais, mas o descuido e progressivo abandono levou à sua rápida degradação, sobretudo ao desabamento provocado pelas cheias no Vouga em 1995. O que mais realçamos e que confere uma importância excepcional a este conjunto patrimonial é o seu carácter único no país e o seu aproveitamento contínuo ao longo de dois mil anos. Nas suas ruínas, apesar do aspecto caótico, é possível identificar as várias intervenções arquitectónicas realizadas no decurso dos tempos: as estruturas, aparelhos e elementos da construção romana, as remodelações operadas na época medieval, as intervenções arquitectónicas manuelinas incrementadas no renascimento, as alterações delineadas durante os séculos XVII e XVIII e as últimas reformas no século XIX. E tudo isto visível num só edifício balnear/medicinal, constituindo-se numa peça patrimonial e histórica de inegável valor nacional. Não existe outro com as mesmas características em Portugal. Encontra-se classificado como Monumento Nacional através do Dec. n.º 28 536, DG, I Série, n.º 66, de 22-03-1938, e há muito tempo que merecia a valorização histórica, arqueológica, patrimonial e cultural que se lhe reconhece. Fonte: http://www.cm-spsul.pt/
Termas
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Termas

Se dissermos que a nascente de água termal de S. Pedro do Sul é explorada desde o séc. I da nossa era, o que fica por acrescentar? São mais de 2 000 anos a comprovar as propriedades curativas destas águas minero-medicinais. Nestas termas os Romanos construíram um Balneum (o que dele resta é hoje Monumento Nacional), sobre cujas ruínas mandou D. Afonso Henriques edificar o balneário e, bem mais tarde (em 1894) foram criadas, a seu lado, novas instalações termais. Usufruindo de uma água sulfúrea que brota a 68,7ºC, a estância termal de S. Pedro do Sul dispõe de excelentes recursos técnicos e humanos e magníficas instalações, equipadas com tecnologia de ponta na área da balneoterapia, sendo hoje consideradas das mais modernas da Europa e onde se continuam a curar muitos males. As termas de S. Pedro do Sul cresceram e modernizaram-se, sendo hoje as mais frequentadas do país e afirmando-se, ao mesmo tempo, como um centro de turismo que associa a saúde, o prazer, o desporto e o lazer, numa zona com amplos recursos naturais e culturais, dotada de áreas de lazer, núcleo museológico e auditório, onde se proporcionam diversos espectáculos. Tudo por aqui contribui para que a vida pareça reconfortantemente simples e genuína. INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS Doenças do foro reumatismal. Doenças do foro das vias respiratórias. Medicina física e de reabilitação. TÉCNICAS MÉDICO-TERMAIS E COMPLEMENTARES Tratamento em piscinas: Hidromassagem Vapor parcial à coluna Duche de agulheta Duche vicky Vapor aos membros. Tratamento em cabine individual: Imersão geral Imersão geral com bolha de ar Vapor parcial à coluna Duche de agulheta Vapor aos membros Duche vicky. Tratamentos de doenças do foro respiratório: Irrigação nasal Nebulização ou aerossol Inalação emanatório colectivo Inalação emanatório individual Medicina física de reabilitação: Ondas curtas Ultra sons Infra vermelhos Ultra violetas Ionização Parafango Massagem Reeducação motora individual Técnicas especializadas Cinesioterapia Calor húmido Hidromassagem Estimulação eléctrica Parafina Pressões alternativas. CONTATOS Termalistur - Termas de S. Pedro do Sul, E.M., S.A. Praça Dr. António José de Almeida, Termas de S. Pedro do Sul, 3660-692 Várzea Telefone: (+351) 232 720 300 Fax:(+351) 232 712 152 Website: www.termas-spsul.com E-mail:geral@termas-spsul.com LOCALIZAÇÃO As termas situam-se junto ao rio Vouga, a 3 km de S. Pedro do Sul, a cerca de 22 Km da cidade de Viseu. Fonte: http://www.cm-spsul.pt/
Centro Cultural da Nazaré
Cultura e Património

Centro Cultural da Nazaré

Até meados do séc. XX, a venda do pescado tinha lugar em lotas improvisadas no areal da praia. A comercialização do peixe era de natureza muito primitiva, feita por vendedores particulares, que eram procurados pelos mestres das maiores companhas. Promulgada a lei que obriga à venda do peixe numa lota construída, surgiu a primeira estrutura de madeira, que mudou várias vezes de local. O peixe era colocado sobre uma bancada tosca e era vendido por funcionários da Junta Central da Casa dos Pescadores, em leilão, por ordem decrescente de preço. Uma das características deste leilão era a palavra “chui”, que se usava por cá para indicar a compra do peixe. Quando o comprador dava o “chui” recebia uma senha com o número da caixa correspondente, através de uma cana comprida. A Lota da Nazaré foi a primeira lota do país onde o peixe começou a ser vendido ao quilo e não à unidade. A primeira Lota teve lugar na zona da praia em frente à Rua da Liberdade. Peixes como o goraz, a xaputa e a pescada, eram vendidos sobre palancos, mas a sardinha e carapau já se vendiam em cabazes e xalavares, respectivamente. A segunda lota, bem como a terceira, ainda tiveram lugar na areia, mas sempre mais a sul que a primeira, devido à necessidade de crescimento da zona de banhos. Em 1956, a Junta Central da Casa dos Pescadores apresenta o projecto para um novo edifício a ser construído em terreno cedido pelo Município da Nazaré. O interior e o exterior são decorados com painéis de temática piscatória, da autoria de Galhardo e foram fabricados na fábrica Aleluia, em Coimbra. Este edifício encontra-se localizado na Avenida Manuel Remígio, tendo sido inaugurado a 24 de Dezembro de 1958 e deixado de funcionar a 22 de Março de 1987. Com a construção do Porto de Abrigo (1983), a Lota passa a funcionar naquele recinto (inaugurada em 29 de Abril de 1987), já com sistema informático de leilão. A “Antiga Lota” deu então lugar ao actual Centro Cultural da Nazaré que abriu as suas portas ao público em 1995, espaço que recebe exposições temporárias e outras actividades culturais. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Teatro Chaby Pinheiro
Cultura e Património

Teatro Chaby Pinheiro

Situado perto do Santuário de N.ª Sra. da Nazaré, é um teatro romântico tipo italiano, do início do século XX. O autor do projecto foi o arquitecto Ernesto Korrodi, em 1908. Korrodi pretendeu adoptar para o teatro um sistema de palco e plateia semelhante ao do La Scala, em Milão. As vantagens da planta em forma de ferradura de cavalo eram enormes ao nível da acústica: o som difunde-se com clareza, inundando a sala. Em Fevereiro de 1908 as obras da primeira empreitada estavam concluídas. Contudo, as obras de reconstrução do teatro não continuaram, após Fevereiro. Os trabalhos viriam a ser retomados a partir de 1923. No dia cinco de Fevereiro é colocada a pedra que inaugura a nova fase de obras. A Casa da Senhora da Nazaré disponibiliza uma verba extraordinária, quatro mil escudos, que no início do século XX, era uma pequena fortuna. A Casa da Senhora da Nazaré pretendia transformar o seu teatro num recinto digno de acolher os mais ilustres artistas. Para o efeito contratou Frederico Ayres, de Lisboa, para a execução e pintura do cenário. Frederico Ayres foi ainda responsável pelos frescos do teatro, bem como das pinturas de um pano de boca, ainda hoje existente. Dos materiais utilizados para o embelezamento do teatro, destacam-se trinta contas de ouro para a pintura, de que hoje não restam vestígios. Em 1926 as obras foram dadas por concluídas. Ao entrar deparamo-nos com um lindo pano de boca de cena, representando uma mulher, com trajos romanos, olhando para a plateia. No proscénio, a ladear o escudo português encontram-se as iniciais (CN) de Casa da Nazaré, e frescos sobre a comédia e a tragédia grega. Por sua vez, o tecto apresenta motivos florais. A 5 de Fevereiro de 1926, Chaby Pinheiro e a sua Companhia, a convite da Casa da Nazaré, estreou a sala de espectáculos. Foram representadas duas peças: O Conde Barão e O Leão da Estrela. Por ter inaugurado o teatro da Casa da Nazaré, este recebeu o nome do famoso actor, nome que perdura até aos dias de hoje. O Teatro Chaby Pinheiro terá um papel crucial no desenvolvimento do teatro amador na Nazaré, ao longo da sua existência. Muitas peças levadas à cena pelo Grupo Amador de Teatro da Nazaré, na década de quarenta, foram ensaiadas e representadas neste valioso espaço. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Serra da Pescaria
Cultura e Património

Serra da Pescaria

Ambiente: Sedimentar Idade: Jurássico Superior, Oxfordiano-Kimeridgiano (161-145 M. a.) Tipo de rocha: Calcários, calcários margosos e argila Classificação: em vias de classificação como Imóvel de Interesse Municipal Altitude máxima:177 metros A sul da Nazaré, afloramento paralelo à orla costeira onde afloram as rochas mais antigas da região da Nazaré, de há cerca de 154 milhões de anos. São depósitos do Jurássico Superior, que mostram uma estreita ligação com a atividade tectónica, ligada à 2ª fase de “rifting” de abertura do oceano Atlântico e separação do supercontinente Pangea. As estruturas presentes na Serra da Pescaria sofreram também alterações tectónicas devido à intrusão diapírica caracterizada por “Margas da Dagorda” que originaram o “vale tifónico” das Caldas da Rainha. Esta formação, delimitada por falhas inversas, originou um vale coberto por sedimentos mesozóicos e cenozóicos, onde, no bordo ocidental, vamos encontrar a Serra da Pescaria. Este vale permitiu, em tempos, a existência da conhecida Lagoa da Pederneira que, devido ao assoreamento natural e também por pressões antrópicas, acabou por sofrer uma colmatação gradual até ao seu desaparecimento no séc. XIX. Esta estrutura do Jurássico Superior é caracterizada, essencialmente, por duas formações distintas: as “Camadas de Montejunto”, que datam do Oxfordiano médio a superior; e as “Camadas de Alcobaça” do Kimeridgiano (episódio transgressivo). Nestas formações, essencialmente calcárias a calcário-margosas, podemos observar duas pistas de dinossáurios, uma delas numa camada sub-vertical coberta de icnofósseis do género Thalassinoides. Para além destas pegadas de dinossáurio, podemos também observar um elevado conjunto de outros fósseis de organismos essencialmente marinhos como bivalves, gastrópodes, corais, oncólitos, rudistas e espongiários que indicam uma fácies marinha de águas de temperatura mais elevada, correspondente a climas mais tropicais. A flora desta região é rasteira, típica de zonas costeiras próxima ao mar, está ainda bem conservada e podem-se observar espécies tipicamente mediterrânicas. No bordo ocidental da Serra da Pescaria, no sector litoral da região a Sul da Nazaré, desde a foz do rio Alcoa até ao limite da praia do Salgado, podemos encontrar uma estrutura dunar ativa, bastante complexa, formada por dois cordões dunares, separados por um corredor interdunar onde as associações vegetais evidenciam as diferentes condições mesológicas que caracterizam esta costa litoral. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Santuário de Nossa Senhora da Nazaré
Cultura e Património

Santuário de Nossa Senhora da Nazaré

A construção do Santuário de Nossa Senhora da Nazaré remonta ao século XIV, aquando da vinda de El-Rei Dom Fernando em peregrinação à Senhora da Nazaré. Este monarca, para além de ter mandado fazer obras na Ermida da Memória, decidiu construir um novo e melhorado local de culto, uma vez que a ermida não tinha capacidade para receber o elevado número de devotos da Senhora. O novo templo foi posteriormente alvo de várias intervenções régias, que o foram sucessivamente alterando e aumentando. Dom João I mandou fazer uns alpendres em madeira. Dom João II remodelou a planta do templo, ampliando-a e construiu uma nova capela-mor. El-rei Dom Manuel I substitui os alpendres de madeira por uns em lioz que resistem até aos dias de hoje. A Igreja sofreu várias reformulações, principalmente na capela-mor. No reinado de Filipe II, foi renovado o pórtico e construída uma nova escadaria. A pedido da Mesa Administrativa da época, o rei Dom Afonso VI ordenou que se fizessem obras no Santuário. Foram então feitas algumas alterações na estrutura do templo, nomeadamente a ampliação do arco da capela-mor e um novo transepto. Quando terminaram as obras, em 1691, o Santuário ficou com uma configuração em cruz latina, muito semelhante à actual. Em 1717 foram feitas obras na frontaria do templo, construindo-se também um novo acesso ao campanário, que passa agora a ter duas torres. A protecção régia, a propagação da lenda e do culto à Senhora da Nazaré e o fluxo constante de peregrinos, ajudaram à afirmação do Santuário do Sítio como um dos mais importantes no contexto nacional durante a época moderna. Desta forma foi possível o engrandecimento artístico do Santuário, em especial durante o século XVIII, com a aquisição de obras de grande qualidade e que são ainda hoje referências a nível nacional. Quando, em finais do século XVII, foi construído o transepto do Santuário, o reitor Padre António Caria, encomendou a uma firma holandesa painéis de azulejos para a decoração daquele novo espaço. Antes do fim do ano de 1708 o Padre Caria recebe os desenhos e os planos dos azulejos para aprovação da Mesa Administrativa da Real Casa. Em Outubro de 1709, os 6.568 azulejos da autoria do importante ceramista holandês Williem Van der Klöet, com episódios bíblicos de José e de David e duas cenas da história de Jonas, chegam finalmente ao Sítio. Ainda hoje, este conjunto de azulejos é considerado como o mais importante exemplo da decoração cerâmica holandesa conhecida até ao presente. O interior é de uma só nave, em forma de cruz latina, coberta por um tecto de madeira pintado à maneira da época. Na boca da Tribuna encontrava-se uma grande pintura sobre tela, alusiva ao milagre do aparecimento de Nossa Senhora da Nazaré a D. Fuas Roupinho, que pode ser admirada à entrada da nave do lado esquerdo. O altar-mor ostenta um retábulo de talha dourada de estilo nacional, com colunas salomónicas e marmoreados, do final do século XVII. No Trono, numa maquineta, admira-se a venerada imagem, de madeira de oliveira policroma e tez morena, da Virgem do Leite, com o Menino ao colo. As figuras são coroadas por diademas, obra setecentista, oferecida à igreja por D. João VI. A sagrada imagem está envolta num manto verde bordado a ouro oferta de D. João V à Virgem. A separação da capela-mor do corpo da igreja é feita por uma colunata em pau-santo e alguns belos pilares de embutidos em mármore italiano, trabalho oitocentista. O cruzeiro é coberto por uma grande cúpula, obra executada em 1837. O arco mestre é totalmente preenchido com decorações de talha dourada e embutidos, relativos aos principais Círios que anualmente aqui se deslocavam, terminando pelo escudo real entre volutas. Os corredores da Sacristia são cobertos com azulejos azuis e brancos, de figura avulsa, datados de 1714 e da autoria do mestre português António de Oliveira Bernardes, merecendo especial destaque um painel alusivo à “Assunção da Virgem”, com símbolos da iconografia mariana. A restante decoração de azulejos, nos corredores de acesso à Sacristia, deve-se ao mestre Manuel Borges. Numa escadaria lateral de acesso à sacristia existem dois rodapés de azulejos do Juncal, com motivos decorativos, datados de finais do século XVIII. Na Sacristia encontram-se dois conjuntos de pintura seiscentista: o “Ciclo do Arcaz”, da autoria do pintor Luís de Almeida, discípulo de Josefa de Óbidos, cuja temática versa a Lenda da Sagrada Imagem de Nossa Senhora da Nazaré, e um conjunto de 6 grandes telas alusivas à Paixão de Cristo. Também na Sacristia se encontram marcas da devoção régia à Virgem da Nazaré. No tecto podemos observar um escudo nacional, aludindo à protecção que os monarcas portugueses dispensaram a este Santuário. Sobre o altar, duas magníficas esculturas flamengas do século XVI, pertencentes a um Calvário, oferta da Rainha Dona Leonor, aquando da sua visita ao Santuário em Setembro de 1520. A Igreja e os azulejos que a revestem estão classificados, desde 1978, como Imóvel de Interesse Público. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Porto de Pesca da Nazaré
Cultura e Património

Porto de Pesca da Nazaré

Os sucessivos naufrágios marcaram de negro e luto a população nazarena durante décadas, sendo a construção de um porto de abrigo, que garantisse condições de segurança marítima e diminuísse o risco de vida dos pescadores, o maior desejo da população ao longo de quase todo o século XX. Nos anos 50, segundo testemunhos da época, o nível de vida era baixo, devido ao facto das condições do seu porto natural não permitirem o exercício da pesca de uma forma mais lucrativa, como em outros locais da costa. As mulheres trabalhavam, muitas vezes, para fazer face ao pouco dinheiro que o homem trazia da sua faina para o sustento da casa, vendendo peixe nos mercados da região. A Nazaré começa a ser conhecida como uma terra de partidas e chegadas. A comunidade via os seus filhos partirem, em busca de melhores condições de vida, para Peniche, Matosinhos, Canadá, para a marinha mercante ou para a pesca do bacalhau nos mares da Terra Nova. Entre os muitos anónimos que lutaram pelo porto, destaco Manuel Remígio e Vasco da Gama Fernandes, entre outros. O sonho de um porto de abrigo, o sonho do progresso, após anos e anos de promessas, só será cumprido na primeira metade da década de 1980, provocando a saída das embarcações e da actividade piscatória da praia e maior segurança dos homens e das embarcações. Como diria Alves Redol, que conheceu, de perto, a comunidade piscatória e os perigos do mar: “Hoje os meios técnicos de que o homem dispõe, permitem-nos afirmar que o homem será cada vez menos um joguete da natureza. A Nazaré só sentirá realmente o que a palavra progresso significa quando tiver um porto de abrigo.” Iniciada a construção em 1979, o Porto foi oficialmente inaugurado a 3 de Setembro de 1983 e abriu à navegação em 1986. O Porto da Nazaré, protegido por dois molhes, dispõe de espaços destinados à sua frota pesqueira e de uma Marina. É conhecido como Porto Santo dado a barra da Nazaré nunca ter fechado à navegação. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Lagoa da Pederneira
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Lagoa da Pederneira

Ambiente: Sedimentar Idade: Holocénico Tipo de Rocha: Depósitos aluviares A extensa área aplanada que hoje é a várzea da Cela/Valado dos Frades e da Maiorga, ladeada a ocidente pela Serra da Pescaria e a oriente pelas colinas do Bárrio, foi em tempos ocupada por uma ria que progressivamente se transformou num estuário lagunar, designada por Lagoa da Pederneira. As zonas que flanqueavam esta Lagoa terão sido povoadas desde o Paleolítico e ao longo do Neolítico. São abundantes os achados arqueológicos do Neolítico, bem como da ocupação romana, na periferia do limite da Lagoa da Pederneira, sobretudo nos bancos mais interiores, como Valado, Cós, Maiorga, Fervença, Cela e Famalicão. As sucessivas ocupações humanas destes períodos são praticamente coincidentes em termos de localização, e delimitam uma superfície imersa indicando que neste troço litoral a superfície terá permanecido pouco alterada até há cerca de 2000 anos atrás. Apesar do assoreamento natural, as principais transformações morfológicas parecem ser posteriores, com grande responsabilidade para a atividade antrópica. A ocupação visigótica da região (séc. VII) está documentada por várias torres que marginavam a laguna, localizadas estrategicamente para a defesa e sinalização das áreas onde provavelmente funcionavam pequenos portos. Os documentos do século XIII referem ainda o acesso por barcos aos portos de Fervença e da Pederneira, que os monges de Alcobaça utilizavam para exportação de sal. No século XIV, a área entre a Mata da Torre, Valado dos Frades e S. Bartolomeu seria ainda coberta por água salgada, formando uma lagoa já bem mais reduzida, em comunicação com o mar por uma barra (associada a uma barreira) situada no estrangulamento da Ponte da Barca ou talvez mais a jusante, a norte do Cafurno. Apesar dos problemas de assoreamento desta barra se encontrarem bem documentados desde o séc. XIV, o porto da Pederneira tinha, nesta altura, grande desenvolvimento e importância económica que se prolongou ao séc. XV. A partir desta data o seu declínio foi rápido, devido ao intenso assoreamento resultante da expansão da agricultura em toda a área dominada pelo Mosteiro de Alcobaça. Esta atividade fazia-se à custa da destruição de parte das florestas e matos, o que muito acelerou a erosão. Os detritos resultantes, transportados pela rede hidrográfica, depositaram-se nas baixas adjacentes, entulhando o leito e a foz dos rios. Em finais do século XVI, o primitivo porto interior de águas calmas foi mudado para a “praia da enseada de Nossa Senhora de Nazareth” (“porto da vila da Pederneira”). Por esta altura, o porto funcionaria no abrigo do promontório do Sítio e da arriba da Pederneira e a barra situar-se-ia em frente à Pederneira, cerca de 800m a sul do Sítio, permitindo a passagem apenas a pequenos barcos que ainda subiam ao longo do rio Alcoa. Em meados do século XVIII e princípios do século XIX, o problema da inundação das áreas adjacentes agravou-se com o declínio da Abadia de Alcobaça. Com a instabilidade vigente, a limpeza dos rios e das valas de drenagem deixou de ser feita, bem como a manutenção da barra. O que veio provocar o progressivo assoreamento que conduziu à colmatação total desta baixa no séc. XX. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Igreja de S. Gião
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Igreja de S. Gião

A Igreja de São Gião, localizada na Quinta de São Gião, freguesia de Famalicão, é património classificado Monumento de Interesse Nacional (nº2 do art.º 15 da Lei 107/01 de 8 de Setembro). MN, Dec. Nº1/86, DR, 02 de 03 de Janeiro de 1986. ZEP, Portª. N 78/97 (2ª série), DR 48 de 26 de Fevereiro de 1997 (inclui área non - aedificandi) ENQUADRAMENTO: «Rural. Insere-se numa exploração agrícola, adossado a outro edifício mais recente, a cerca de 600 metros do mar, numa língua de terra arável, entre o areal e uma encosta rochosa.» MENDONÇA e MATIAS (1992;2004:1). Esta Igreja fica a poente do Casal Mota no sopé da Serra da Pescaria. O acesso ao imóvel é feito por um caminho em terra batida, partindo da zona da Ponte da Barca até à Igreja de São Gião. A distância a percorrer é de 2196.50 mts. Ao lado da Igreja, para Poente, fica um conjunto de casas rurais, que integram a chamada Quinta de São Gião. A relação entre a Igreja de São Gião e as referidas casas rurais ainda não está comprovada, mas pode equacionar-se que, numa época mais tardia, por volta dos princípios do século XVIII, teria sido um conjunto de habitação e armazéns agrícolas onde a própria Igreja terá servido de armazém de alfaias agrícolas. ÉPOCA: «Século VII/X.» MENDONÇA E SILVEIRA, (1992;2004:5) SÍNTESE ARQUITECTÓNICA: «Planta rectangular; volume simples coberto por telhado de 2 águas. Fachada principal virada a NO., com empena triangular, rasgada por porta de vão rectangular, com lintel encimado por arco a meio ponto adintelado, rematado por fresta; na fachada oposta reconhece-se o arranque de uma abóbada a berço rebaixado, contornando um arco ultrapassado cujo vão está tapado com tábuas; na parede O. rasga-se uma fresta e um nicho, adossando-se à parte terminal uma armação em madeira, protegendo a dupla arcada aí posta a descoberto. O interior, com tecto em madeira com travamento à vista, é dividido por uma parede transversal que sobe até ao telhado, em que se rasgam 3 arcos peraltados, uma porta e 2 vãos laterais assentes em muretes, a cerca de 1m do primitivo pavimento (a iconóstase), com uma abertura quadrangular perto do telhado; nas paredes laterais do transepto arcos duplos peraltados, apoiando-se em coluna monolítica central e lateralmente em impostas, com relevos (quadrifólios e SS); na parede NO. Rasga-se o arco peraltado, que dava acesso à capela-mor, quadrangular (cujos alicerces foram descobertos nas escavações) assente em impostas, com palmas esculpidas. No chão distinguem-se restos de um pavimento em "opus signinum". MENDONÇA E SILVEIRA, (1992;2004:1 e 2). SÍNTESE HISTÓRICA: «A antiguidade da igreja de São Gião tinha sido destacada a primeira vez, por Frei Bernardo de Brito, na sua obra “Monarquia Lusitana”. Nela, o cisterciense, referiu ter descoberto várias inscrições romanas no local, que evidenciavam ter existido ali um templo dedicado a Neptuno por Decio Junio Bruto, após a vitória que as suas tropas tinham obtido contra os habitantes de Eurobricium.» ALÃO (2001:148) Eduíno Borges Garcia na sua obra, “Um templo Visigótico em São Gião” baseou-se na descrição de Brito Alão para elaborar o seu trabalho de arqueologia cujo título já acima se encontra transcrito. TIPOLOGIA: «Arquitectura religiosa, visigótica, românica. Igreja com 3 naves e transepto, ábside de planta quadrangular, coberta por abóbada de berço, iconóstase, coro-alto (Garcia, Almeida, 1966, 1978). Igreja de nave única, com iconóstase, transepto, ábside, celas monacais dos 2 lados da nave (Schlunk, 1971). Segundo estes autores, a igreja foi construída no séc. 7, integrando-se estilisticamente na arte visigótica, pelo tipo de decoração das impostas e frisos (que surge também em San Juan de Baños e São Frutuoso de Montélios), pelo uso do arco ultrapassado apenas em 1/3 do raio, pelas dimensões dos vários espaços idênticas às de outras igrejas visigóticas (São Pedro de Balsemão) (Garcia, 1966), mostrando a iconóstase influência bizantina. Para Ferreira de Almeida a igreja integra-se num período mais tardio, já de influências moçárabes (séc. 10): o espaço interno muito fechado, centrado em torno do cruzeiro (distinto do espaço mais aberto da arquitectura visigótica), a existência de tribuna elevada sobre a porta, a entrada adintelada com arco de descarga, a solução adoptada na iconóstase, os arcos peraltados e não ultrapassados, os capitéis, o desenho e o recorte dos elementos decorativos (palmetas e acantos), as fortes impostas de acentuada molduração e as possíveis arcadas cegas da capela-mor (cujo arranque é visível junto aos alicerces) são indícios que apontam para a época da reconquista. Para Manuel Nuñez Rodriguez, trata-se de uma igreja monástica que dispunha, entre a nave e um suposto coro-alto, de uma porta e 2 janelas segundo disposição que vai dar à base orientativa da tripla abertura observada futuramente na Igreja de São Julião de los Prados, nas Astúrias. Esquema que marcaria a separação entre o espaço monástico e o ponto de acolhida aos fiéis.» MENDONÇA E SILVEIRA. (1992;2004:3) ESTRUTURA E MATERIAIS: «Estruturas Autoportantes: Silharia e Alvenaria, telha cerâmica e madeira.» MENDONÇA E SILVEIRA, (1992;2004:4). DESCRIÇÕES COMPLEMENTARES: «O estudo de Arqueologia da Arquitectura (CABALLERO, ARCE e UTRERO, 2003), esclareceu algumas das anteriores suspeitas e acrescentou novas evidências. A primeira - e possivelmente a mais importante para afastar a recorrente atribuição visigótica - é o facto de os muros integrarem fragmentos escultóricos que podemos catalogar como de época visigótica, facto que pressupõe uma construção posterior à perda de simbolismo desses materiais. Paralelamente, as próprias características arquitectónicas do conjunto afastam-no do universo visigótico e aproximam-no extraordinariamente do restrito número de templos asturianos, conforme se comprova pela existência de tribuna ocidental e câmara supra-absidal. A juntar a estas evidências, há que aprofundar o estudo estilístico dos capitéis da eikonosthasis, cujo vegetalismo e organização em andares aponta também, ainda que com tratamento menos saliente do campo escultórico, para os característicos capitéis vegetalistas asturianos.» IPPAR. Fonte: www.cm-nazare.pt/
Igreja da Misericórdia
Cultura e Património

Igreja da Misericórdia

Na Pederneira, no Largo da Misericórdia, situa-se este templo setecentista, de feição maneirista, classificado como Monumento de Interesse Público. A primitiva Capela da Misericórdia foi criada para albergar a Irmandade da Misericórdia da Pederneira instituída antes de 1561, que tinha como principal função administrar o Hospital da Pederneira. Contudo, a data de construção desta igreja ainda continua por investigar, uma vez que, segundo alguns historiadores, esta terá sido erigida sobre as ruínas de uma igreja mais antiga. De acordo com a tradição, a construção da igreja e anexos datam do primeiro quartel do século XVIII. Em 1877, a irmandade foi extinta e os seus bens passaram para a Real Casa de Nossa Senhora da Nazaré, que fundou um Hospital no Sítio da Nazaré, para continuar a acção de assistência daquela Misericórdia. Provavelmente, à época, o antigo hospital e a casa da irmandade, de que restam o portal de acesso e uma escada no alçado oeste da igreja, já estariam num estado próximo da ruína. O actual templo é caracterizado pela ampla fachada do barroco clássico tardio. O interior é constituído pela nave central e por um altar-mor, coberta por uma falsa abóbada de madeira, em arco abatido. Preserva do lado da Epístola a tribuna da Irmandade, constituída por cinco colunas jónicas de mármore. Do mesmo lado, à entrada, vê-se uma lápide, datada de 1716, com as obrigações dos mesários da Instituição. Sobre a porta de entrada existe um painel de azulejos figurando a N.ª Sra. da Misericórdia. O púlpito merece destaque pelo belo dossel em talha dourada. O altar-mor está demarcado do corpo da igreja por dois degraus e por uma balaustrada de madeira. Os altares laterais, em talha dourada, ladeados de colunas estriadas, contêm as imagens do Senhor da Cana Verde, do lado direito, e de Nossa Senhora da Soledade, do lado esquerdo. Nesta igreja guarda-se, no altar-mor de talha dourada barroca, uma bela imagem do Senhor dos Passos, de grande devoção popular, o qual é celebrado, em procissão, três semanas após o Carnaval. Por baixo deste, um altar de caixa envidraçado, conserva uma imagem de Cristo morto. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Igreja Matriz (Nazaré)
Cultura e Património

Igreja Matriz (Nazaré)

Igreja da Fábrica Paroquial de Nossa Senhora das Areias e de S. Pedro da Pederneira. Trata-se de um edifício cuja construção decorreu entre os séculos XVI e XIX. São várias as teorias sobre quando e quem mandou construir este belo edifício. Na opinião do padre António Carvalho da Costa, a actual Igreja matriz terá sido construída pela população de Paredes, vila que no século XVI ficou completamente soterrada, o que obrigou a sua população a migrar para cá. Por este facto, muitos investigadores, nomeadamente os do século XVIII, dão como certa a fundação do aglomerado urbano da Pederneira pelas gentes da extinta vila de Paredes. Segundo José D´Almeida Salazar, Ermitão da Real Capela de Nossa Senhora da Nazaré, a Matriz da Pederneira, terá sido palácio ou casa de recreio de Sua Majestade, o senhor Cardeal Rei, D. Henrique, quando foi Abade d´Alcobaça, onde quase todos os anos vinha passar o verão. De uma só nave é composta por uma Capela-mor com altar de talha dourada do século XVII. A grande bancada da Irmandade, ornada de talha dourada setecentista, é digna de nota. As paredes da nave e da capela-mor são revestidas por um silhar de azulejos tipo “padrão”, verdes, azuis e amarelos, do século XVII, rematados por azulejos tipo “tapete”. Na capela-mor, sobre duas portas, quadros cerâmicos embutidos com a cruz dos Bulhões, ostentam a seguinte inscrição: “Os devotos de Santo António mandaram azulejar esta capela. Ano de 1637”. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Forte de S. Miguel Arcanjo
Cultura e Património

Forte de S. Miguel Arcanjo

Olhar para o forte de S. Miguel Arcanjo é como virar uma página de um livro imenso de memórias e estórias que fazem parte do nosso imaginário, do nosso passado. A construção deste monumento de estilo maneirista teve início no reinado de D. Sebastião, em 1577, visando a defesa da enseada dos ataques dos piratas argelinos, marroquinos, holandeses e normandos que investiam sobre o litoral atlântico. Em 1644, e devido ao seu posicionamento, o rei D. João IV, o Restaurador, ordenou a sua remodelação e ampliação. Como sentinela vigilante da fortaleza ficou S. Miguel Arcanjo, padroeiro de muitos santuários, construídos geralmente em lugares elevados. Na fachada do forte, sobre o portal da entrada, D. João IV, mandou colocar uma imagem em pedra calcária de São Miguel Arcanjo, com a legenda “ELREY DOM JUAN-1644” data que assinala o ano da sua construção. O Forte sobreviveu às Invasões Francesas, onde se refugiaram os soldados inimigos que combateram contra a população do Sítio e da Pederneira. Os invasores só foram expulsos do nosso país em 1811, tornando-se este monumento um marco da revolta popular e da autonomia dos nazarenos. A fortaleza fez parte da história das Lutas Liberais. Por esta época, a Nazaré e o Forte, foram palco de pequenas escaramuças entre os partidários de D. Pedro IV e de D. Miguel. Em 1830, D. Miguel enquanto rei, visitou o Sítio e a Praia da Nazaré, onde foi recebido em ambiente de festa, visitando o Forte de S. Miguel Arcanjo, que no ano seguinte viria a ter alguns consertos, um novo altar para o seu padroeiro e uma nova calçada de acesso. Após a partida de D. Miguel para o exílio, em 1 de Julho de 1834, como reflexo das lutas entre liberais e absolutistas, a imagem de pedra de S. Miguel, que figurava sobre a porta, sofreu um grave atentado. A escultura foi alvo de actos de vandalismo, por parte dos liberais, que a retiraram do seu retábulo, e a deitaram pelas muralhas para o areal da praia. Ainda hoje ela se encontra mutilada e constitui um testemunho dos motins entre os absolutistas e liberais nesta região. No início do século XX, já sem função militar, os pescadores fizeram sentir ao governo a necessidade de ali se instalar um farolim e uma casa para o faroleiro, para apoio da actividade piscatória. Em 29 de Outubro de 1903, foram efectuadas obras de consolidação e restauro para a instalação do farol no Forte. Finalmente a 1 de Dezembro de 1903 começa a funcionar uma luz de porto instalada no Forte de S. Miguel Arcanjo. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Ermida da Memória
Cultura e Património

Ermida da Memória

De acordo com a tradição, em 1182, depois do milagre de Nossa Senhora da Nazaré, D. Fuas Roupinho mandou construir a Ermida da Memória. Foi demolido o altar primitivo sobre o qual estava a imagem e soterrada a gruta. Em 1370, o rei D. Fernando, mandou fechar os quatro arcos da Ermida para resguardar da acção do tempo, das chuvas e da maresia, o precioso tesouro. Em 1616, Frei Bernardo de Brito, cronista do Reino, monge de Alcobaça, conhecido erudito e historiógrafo, veio ao Sítio, em cumprimento de um voto, e procurou pôr a descoberto a gruta onde se encontrava a imagem. Por cima da porta de entrada, encontra-se o escudo real, em azulejo, que é um marco da presença régia. Ao nível do telhado encontra-se um baixo-relevo em pedra calcária, sendo este uma réplica do original, do século XIV. O verdadeiro baixo-relevo pode ser visitado no Museu Reitor Luís Nési, anexo ao Santuário. Na fachada virada para a praia da Nazaré, podemos contemplar um painel de azulejo alusivo ao milagre. O interior da Ermida da Memória é totalmente revestido a azulejos do séc. XVIII, da autoria do Mestre António Oliveira Bernardes, compostos por azulejos de figura avulsa e tapete, apresentando também alguns medalhões figurativos alusivos à simbologia mariana. Seis degraus de lioz conduzem-nos ao pavimento inferior onde existe uma pequena janela que ilumina a cripta, fazendo incidir um feixe de luz sobre o nicho gradeado em que repousava a imagem original, e onde hoje se observa uma réplica. Na abóbada da cripta podemos também contemplar um belíssimo painel de azulejos representativo do milagre de Nossa Senhora da Nazaré ao Cavaleiro D. Fuas Roupinho. De ambos os lados da entrada encontram-se duas inscrições gravadas em lioz. A da direita contém um texto da autoria de Frei Bernardo de Brito transcrito da "Monarquia Lusitana", em latim, referente a Nossa Senhora da Nazaré e à origem do seu culto nestas paragens. A inscrição da esquerda é uma tradução do texto da direita. No altar azulejado estava exposta a imagem de Nossa Senhora da Conceição, que por motivos de conservação, se encontra actualmente no Museu Reitor Luís Nési. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Capitania do Porto da Nazaré
Cultura e Património

Capitania do Porto da Nazaré

O desenvolvimento como praia de banhos e a importância crescente da actividade piscatória levou à criação da Capitania do Porto da Nazaré a 18 de Abril de 1895. Apesar das referências sobre a pesca na costa da Nazaré serem escassas, a partir dos finais do século XVIII verifica-se um significativo desenvolvimento da actividade piscatória naquela zona, numa época em que os pescadores ainda viviam nos planaltos da Pederneira e do Sítio, resguardando-se dos frequentes assaltos dos piratas argelinos e holandeses, que então actuavam nas águas costeiras portuguesas. Segundo vários autores e historiadores, foram os pescadores de Ílhavo, que aqui se fixaram, que lhe deram o nome de Praia da Nazaré, em homenagem à Virgem do Milagre. Era ocupada, sobretudo no período de Verão, por pescadores e pelos que buscavam banhos salgados. Em 1898 foi enviada uma petição à Rainha D. Amélia, então Presidente do Instituto de Socorros a Náufragos, solicitando a instalação de um farol no Forte de S. Miguel Arcanjo, um salva-vidas e algumas bóias de salvação. Em 1906 o Instituto de Socorros a Náufragos adquiriu a antiga Casa dos Frades situada na Praia da Nazaré e, no dia 4 de Julho de 1908, nela se instalou a Capitania do Porto da Nazaré. A inauguração da Estação de Salva-Vidas, assim como o lançamento à água da barca de salvação “Nossa Senhora dos Aflitos”, especialmente construída para servir nesta praia, verificaram-se em 1909. A fixação da Capitania do Porto e a introdução de outros melhoramentos marítimos tiveram um efeito multiplicador, atraindo instituições públicas e privadas, e população, levando ao desenvolvimento da Praia no início do século XX. Rapidamente a Nazaré se tornou num dos maiores portos de pesca artesanal portuguesa, servida por aqueles que eram considerados os mais laboriosos e arrojados pescadores do nosso litoral. Nos anos 30 existiam mais de 4.000 pescadores e de 500 embarcações inscritas na Capitania do Porto. Joaquim Bernardo de Sousa Lobo, localmente conhecido por “Joaquim da Rita”, destacou-se como Cabo-de-Mar, entre 1893 e 1914, pela sua coragem e bravura em inúmeros salvamentos, que o tornaram num dos mais venerados heróis do Instituto de Socorros a Náufragos. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Ascensor da Nazaré
Cultura e Património

Ascensor da Nazaré

A dificuldade de acesso ao Sítio desde sempre condicionou o desenvolvimento do lugar e a fixação das gentes. No intuito de servir os interesses da população e de facilitar a chegada dos peregrinos até à Senhora da Nazaré, foi fundada uma parceria para a construção de um ascensor mecânico em finais do século XIX. O autor do projecto foi o engenheiro de origem francesa Raul Mesnier du Ponsard, discípulo de Eiffel e também responsável pela maioria dos elevadores de Lisboa. A linha foi assente em leito próprio, funcionando o cabo a descoberto sobre roldanas, numa extensão de 318 metros, com uma inclinação de 42%. Inaugurado a 28 de Julho de 1889, o elevador da Nazaré é considerado como uma das melhores iniciativas da história da vila, tendo vindo incrementar o crescimento do Sítio e dinamizar a ligação à praia. Foi adquirido pela Confraria de Nossa Sra. da Nazaré, em 1924, com vista à angariação de fundos para a manutenção do Hospital, e também de modo a facilitar o acesso dos fiéis ao Santuário. Em 1932, foi vendido à Câmara Municipal da Nazaré, passando a ser esta entidade a responsável pela utilização e conservação deste meio de transporte considerado Património Municipal. As primeiras carruagens eram movidas por meio de uma máquina a vapor, que esteve em funcionamento até 1963, data do único acidente da história do elevador. Encerrado, após o desastre, durante 5 anos, voltou à actividade com novos carros e um novo sistema de tracção, de transmissão e accionamento eléctrico, provido de um triplo sistema de travagem. Estes dois ascensores funcionaram incansavelmente, transportando munícipes e turistas, até meados de Setembro de 2001, data da substituição das anteriores por novas carruagens, mais modernas, confortáveis e seguras, cuja inauguração teve lugar a 24 de Junho de 2002. “Ex-libris” da vila, o Ascensor é referência obrigatória para todos os que visitam a Nazaré. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Antiga Casa dos Pescadores
Cultura e Património

Antiga Casa dos Pescadores

O dia 22 de Maio de 1941 fica na História como o da inauguração da Casa e Bairro dos Pescadores. Em pleno Estado Novo, e dadas as difíceis condições de vida dos pescadores, tornava-se necessário edificar moradias económicas e ter um espaço de apoio e ensino das artes de pesca. Na Casa dos Pescadores podíamos encontrar as chamadas Casas de Trabalho para as raparigas, dos dez aos dezanove anos (onde aprendiam as primeiras letras, noções básicas de corte e costura, cozinha, puericultura, ensino religioso e moral) e Escolas de Pesca para os rapazes, onde estes faziam a preparação técnica para o manejo das artes de pesca. Além destas havia a escola profissional de pesca que tinha por objectivo proporcionar aos pescadores uma base de conhecimento técnico, que lhes permitisse integrar as tripulações das frotas do bacalhau e do arrasto. Com o diploma da “Escola de Pesca”, os rapazes podiam exercer a actividade de arrais, contramestres e mestres de pesca. Em Julho de 1983, o edifício depois de sofrer remodelações no seu interior, passa a ser ocupado pelos serviços da Câmara Municipal da Nazaré onde se mantêm até hoje. Mesmo ao lado encontramos a Capela de S. Pedro inaugurada na mesma data que o edifício da Casa dos Pescadores. Esta capela foi cedida pelo responsável da antiga Casa dos Pescadores à Confraria do Santíssimo Sacramento da Pederneira, a qual ainda hoje a mantém. Era conhecida a procissão de S. Pedro, patrono dos pescadores, que percorria as principais ruas da vila e que terminava num grande arraial no Bairro dos Pescadores. Fonte: http://www.cm-nazare.pt/
Trilhos Turísticos - Passeios Pedestres (Óbidos)
Desporto

Trilhos Turísticos - Passeios Pedestres (Óbidos)

Percurso dos Patos Reais | Lagoa de Óbidos: O Percurso dos Patos Reais abrange uma das áreas de maior beleza, revelando-lhe aspectos mais resguardados e mais ricos da Lagoa de Óbidos no plano paisagístico. Na zona da foz do Arnóia e do Real, rios que desaguam desta lagoa, residem os principais pontos de atracção deste circuito (entre as salinas e o Braço da Barrosa), onde milhares de aves aquáticas e algumas de rapina vivem, ao longo do ano, em constante busca de alimento e nidificando no abundante caniçal ali existente. Nesta aliciante caminhada desfruta-se de uma deslumbrante paisagem natural, com fauna e flora características de uma lagoa costeira. A ocasião poderá também ser propícia para observar, de longe, a secular pesca de bivalves e enguias que continua a ser o grande meio de subsistência da comunidade de mariscadores. O Percurso dos Patos Reais convida-o a descobrir uma nova rota, partilhando com os seus habitantes os caminhos mais bem guardados ao longo de gerações. Percurso sinalizado em Maio de 2003. Percurso do Ninho da Cegonha O Percurso do Ninho da Cegonha estende-se pelas margens do Rio Arnóia e estabelece a ligação pedonal entre a Vila de Óbidos e a cidade romana de Eburobrittium (esta última não está aberta para visita). O percurso deste trajecto permite-lhe apreciar os extensos campos agrícolas das Várzeas do Paul e da Cegonha, onde o cultivo de cereais e os pomares de fruta proliferam; o Rio Arnóia com fauna e flora características deste habitat natural; a Mãe de Água Quente constituída por três nascentes de águas sulfurosas com propriedade medicinais e, por fim, a cidade romana de Eburobrittium cujos achados e ruínas atestam a permanência deste povo no local durante cerca de 500 anos (do séc. I ao séc. IV / V). Contudo esta última não está aberta para visita. O Percurso do Ninho da Cegonha convida-o a descobrir caminhos com dois milénios de História! Percurso sinalizado em Junho de 2002 Parque Cinegético de Óbidos / Parque da Vila O Parque Cinegético de Óbidos localiza-se na encosta oeste da Vila de Óbidos, com vista para a magnífica Várzea da Rainha, fazendo a ligação pedonal entre a Igreja de São João de Mocharro, a Porta da Talhada e o Postigo do Jogo da Bola. Na visita ao parque Cinegético, um olhar atento poderá significar retardar o passo ao observar duas famílias de gamos, bem como, em determinadas alturas do ano, raposas, javalis, perdizes e patos bravos, espécies características deste habitat, entretanto desaparecidas. Uma paragem mais prolongada no adarve das seculares muralhas de Óbidos permitirá observar o Parque de um ângulo mais abrangente. O Parque Cinegético de Óbidos convida-o a descobrir a fauna deste país. Percurso sinalizado em Julho de 2003 Fonte: www.obidos.pt
Lagoa de Óbidos
Cultura e Património

Lagoa de Óbidos

A Lagoa de Óbidos é o sistema lagunar costeiro mais extenso da costa Portuguesa. Possui uma área total aproximada de 6.9 km2 e uma profundidade média de dois metros, com cotas que vão desde o meio metro aos cinco metros. Estende-se para montante essencialmente por dois canais, para Oeste pelo Braço do Bom Sucesso, e para Este pelo Braço da Barrosa. A Lagoa de Óbidos faz fronteira terrestre com o concelho das Caldas da Rainha a Norte (freguesias da Foz do Arelho e Nadadouro) e com o concelho de Óbidos a Sul (freguesias de Vau e Santa Maria). Do lado do Sul encontra-se a Poça do Vau e do lado Oeste está ligada à Poça das Ferrarias. Apresenta um comprimento máximo de 6 km e uma largura que oscila entre 1 e 1,5 km, com uma orientação preferencial NW-SW. No entanto, esta configuração tende a oscilar consideravelmente, sendo uma consequência directa dos sedimentos empurrados pelo mar para o interior da lagoa. Segundo relatos antigos, a Lagoa era muito mais extensa, alcançando o sopé da colina onde hoje se ergue a Vila de Óbidos, banhando os muros do castelo do lado Poente. De uma forma natural, a Lagoa de Óbidos, tal como as lagoas costeiras, a médio ou longo prazo, transformar-se-iam em pântanos se o seu regime sedimentar se mantivesse. No entanto, a intervenção humana acelera o processo de assoreamento através das constantes alterações que provoca nas bacias hidrográficas que conduzem a uma maior produção de sedimento. Por outro lado, a população tenta inverter a situação ao intervir através de dragagens efectuadas com o objectivo de aumentar a profundidade do sistema, prolongando, deste modo, a vida destes meios aquáticos. Fauna e Avifauna na Lagoa de Óbidos: A sua fauna é constituída por espécies piscícolas como o robalo, o linguado, a solha, o rodovalho, a dourada, a choupa, a tainha, e ainda outras espécies como a amêijoa, o berbigão, o mexilhão, o camarão, o polvo, a enguia, e o caranguejo verde, entre outros. A comunidade avifaunística é o grupo que, ao nível da fauna, representa o papel ecológico mais relevante no ecossistema. Foram identificadas espécies, entre outras, a garça real, pato-real, ostraceiro, perna longa, maçarico real, garajau, garça boieira, garça-branca-pequena, gaivinha de bico preto. Apanha de Moluscos Bivalves: A pesca e a apanha de molusco constituem as principais actividades económicas relacionadas com a Lagoa de Óbidos e, como tal, encontram-se inteiramente dependentes deste meio lagunar. A actividade piscatória, embora menos relevante que outrora, apresenta importância como vector económico desta região. A apanha de moluscos bivalves continua a merecer um lugar de destaque na economia das populações locais de mariscadores. A Bateira: A Bateira é o barco típico utilizado quer pelos pescadores, quer pelos mariscadores, na Lagoa de Óbidos. São caracterizadas por serem embarcações de convés aberto. Antigamente eram muito utilizadas para a apanha de limo. Actualmente as bateiras já podem ter dois motores (operam a gasolina) um principal e outro auxiliar que pode ser utilizado em caso de avaria. Para manutenção das baterias, o que acontece de dois em dois anos, as bateiras são imersas em água quando estas se encontram ressequidas, para depois serem pintadas. As Embarcações a Pedal: Durante a época balnear, junto ao cais da Foz do Arelho, podem ser alugadas embarcações a pedal para passear pela Lagoa de Óbidos, vulgarmente conhecidas como “gaivotas”. Actividades Lúdicas Na Lagoa de Óbidos são praticadas as seguintes actividades aquáticas desportivas ao longo de todo o ano, nomeadamente: Vela; Windsurf; Canoagem; Remo; Kiteboard; Jetski e Ski náutico e Stand Up Paddleboarding. Para mais informações, contactar: ESCOLA DE VELA DA LAGOA Rua dos Reivais, nº 40 Nadadouro 2500 – 606 Foz do Arelho Website: www.escoladeveladalagoa.com E-mail: info@escoladeveladalagoa.com Tel./ Fax. 262 978 592 SUPXSCAPE Stand Up Paddleboarding Rua das Arigueiras, nº 2L 2510 - 772 Usseira Tlm: 916 697 870 Email: bookings@supxscape.com / Website: www.supxscape.com Contacto: Jason Pereira SUP ACADEMY Atividade: Stand Up Paddleboarding Morada: Casa da Praia, Bairro 15 Bom Sucesso 2510 - 662 Vau Tlm: 962374793 / 262968193 Website: www.standupportugal.pt Contacto: Jorge Branco Emails: jb@standupportugal.pt / info@standupportugal.pt Phone/Fax: (351) 262 96 81 93 Mobile: (351) 96 237 47 93 LAGOBI - Kayaks / Windsurf Atividade: Animação Turística - Clube de Canoagem / Escola de Windsurf (RNAAT 272/2014) Morada: Urb da Cerca, Lote 20, 2510 - 717 Gaeiras Website: www.lagobi.pt E-mail: lagobidos@gmail.com Tel: 962 929 181 Contacto: João Neves Fonte: www.obidos.pt
Museu Paroquial de Óbidos
Cultura e Património

Museu Paroquial de Óbidos

Recentemente recuperada com o apoio da Câmara Municipal, a Igreja de S. João Baptista, localizada junto à Porta da Vila, é um dos imóveis mais simbólicos e uma referência incontornável do Património edificado em Óbidos. Mandada erigir pela Rainha Santa Isabel, em 1309, esta igreja, então dedicada a S. Vicente, serviu para assistência religiosa àqueles que mais padeciam na Idade Média, os leprosos. Já no início do séc. XVI o templo foi integrado no património da Santa Casa da Misericórdia de Óbidos e, desde 19 de Outubro de 1636 até ao evento do liberalismo, serviu de sede à Paróquia e Colegiada de S. João Baptista. Desde então a igreja entrou num profundo declínio, ressurgindo hoje como um espaço onde a Arte e o Património Religioso terão lugar para a sua expressão condigna. O Museu Paroquial de Óbidos (ou de S. João), será um ponto de encontro e diálogo entre a comunidade e as suas raízes, bem como um factor de crescimento cultural, articulando-se de perto com os restantes serviços de Museu na Vila de Óbidos. A abertura deste equipamento cultural servirá, também como incentivo ao estudo e divulgação dos bens artísticos e históricos da Igreja, que para todos os efeitos é a base da cultura local, manifestando-a aos diversos públicos (escolares, investigadores, turistas, etc.). A gestão museológica, cujos conteúdos serão decididos pelo Pároco e pelos técnicos do Museu Municipal, apostará nas exposições temporárias de média duração (entre 4 a 9 meses), justificando a investigação e motivando a novas visitas periódicas ao Museu. Fonte: www.obidos.pt
Igreja de Santa Maria (Óbidos)
Cultura e Património

Igreja de Santa Maria (Óbidos)

Igreja matriz, localizada na praça do mesmo nome, é o principal templo de Óbidos. Embora a tradição faça remontar a sua fundação ao período visigótico, transformada em mesquita no período muçulmano e novamente sagrada por D. Afonso Henriques logo após a conquista da Vila em 1148, o facto de se encontrar fora da primitiva cerca muralhada parece contrariar esta hipótese. Não se conhecendo a data exacta da fundação, é um facto que o priorado da nova igreja foi entregue a S. Teotónio, companheiro de D. Afonso Henriques, grande figura da Igreja e prior do poderoso Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, que teve o padroado da Igreja de Santa Maria até D. João III o ter doado a sua mulher, a Rainha D. Catarina de Áustria. Foi também sede de uma colegiada (comunidade formada por prior e oito beneficiados), suprimida pela legislação liberal em meados do século XIX. O templo medieval foi profundamente reformado pela Rainha D. Leonor em finais do século XV, arrastando-se as obras pelo primeiro quartel do século XVI. Data desta campanha a torre sineira, adossada à fachada e coberta por coruchéu piramidal de oitavado. Atingida certamente pelo terramoto de 1535, cerca de 1570 ameaçava ruína, pelo que é imediatamente pensada a sua completa reconstrução. Assim, no dia 15 de Agosto de 1571, dia da Assunção de Nossa Senhora, foi lançada a primeira pedra da nova igreja, com procissão e grande aparato religioso, prosseguindo as obras sob a protecção da Rainha D. Catarina e do Prior D. Rodrigo Sanches, clérigo espanhol, esmoler-mor da Rainha e figura de grande prestígio na corte de Carlos V. Desta campanha resulta a sua configuração actual, com provável risco do arquitecto régio António Rodrigues (Pedro Flor, 2002). Cerca de um século depois, sofre novas obras de beneficiação, por iniciativa do Prior Doutor Francisco de Azevedo Caminha, que redecora a igreja através de um programa artístico de gosto barroco - tecto, azulejos e telas das naves. Fonte: www.obidos.pt
Igreja da Misericórdia de Óbidos
Cultura e Património

Igreja da Misericórdia de Óbidos

Antiga Capela do Espírito Santo, aqui foi fundada pela Rainha D. Leonor a Santa Casa da Misericórdia de Óbidos, segundo a tradição, ainda em 1498. A igreja sofreu várias reformas, sobretudo a partir de finais do século XVI, quando é reedificada, sendo a mais importante, pelo menos no seu interior, a levada a cabo na segunda década do século XVII pelo Provedor da Misericórdia e Prior de São Pedro, Doutor João Vieira Tinoco. No exterior destaca-se o portal de arrojada composição, rematado por um nicho com uma imagem da Virgem com o Menino de cerâmica vidrada e pintada, de provável produção lisboeta dos anos de 1665 a 1680 (José Meco, 1998). As portas de madeira estão datadas de 1623. O interior, de uma só nave, está integralmente revestido de azulejos azuis e amarelos de tipo padrão (c.1625-30). Assinale-se o importante conjunto de talha maneirista formado pelo cadeiral/tribuna dos mesários e pelos retábulos. O retábulo da capela-mor, obra do entalhador Manuel das Neves sob risco de João da Costa, ostenta duas grandes pinturas de André Reinoso - a Visitação da Virgem a Santa Isabel e o Pentecostes, de cerca de 1628-1630. Os colaterais, também do entalhador Manuel das Neves, de 1626, dourados por Belchior de Matos que havia pintado o painel da Invenção da Santa Cruz para o do Evangelho, hoje no Museu Municipal, abrigam hoje as imagens do Senhor dos Passos e de Nossa Senhora das Dores, ambas de “roca”, encimados por pinturas também de André Reinoso - Cristo a caminho do Calvário e o Descimento da Cruz. Em meados do século XVIII a igreja terá sido reformada uma vez mais, como atesta a data de 1744 na fachada, de que datarão o escudo real que encima o portal da igreja, um outro que encima o arco triunfal, a pintura sobre o mesmo arco, os dois armários laterais da capela-mor e o tecto da nave, com as armas reais no centro. Destaque ainda para o púlpito de pedra lavrada, com a data de 1596, decorado por cartelas e volutas que ostenta na base uma curiosa urna para recolha de ofertas, e para a laje tumular armoriada setecentista da Condessa de Cavaleiros, D. Luísa Guerra. Da sua imaginária salienta-se o magnífico Cristo Crucificado de provável origem espanhola (século XVII) e as imagens da Virgem com o Menino, Santo António e São José, todas na capela mor. Exposta na igreja pode admirar-se ainda a antiga bandeira da Santa Casa da Misericórdia, pintada por Diogo Teixeira em 1592, que parece representar na figura do rei as feições de D. António, Prior do Crato (Sérgio Gorjão, 2000). Anexo a esta igreja fica o antigo Hospital da Misericórdia, com Sala de Sessões de rica decoração barroca. Fonte: www.obidos.pt
Museu Paroquial - Igreja de São João Baptista
Cultura e Património

Museu Paroquial - Igreja de São João Baptista

A sua origem remonta a 1309 quando a Rainha Santa Isabel constrói neste lugar, outrora afastado da Vila, uma gafaria ou leprosaria com uma capela dedicada a São Vicente. Contudo, a configuração que ainda hoje apresenta resulta em grande parte das obras sofridas ao longo do século XVI, após a integração dos seus bens na Santa Casa da Misericórdia de Óbidos, então fundada: nave única e capela-mor coberta por abóbada de nervuras ogivais, ostentando no fecho central a Cruz de Cristo. A comunicação entre a igreja e a gafaria seria feita através de uma galilé, cujos arcos se detectam no interior. Em meados do mesmo século, sob o reinado de D. João III, novas obras são realizadas. De facto, sabe-se que entre 1530 e 1550 a nave é ampliada, fechando-se a galilé, e no exterior são colocados contrafortes e um novo portal de gosto clássico. É ainda instalado um retábulo da oficina de Garcia Fernandes de cerca de 1540-1550, composto por sete tábuas com cenas do Martírio de São Vicente, hoje no Museu Municipal. Em 1636 transita para esta igreja a sede da paróquia de São João Baptista do Mocharro, até aí sediada na igreja do mesmo nome localizada fora das muralhas, facto que terá dado origem a novos trabalhos de remodelação, como a pintura da abóbada da capela-mor com motivos de brutesco policromos. O terramoto de 1755 terá afectado também o templo, correspondendo a esse período a torre sineira e o actual retábulo da capela-mor, de talha rococó com uma tela representando São João Baptista. Fonte: http://www.obidos.pt/
Biblioandante - Sertã
Educação

Biblioandante - Sertã

A Biblioteca Itinerante da Sertã (Biblioandante) é um novo serviço do Município da Sertã, na dependência da Biblioteca Municipal Padre Manuel Antunes. Começou a funcionar no dia 20 de Março de 2019 e resulta de uma parceria entre o Município da Sertã e a Fundação Calouste Gulbenkian, com o apoio da The Navigator Company. A nova Biblioteca Itinerante, além de contar com os serviços habituais de uma biblioteca, disponibilizará serviços de apoio à saúde e um posto móvel do Balcão Único do Município. Será possível consultar livros e revistas, fazer rastreios de tensão arterial, glicínias e colesterol, preencher e entregar formulários e requerimentos de diferentes serviços, aceder à Internet e fazer fotocópias. Numa fase posterior, será possível efectuar pagamentos numa ATM portátil. O projecto pretende contribuir ainda para construção de uma memória viva do concelho da Sertã, pelo que, numa segunda fase, dar-se-á início à recolha e difusão do património imaterial do município e também à dinamização do serviço «Ler para quem quiser ouvir», que oferece uma sessão de leitura personalizada ou em grupo, recorrendo a técnicas de biblioterapia. O percurso da Biblioteca Itinerante da Sertã contempla, numa primeira fase, diversas paragens em vilas e aldeias do município. Um lugar de aprendizagem, convívio e lazer. - Empréstimo domiciliário (livros, jornais, revistas, CD e DVD); - Fotocópias, impressões, digitalizações; - Internet / Wi-Fi; - Preenchimento e entrega de formulários / requerimentos do Balcão Único do Município da Sertã; - Videochamada / Videoconferência; - Recolha e difusão do Património Imaterial; - Serviços de saúde (ocasional); - “Ler para quem quiser ouvir” – Serviço de leitura personalizado; - “Pergunte e peça que a Biblioteca Itinerante responde e ajuda”; - Serviço de Referência Bibliográfica e Apoio ao cidadão. Fonte: www.cm-serta.pt/viver/
Agrupamento de Escolas da Sertã
Acção Social e Saúde

Agrupamento de Escolas da Sertã

O Agrupamento de Escolas de Sertã encontra-se em funcionamento desde 2003 e aglutinou, na mesma unidade orgânica, diferentes estabelecimentos escolares, desde o ensino pré-escolar até ao ensino secundário, dispersos geograficamente pelo concelho da Sertã e que constituem a oferta de escola pública deste concelho. Situado no interior do país, na zona do Pinhal Interior Sul, o Agrupamento de Escolas de Sertã caracteriza-se pela estabilidade do corpo docente, pelo dinamismo e excelência do ensino ministrado aos alunos e pelas condições de trabalho ímpares que proporciona aos seus profissionais e alunos. Possui Bibliotecas Escolares integradas na Rede de Bibliotecas Escolares e, anualmente, associa-se a diferentes projetos de âmbito nacional e/ou internacional, facultando, desta forma, aos seus alunos as melhores experiências pedagógicas e o reconhecimento público. O Agrupamento de Escolas de Sertã é ainda uma instituição educativa de referência noutras áreas, das quais se destacam a formação de jovens e adultos e de alunos com Perturbação do Espectro do Autismo. Sediado na Escola Secundária, o Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP) da Sertã, apesar de recente, é já uma referência regional na formação e educação de jovens e adultos, facto que explica os índices de procura de adultos com necessidades de qualificação na zona do Pinhal Interior Sul (Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila de Rei). A 22 de abril de 2015, o CQEP da Sertã entregou os primeiros certificados do processo de Reconhecimento e Validação de Competências a nível nacional. De igual modo, a formação de alunos com necessidades educativas especiais é acarinhada e objeto de uma atenção extrema. Para responder às necessidades destes alunos, o agrupamento conta com uma Unidade de Ensino Estruturado, a funcionar na Escola Básica da Sertã. Para além do ensino regular, o Agrupamento de Escolas de Sertã inclui, na sua oferta educativa, cursos profissionais cuja qualidade se confunde com o próprio agrupamento que tem assegurado estágios nas melhores empresas regionais e nacionais e um índice de empregabilidade elevado. Para cumprir a sua missão, o Agrupamento de Escolas de Sertã celebrou parcerias estratégicas com um número significativo de parceiros educativos: autarquia, instituições de ensino superior, instituições privadas de solidariedade social e empresas privadas de diferentes áreas. Escolas: - Escola Básica da Sertã - Escola Básica do 1º Ciclo da Cumeada - Escola Básica do 1º Ciclo da Várzea dos Cavaleiros - Escola Básica do 1º Ciclo de Pedrogão Pequeno - Escola Básica do 1º Ciclo do Cabeçudo - Escola Básica do 1º Ciclo do Castelo - Escola Básica do 1º ciclo do Troviscal - Escola Básica Padre António Lourenço Farinha - Escola Básica São Nuno de Santa Maria de Cernache do Bonjardim - Escola Secundária - Jardim-de-infância da Cumeada - Jardim-de-infância da Sertã - Jardim-de-infância da Várzea dos Cavaleiros - Jardim-de-infância de Pedrógão Pequeno - Jardim de Infância do Cabeçudo - Jardim de infância do Castelo - Jardim-de- infância do Castelo Fonte: aes.ccems.pt
Percursos Pedestres - Sertã
Desporto

Percursos Pedestres - Sertã

Trilho dos Bufos: Percurso circular com ponto de partida e chegada junto ao Mercado Municipal de Pedrógão Pequeno. Este percurso irá levá-lo por uma estrada romana, podendo observar também as magníficas escarpas graníticas do Vale do Zêzere e a águia de asa redonda que sobrevoa frequentemente este local. A ribeira dos Porteleiros, o lugar do Casal dos Bufos (que dá o nome a este percurso), a Barragem do Cabril (construída no Rio Zêzere e inaugurada a 31 de Julho de 1954), a pedreira do Cabril de onde foi retirada a pedra para a construção da referida barragem e o Monte da Senhora da Confiança são alguns dos locais que pode observar ao longo do percurso. Trilho do Zêzere: Percurso circular com ponto de partida e chegada junto ao Mercado Municipal de Pedrógão Pequeno. Este percurso irá levá-lo ao longo de uma estrada romana, única via terrestre existente ate 1954 para a ligação das margens do rio Zêzere, ladeado de um património florestal rico em sobreiros que habitam nas magníficas escarpas de granito situadas junto da Ribeira dos Porteleiros. Pode ainda observar a Ponte Filipina datada do século XVII que, actualmente é o cartão-de-visita de Pedrógão Pequeno, podendo desfrutar de vários miradouros, bem como de zonas de descanso. Ao longo deste percurso passará também pelo Trilho da Levada, atravessando o túnel do Moinho das Freiras, local com uma paisagem de extraordinária beleza. Rota do Azereiro: Percurso circular com ponto de partida e chegada junto à antiga Escola Básica do 1º Ciclo da Quintã. Este percurso irá levá-lo ao longo de pequenas explorações agrícolas, seguidas de uma zona florestal composta por pinheiros, eucaliptos e medronheiros. Poderá ainda desfrutar da Albufeira de Castelo de Bode, tendo como fundo o Rio Zêzere. A aldeia dos Moinhos da Ribeira com os seus moinhos submersos é outro dos locais de passagem obrigatória. O Azereiro, espécie autóctone também designado por Loureiro de Portugal e Gingeira Brava, é uma espécie rara em Portugal, que se inscreve na vasta lista de espécies ameaçadas, sendo uma das espécies a observar. Rota das Estevas: Percurso com uma riqueza paisagística bem acima da média, com passagem por inúmeras aldeias como Rebaixia dos Tomés, Chão da Telha, Vale da Ponte, Rebaixia dos Faustinos, Casal de Santana. Igrejas, capelas, cruzeiros e alminhas são uma constante deste percurso demonstrando bem a religiosidade dos habitantes destas paragens. A ribeira da Tamolha e a ponte da Isna são locais onde vamos certamente ficar presos durante largos minutos devido a tamanha beleza daqueles locais. Na parte final poderá visitar a Igreja Matriz, dedicada a Santa Ana. Rota dos Pastores e da Lajeira: O percurso é circular, podendo iniciar-se no edifício da Escola Primária das Relvas ou no Largo da Igreja do Figueiredo. Este percurso é bastante interessante, quer em termos paisagísticos, quer em termos históricos, tendo a oportunidade no mesmo percurso de visitar duas estações arqueológicas: a Estação de arte rupestre da Lajeira (arqueossítio cronologicamente balizado entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro) e a Estação de Arte Rupestre da Fechadura (arqueossítio cronologicamente balizado entre o Calcolítico e a Idade do Ferro). Rota dos Aromas e Sabores: O percurso é circular e inicia-se na sede da Associação "ACRAMIOSO". Ao longo do percurso pedestre vai tendo uma paisagem fantástica, com oportunidades únicas de observar diferentes espécies da vida animal. Vai encontrar moinhos, açudes, terras de cultivo nas margens de várias ribeiras e riachos como a ribeira do Amioso, ribeira Pequena e ribeira da Marinha, onde que terá o prazer de desfrutar da beleza criada pela força da natureza. Rota da Celinda: Este percurso é linear, passando pela área das freguesias da Sertã e Troviscal, onde predomina a paisagem das margens da ribeira da Sertã e elementos típicos de uma vida rural. Ao longo do percurso podemos contactar com variadíssimas espécies de fauna e flora. Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Igreja Matriz - Pedrógão Pequeno
Cultura e Património

Igreja Matriz - Pedrógão Pequeno

A Igreja Matriz de Pedrógão Pequeno, que tem como orago São João Baptista, foi edificada em inícios do século XVI. Segundo documentação do reinado de D. João III, a igreja já existia em 1522, sendo seu titular o prior Fr. Álvaro. Em 1587, crê-se que o templo tenha sido, totalmente, concluído. De planta longitudinal composta por dois corpos rectangulares justapostos, a igreja está dividida por três naves e capela-mor, com duas sacristias de planta quadrangular adossadas às naves laterais e torre sineira adossada à fachada. A fachada principal possui três registos, sendo delimitada lateralmente por pilastras toscanas rematadas por pinhas. No primeiro registo, temos um portal de moldura em arco abatido com friso saliente ladeado por pinhas, tendo gravada a data de 1779, data em que a igreja sofreu obras de reparação devido aos estragos causados pelo terramoto, de 1755. Sobre o portal, no segundo registo, um nicho rematado por concha alberga a imagem de São João Batista, ladeado por duas janelas de moldura semelhante à do portal principal. No último registo, foi rasgada ao centro uma janela com moldura em arco abatido. O remate da fachada é feito em empena com cornija. A torre sineira, adossada à fachada lateral esquerda do templo, está recuada em relação ao alçado da fachada principal, e divide-se também por três registos. No primeiro, duas frestas retas, no segundo um óculo. Um friso separa o último registo, com sineira rematada por coroamento piramidal com revestimento azulejar branco e azul. O interior do templo é dividido em três naves separadas por quatro arcos torais de volta perfeita assentes em colunas toscanas, sendo a central mais alta. Ao fundo, o coro-alto em madeira está assente sobre dois pilares em cantaria. Possui quatro altares laterais com retábulos em talha dourada. Do lado do Evangelho, um arco pleno com figuração do Batismo em relevo na pedra de fecho abre para a capela baptismal, inserida no primeiro registo da torre sineira, e púlpito de cantaria junto ao arco triunfal, com balcão cilíndrico apoiado em coluna. A cobertura do templo é em madeira com caixotões lisos; na nave central cinco caixotões estão pintados com cenas da vida de São João Baptista. Classificado como Imóvel de Interesse Público (1993). Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Capela da Nossa Senhora da Confiança - Pedrogão Pequeno
Cultura e Património

Capela da Nossa Senhora da Confiança - Pedrogão Pequeno

Situada no topo do monte de Nossa Senhora da Confiança, esta capela foi mandada construir pela família Conceição e Silva, oriunda de Pedrógão Pequeno, no ano de 1902 (projecto do arquitecto Ruynant), sob as ruínas de uma outra mais antiga. Reza a lenda que esta capela mais antiga foi construída no século XIII, por um nobre cavaleiro que, estando nesse tempo sob prisão e a caminho de Coimbra, pernoitou numa cela da cadeia de Pedrógão Pequeno, situada nas imediações da Capela de Santo António. Este fidalgo alegava ser vítima de intrigas na Corte. Durante a noite, resolveu rezar, suplicando à Virgem Maria a protecção e confiança na sua inocência; assim, olhando para o monte em frente, teve a visão do aparecimento entre estrelas da imagem de Nossa Senhora. Nesse momento, prometeu ali mandar construir uma ermida a que, após a sua absolvição, deu cumprimento, sob a invocação de Nossa Senhora da Confiança. A actual capela possui linhas simples e é composta por uma só nave, com coro, sobre a entrada principal. Os seus altares são de grande valor pela sua talha antiga, a qual pertenceu ao antigo Convento de Santo António da Sertã. Nos altares, estão representados São Jorge, São Francisco de Assis e Nossa Senhora da Confiança (altar-mor). No tecto, podemos observar a pintura de um brasão partido, tendo de um dos lados as antigas armas de Pedrógão Pequeno, uma águia sobre um vale onde corre um rio, e do outro o A e M de Avé Maria sobrepostos em monograma. Nesta capela tem lugar, anualmente, uma das romarias mais antigas e concorridas da região, entre os dias 7 e 9 de Setembro. No espaço envolvente existem vestígios de um castro da Idade do Bronze Final e do Ferro. Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Seminário das Missões - Cernache do Bonjardim
Cultura e Património

Seminário das Missões - Cernache do Bonjardim

O Real Colégio das Missões Ultramarinas (nome original) foi mandado construir por D. João VI, através de um decreto datado de 10 de Março de 1791, com a finalidade de preparar sacerdotes para o Grão Priorado do Crato. Por aqui passaram várias figuras de relevo, não só da vida eclesiástica como também de outras actividades, sendo por muitos considerado como "o mais notável foco missionário em Portugal nos tempos modernos". Construído em 1794, é dotado em 1801, pela rainha D. Mariana de Áustria, com uma renda para formar padres para a China. Em 1834, D. Joaquim António de Aguiar (conhecido por mata-frades) extinguiu as ordens religiosas e o colégio foi encerrado. Reabriu em 1855, sob a dependência do então Ministério das Colónias, com a função de preparar pessoal missionário para os territórios ultramarinos do Padroado. O novo Colégio das Missões Ultramarinas regia-se por estatuto próprio, fixado por Sá da Bandeira, em 12 de Agosto de 1856. Nesta altura, o edifício era composto pelo corpo frontal, com 27 quartos, e a igreja. A Lei da Separação do Estado da Igreja, de 20 de abril de 1911, autorizou o governo "a reformar os serviços do Colégio das Missões Ultramarinas, de modo que a propaganda civilizadora nas colónias portuguesas, que haja de ser feita por ministros da religião, se confie ao clero secular português, especialmente preparado para esse fim em institutos do Estado". Apesar desta disposição legal, o Colégio das Missões foi, indevidamente, convertido em Liceu Colonial, por despacho do Ministro das Colónias, instituição que não se destinava à preparação de pessoal eclesiástico para as missões do Ultramar. Durante a implantação da República, a torre da igreja do seminário foi destruída, assim como algumas imagens religiosas. Em 1915, o Seminário passou a escola secundária, mas foi extinta por decreto-lei. Dois anos depois, a 8 de setembro, foi publicado o decreto n.º 3.352 que acabou com o ilegal liceu e criou, por sua vez, o Instituto das Missões Coloniais, o qual foi extinto pelo decreto nº 12.886, de 24 de dezembro de 1926, restituindo-se aos seus antigos possuidores, os padres seculares. Em 1930, o seminário passou a integrar a Sociedade Missionária da Boa Nova. Além de possuir um vasto património artístico e cultural, de onde se destacam os azulejos, que retratam cenas de evangelização colonial, o seminário dispõe de uma imponente biblioteca, com cerca de 7.300 obras. Nela se podem encontrar livros encadernados em madeira, revestidos em pele e exemplares únicos que datam dos séculos XV e XVI. Entre eles, referência para um exemplar do dicionário "Ambrosi Calepini" que traduz uma palavra em dez línguas. Na igreja do seminário, merece especial atenção o altar-mor de estilo hispano-árabe e o magnífico órgão de fole do séc. XVIII, além de vários quadros do pintor Bento Coelho da Silveira. Veneram-se neste templo as imagens de Nossa Senhora da Conceição e de São João Batista. O seminário explora também a vertente agrícola através de uma larga produção de vinho, comercializado sob a marca "Terras de D. Nuno". Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Capela de Santa Maria Madalena e S. Macário - Cernache do Bonjardim
Cultura e Património

Capela de Santa Maria Madalena e S. Macário - Cernache do Bonjardim

A capela que reúne os dois santos foi edificada por volta do ano 1581. Este pequeno templo foi substituído por um maior, construído por volta do ano 1920 (capela atual). A construção da capela de São Macário e Santa Maria Madalena está associada a uma lenda: "Reza a história que no lugar onde se encontra edificada a ermida, quase no topo da serra, existia a capela de S. Macário e mais junto ao povoado a de Santa Maria Madalena (Casal da Madalena). Devido a incêndios em ambas as capelas que se encontravam em ruínas, decidiu o povo edificar uma só capela, mais junto ao povoado (Cabeçada - C. Madalena), no sopé da serra, reunindo ambos os santos. As obras iniciaram-se, mas as ferramentas que serviam para o início da obra e que eram deixadas ao fim do dia junto à mesma, desapareciam todas as noites, sendo encontradas no dia seguinte no alto da serra, junto às ruínas da ermida de S. Macário. O facto repetiu-se por tantas vezes, que cansado e intrigado, o povo decidiu que a ermida fosse construída, bem lá no alto, no local onde, de manhã, se deparavam com as ferramentas. Reza ainda a lenda que, a razão de tal facto, é que S. Macário, não queria deixar de ver todos os dias pela manhã os outros seis irmãos (Nossa Senhora da Nazaré - Palhais; Santa Ana - Cumeada; Nossa Senhora dos Remédios - Sertã; Nossa Senhora da Confiança - Pedrógão Pequeno; Nossa Senhora da Graça - Graça e São Neutel - Figueiró dos Vinhos). Todas estas capelas foram construídas, segundo a lenda, em locais no cimo das serras ou montes elevados, de onde é possível os sete irmãos avistarem-se uns aos outros". O certo é que do cimo da Serra de São Macário se avistam as seis capelas. Outra curiosidade aliada a esta capela, e à romaria anual, é o facto de existir um antigo caminho pedonal que liga o local, onde era para ser edificada a capela (junto ao povoado de Cabeçada), e o cimo do monte. Na zona envolvente, há vestígios de um castro datado do primeiro milénio a.C. Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Lagar de Vara - Sertã
Cultura e Património

Lagar de Vara - Sertã

Segundo o Padre António Lourenço Farinha (1883-1985) no seu livro "A Sertã e o seu Concelho", a Alameda da Carvalha é assim denominada porque ali foi feita nos tempos antigos uma plantação de carvalhos, um dos quais se tornou célebre, não só pela sua invulgar corpulência, pois o tronco tinha de circunferência 38 palmos mas, principalmente, porque à sua sombra se realizou uma sessão magna da Câmara Municipal nos meados do século XIV como consta do respectivo Livro de Registos da Secretaria, árvore que ainda existia em 1874. Os sertaginenses tiveram sempre o bom gosto de conservar, cuidadosamente, este pequeno parque que é o sítio mais aprazível da Sertã. O Padre Manso de Lima dizia, em 1730, que estava plantada de álamos e carvalhos, chamando-lhe «uma nobre e espaçosa entrada» e Frei Cláudio de Menezes, em 1791, «uma vistosa alameda». A partir dos finais dos anos noventa do século passado inicia-se a sua requalificação com a construção do Palácio da Justiça, inaugurado a 28 de Março de 1993. Posteriormente, foi construída uma réplica de um antigo Lagar de Varas, que servia para a produção de azeite, a Casa de Espectáculos e da Cultura inaugurada em 24 de Junho de 2001 e, mais recentemente, em 2005, foi inaugurada uma estátua em homenagem ao Padre Manuel Antunes, Professor Universitário e Ensaísta (1918-1985), natural desta vila, aquando do 20º aniversário de sua morte. Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Igreja Matriz de São Pedro (Sertã)
Cultura e Património

Igreja Matriz de São Pedro (Sertã)

Não há certezas sobre quem mandou construir a Igreja Matriz, contudo presume-se que a iniciativa do projeto, tomada durante o reinado de D. João I, tenha tido partido de um destes homens: Nuno Álvares Pereira (natural do concelho e herói nacional) ou Álvaro Gonçalves Camelo (Prior do Crato e cujo túmulo pode ser observado no interior da igreja). Foi edificada em 1404, sob as ruínas de um antigo templo que existira no mesmo local, sendo Jhoane Anes Pietro de Ourê o responsável pela obra da nova igreja, que ficou consagrada a São Pedro. O edifício divide-se em três naves de quatro tramos, marcadas por arcos góticos ogivais com revestimento de azulejos policrómicos quinhentistas, assentes em colunas graníticas de arestas chambradas. Na capela-mor, pontificam os exuberantes retábulos em talha dourada barroca de estilo nacional, da autoria dos entalhadores portuenses Domingos Nunes e António Gomes, que o fizeram em 1685, pelo preço de 300 mil réis e, posteriormente, dourados por um pintor do Porto, Francisco da Rocha. Antes desse retábulo, existia na capela-mor um outro, de estilo maneirista, pintado por um artista régio de Filipe II, Fernão Gomes (1548-1612), constituído por duas tábuas que sobreviveram, um deles o grande painel "São Pedro Patriarca" e, no cimo, a tábua oval "Martírio de São Pedro" com influência do Maneirismo ítalo-flamengo. Referência também para os panos murários da capela-mor, revestidos por azulejos idênticos aos da nave, e para o púlpito em cantaria, de balcão poligonal com faces almofada e assente em coluna. Os dois altares laterais são dedicados a Nossa Senhora do Rosário e ao Espírito Santo. Os tetos de masseira em madeira distinguem-se pelos caixotões pintados com motivos estilizado formando grinaldas. Na sacristia, encontram-se as tábuas tardo-maneiristas do "Pentecostes", do "Nascimento da Virgem", "Apresentação da Virgem no Templo", "Anunciação" e "Assunção da Virgem", pinturas do segundo quartel do século XVII. Pode ver-se ao lado da porta do sol uma inscrição comemorativa que confirma a edificação da Igreja: "Era de mil CCCCXLII. Foi feita esta igreja à honra de Sam Pedro e fezea Johane Anes Pietro de Ourê" (ano referente à Era de César). Ao centro pode observar-se uma sertã (possível alusão ao topónimo), a chave de S. Pedro e a cruz de Malta; lateralmente observam-se as armas de D. João I e a inscrição "Santus Petrus de Sartagineor". Classificado como Imóvel de Interesse Público (1974) Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca - Tomar
Cultura e Património

Biblioteca Municipal António Cartaxo da Fonseca - Tomar

A história da leitura pública em Tomar tem os seus primórdios marcados pelo espírito da lei de 2 de Agosto de 1870 de autoria de D. António da Costa através da qual são criadas as bibliotecas populares, cuja necessidade é justificada no seu preâmbulo: “a parte da população que já conseguiu a vitória do aprender, tem sede da leitura, e é necessário que os poderes públicos, de acordo com a acção municipal e com a iniciativa particular, lhe mitiguem essa sede”. Neste sentido, a Câmara, em sessão de 21 de Janeiro de 1876, pede a concessão de livros para a Biblioteca Popular de Tomar que se propõe instalar numa das dependências dos Paços do Concelho. Apesar de extremamente avançada para a época a lei de D. António da Costa não se revelou de fácil execução, não apenas em Tomar como em muitos outros municípios. A República não se mostrou indiferente perante a inoperância que revelaram as bibliotecas públicas. Também em Tomar (Deliberação de 5 de Maio de 1913) a Câmara decide da “reorganização” da Biblioteca dando corpo ao Decreto com força de Lei de 18 de Março de 1911: “o franco acesso à Biblioteca, a ampla leitura domiciliária, as colecções móveis, as salas para crianças, a leitura no caminho-de-ferro, nos hospitais e nas prisões - esse conjunto de meios que, além de facilitar o livro, solicitam o leitor, oferecendo-lho em todas as condições, enviando-lho para todos os pontos, tem sido completamente posto à margem neste país”. Com o regime saído do 28 de Maio e a solidificação do “Estado Novo” pretende-se combater o analfabetismo e defende-se a necessidade da leitura domiciliária mas...” com as convenientes cautelas e segurança...” A biblioteca pública em Tomar, tal como outras bibliotecas públicas portuguesas, constitui o espelho da política cultural obscurantista. Em 1963 a Câmara toma conhecimento do despacho do Ministério das Obras Públicas que aprova o projecto da “Reconstrução da Casa Quinhentista e sua adaptação a Biblioteca Municipal”. Manuel da Silva Guimarães desenvolveu, nesta fase, um louvável trabalho manifestado quer na organização do espaço, quer sobretudo, na organização dos fundos bibliográficos. Para o enriquecimento destes fundos contribui apaixonadamente António Cartaxo da Fonseca, não apenas pela quantidade de obras doadas, mas sobretudo, pelo valor documental que elas possuem. Outros beneméritos, entre muitos, não devem ficar esquecidos: Vieira Guimarães, Augusto Tamagnini, Fernando (Nini) Ferreira, Fernando Lopes-Graça e José-Augusto França. Manoel de Matos oferece uma valiosa colecção de moedas, tapeçarias e o mobiliário para o edifício da Rua Silva Magalhães. O Decreto-Lei nº 111/87 de 11 de Março pode considerar-se um marco histórico para Leitura Pública em Portugal. Nele foi definido um instrumento legal, na figura de um contrato-programa que permitia a concretização efectiva do apoio técnico e financeiro do Estado à criação de uma Rede de Leitura Pública, competindo às autarquias a responsabilidade da criação e manutenção das suas bibliotecas. Em 1989 a autarquia adere à Rede de Leitura Pública através de um contrato-programa com o ex-IPLL (Instituto Português do Livro da Leitura) contrato esse que passou pela construção do edifício, aquisição do equipamento e mobiliário assim como do fundo documental. A Biblioteca Municipal de Tomar, à qual foi atribuído o nome “António Cartaxo da Fonseca” em homenagem ao cidadão empenhado, para além do apoio contratual do IPLB (Instituto Português do Livro e das Bibliotecas), recebeu da Fundação Calouste Gulbenkian a doação do fundo documental pertencente à Biblioteca Fixa nº 72 de Tomar que passou, deste modo, a integrar o acervo da nova Biblioteca. Fonte: Câmara Municipal de Tomar
Universidade Sénior
Educação

Universidade Sénior

Na sequência da deliberação do Executivo Municipal de 27-03-2007, foi aprovada a criação da Universidade Sénior em Tomar que funcionou, em regime experimental, nos meses de Maio, Junho e Julho de 2007. No ano letivo 2018/2019, os/as alunos/as podem optar entre este leque de disciplinas: A Linguagem dos Astros, Artes Decorativas, Atividades Aquáticas, Canto Coral, Clube da Caminhada, Cultura Inglesa, Danças de Salão, Danças Tradicionais, Desenho, Espanhol Funcional, Faturas, Francês Iniciação, Gestão multicultural, História da Arte – Introdução à Iconografia, História de Arte, História de Tomar, Informática, Iniciação e Cultura Inglesa, Jornalismo, Lavores, Literatura Portuguesa, Pintura, Pintura –Aguarela, Reciclagem Criativa, Sofrologia, Tapeçaria de Arraiolos, Teatro, Terapia do Riso, Terapia Prânica, Tuna, Turismo, Xadrez. Algumas destas disciplinas funcionam em diferentes níveis, num total de 48 aulas semanais. Podem inscrever-se todas as pessoas com mais de 50 anos de idade, com qualquer nível de escolaridade. As Universidade Seniores surgiram nos anos setenta, na Europa, e nos últimos anos a sua notoriedade tem vindo a aumentar. Em Portugal já existem cerca de 300 e são reconhecidas como espaço privilegiado de inserção e participação social das pessoas com mais de 50 anos. Tal como as congéneres portuguesas, a UST funciona em regime de educação não formal, sem fins de certificação e no contexto da formação ao longo da vida, sendo todos/as os/as professores/s voluntários/as. A Universidade Sénior de Tomar funciona no antigo edifício do Colégio Nuno Álvares, 1.º andar. Contactos – educacao@cm-tomar.pt / 912 896 054 / 249 346 241. Fonte: Câmara Municipal de Tomar
Centro de Arte e Imagem - Galeria IPT
Cultura e Património

Centro de Arte e Imagem - Galeria IPT

A Galeria do IPT – Centro de Arte e Imagem é uma Unidade Funcional desenvolvida pelos departamentos de Artes Plásticas e Fotografia do IPT. “O Centro de Arte e Imagem - Galeria do IPT é uma galeria inserida no tecido social local e dada a importância do reconhecimento público das atividades culturais, entendemos que a direção do nosso protejo responde a essa necessidade de estabelecer o conhecimento dos mais elevados padrões artísticos na esfera pública. Como projeto de Galeria inserida num contexto Académico, no qual todas as suas atividades estão intimamente ligadas ao conhecimento e pensamento do contemporâneo e as suas variadas configurações, temos entendido essa ligação como um lugar de passagem e de contato entre as eventualidades interiores à esfera escolar e os valores reconhecidos do mais exigente mundo das artes. Neste espaço accionamos essa aproximação entre a produção cultural profissional e o trabalho de investigação académico e criativo desenvolvido pelos alunos dos respetivos cursos, no qual se desenvolvem projetos expositivos que se afirmam como plataforma de entendimento das suas práticas escolares com a fundamental ligação à experiência profissional das indústrias culturais e criativas. É com um enorme sentido de responsabilidade e de observância pelos que por cá já passaram e pelos que ainda serão convidados a passar que fica a palavra de que este espaço é um lugar que nos situa, algures entre a escola e o mundo real.” Prof. Doutor Eugénio Pina de Almeida Presidente do Instituto Politécnico de Tomar (Texto adaptado do catálogo da Galeria 2008-2011) Fonte: https://www.facebook.com/CAI-Galeria-IPT-2167864783273003/
Levada de Tomar
Cultura e Património

Levada de Tomar

Sob a designação de Levada de Tomar, identificamos um conjunto edificado com um relevante horizonte cronológico, desde o período medieval, passando pela época moderna, até à época contemporânea. A sua origem remonta aos finais do século XII e, com uma sucessão complexa de contextos espaciais e tecnológicos, a sua actividade de carácter industrial manteve-se até finais do século XX (e, numa das unidades oficinais daquele conjunto, manteve-se até ao início do século XXI). O conjunto edificado é contiguo ao rio Nabão. A localização geográfica e o enquadramento urbanístico do sítio, intrínsecos à razão de ser e à funcionalidade técnica, produtiva e económica dos equipamentos ali sucessivamente implantados ou adaptados ao longo dos séculos, confere-lhe uma especial qualidade paisagística, em pleno centro histórico da cidade, onde melhor se dá a ler a permanente interacção do homem com o meio, assim como a evolução da ocupação do espaço e das formas de habitar o território. Com uma disposição integrada em relação ao rio Nabão e à estrutura do açude e da levada (a norte e a poente), destacam-se os edifícios de antigos moinhos e lagares (que eram alimentados pela energia potencial da água, através de rodas hidráulicas verticais ou de rodas horizontais), duas antigas fábricas de moagem (testemunhando o uso quer da energia hidráulica, quer da energia eléctrica) e uma central eléctrica. A Levada de Tomar está a ser objecto, desde 2011, de uma empreitada promovida pela Câmara Municipal de Tomar, para execução do projecto de requalificação e reabilitação arquitectónica, com base na decisão de criação de uma entidade museológica, designada por Museu da Levada de Tomar. O Protejo do Museu da Levada destina-se à planificação de acções integradas de salvaguarda e protecção de património cultural através da programação de uma entidade museal que faça parte de um processo de desenvolvimento científico, cultural, educativo e social do território de Tomar e de dinamização da economia e do turismo local. Fonte: Câmara Municipal de Tomar
Casa dos Cubos
Cultura e Património

Casa dos Cubos

O Projecto previa a reconversão de uma infraestrutura desactivada, de particular relevância social e económica no tecido urbano da cidade de Tomar. Situado no centro histórico, junto às margens do rio Nabão, o edifício foi sujeito ao longo dos tempos a sucessivas aderências e alterações, encontrando-se ameaçado por alguma decadência e desajustado à utilização pretendida. Originalmente concebido como casa de armazenamento e contagem de produtos agrícolas sob forma de pagamento de rendas às ordens religiosas, foi buscar a sua denominação às antigas medidas de capacidade, o alqueire e o almude, à época correntemente designados como “cubos”. Posteriormente adaptado a edifício de escritórios das antigas Fábricas Mendes Godinho, sobreviveu aos tempos readquirindo no âmbito do Programa Polis um novo papel na cidade: o de Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental. O programa preliminar constituía-se por duas partes distintas, uma de carácter público composta por um espaço expositivo lúdico-pedagógico e outra de carácter privado composta por salas de formação e residências artísticas. No confronto com os regulamentos, a proposta mantém a construção existente na totalidade do seu perímetro exterior, sendo o interior inteiramente despojado de todo o seu “miolo”. Assim e perante a condição programática a nova construção estabelece-se como a estrutura anatómica da pré-existência. Os espaços que necessitavam de recolhimento são definidos volumetricamente surgindo claramente reconhecíveis e optimizados na sua habitabilidade, cada um com a sua atmosfera, identidade, forma, dimensão e uso. As restantes actividades inserem-se no vazio espacial do edifício existente e são caracterizadas através dos acontecimentos programáticos definidos pelos espaços encerrados. Morada: Praceta Alves Redol 2300-000 Tomar | PORTUGAL Tel.: (+351) 249 329 800 presidencia@cm-tomar.pt
Museu Municipal - Núcleo de Arte Contemporânea de Tomar
Cultura e Património

Museu Municipal - Núcleo de Arte Contemporânea de Tomar

O Núcleo de Arte Contemporânea foi criado em 2004, por doação do Professor José-Augusto França. O conjunto de pinturas, esculturas, desenhos e fotografias abrange um arco cronológico que se estende de 1932 à atualidade. Obras de Mário Eloy, Júlio e Almada Negreiros, assinalam o Modernismo do segundo quartel do século XX. O Surrealismo tem um lugar de destaque com um significativo número de trabalhos, produzidos a partir do Grupo Surrealista de Lisboa, onde se contam nomes como António Pedro, Vespeira, Fernando de Azevedo ou Fernando Lemos. O Abstraccionismo e a eclosão da Nova-Figuração estão igualmente representados com obras de Fernando Lanhas, João Cutileiro, Joaquim Rodrigo, Noronha da Costa, entre outros. Completa a coleção, a variada produção que marca o final do século até aos dias de hoje. Coleção: Constituída por mais de duas centenas de obras de arte contemporânea portuguesa, o Núcleo integra peças de escultura, pintura, desenho, fotografia. Reunida por José-Augusto França, a coleção espelha bem as relações de trabalho e de amizade que foi estabelecendo durante mais de sessenta anos de atividade como crítico e historiador de Arte. O conjunto de obras mais antigas da coleção, datadas do segundo quartel do século XX, anuncia a liberdade criativa, num registo expressionista e poético, que será fundamental no movimento surrealista do final da década de 40. O Surrealismo está representado na coleção com um significativo número de obras do final da década de 40 e início da de 50. São obras produzidas a partir do Grupo Surrealista de Lisboa, onde se contam nomes como António Pedro, Fernando de Azevedo, Vespeira, Moniz Pereira e Fernando Lemos. Neste contexto, pela inovação plástica que representam, salientam-se as fotografias deste último, ou as produções de Fernando de Azevedo e de Moniz Pereira, que através do automatismo surrealista configuram a passagem da pintura figurativa para o abstracionismo lírico. Uma obra de Fernando Lanhas ilustra a linha do abstracionismo geométrico. Das décadas de 60 e 70, a coleção integra um conjunto de obras representativas do novo fulgor figurativo. A figura, entendida em sentido lato, recupera o protagonismo. Nesta tendência, destacam-se as produções do Grupo KWY: René Bertholo, Lourdes Castro, José Escada, Costa Pinheiro e João Vieira; ou as vias muito pessoais desenvolvidas por Ângelo de Sousa, Joaquim Rodrigo, Noronha da Costa e João Cutileiro – com a maqueta em mármore do polémico D. Sebastião que projetou para Lagos – na construção da nova-figuração. A variada produção que marca as últimas décadas do século XX e o início do século XXI está representada com obras de Jorge Martins, Manuel Casimiro, António Sena, José de Guimarães, Ana Vidigal, entre outros. José de Guimarães e Eduardo Nery assinam respetivamente a escultura e o painel de azulejos que figuram no exterior do Núcleo, contribuições plásticas que os dois artistas realizaram propositadamente. Espaços: Em pleno Centro Histórico de Tomar, o sítio do Núcleo de Arte Contemporânea foi quintal da residência de um D. Prior do Convento de Cristo, que a ele acedia por um passadiço lançado sobre a Rua de Gil de Avô. Rezam testemunhos documentais, que, essa morada, de feição renascentista, fora a casa de João de Castilho – arquiteto principal do Convento de Cristo – posta à venda pela viúva, por a tristeza, nela, a não deixar viver. O edifício, hoje existente, foi construído para habitação no princípio do século XX, em linguagem que o aproxima da casa portuguesa à Raul Lino. As duas residências, uma por cada piso, foram completa- mente remodeladas, com o sótão, em projeto oferecido pelo arquiteto Jorge Mascarenhas. Um curioso artifício – criado por Miguel Ângelo para a Biblioteca Laurentina (Florença, Itália) – incentiva a subida ao segundo andar, através das escadas que, vistas de cima, estranhamente se alongam. A área expositiva, com cerca de 500 m2, aproveita parte dessa peculiar comunicação vertical, que também alberga o espaço de acolhimento e articula os atuais três pisos, igualmente servidos por elevador, e quase completamente ocupados com a coleção que se anuncia no exterior, em obras de grande dimensão. A conceção dessas obras – Árvore Azul de José de Guimarães e Modulação Luminosa X de Eduardo Nery – foi oferecida pelos artistas, que propositadamente as criaram para o Museu. Morada: Rua Gil de Avô 2300-580 Tomar | PORTUGAL Tel.: (+351) 249 329 814 museologia@cm-tomar.pt Fonte: Câmara Municipal de Tomar
Capela da Nossa Senhora dos Remédios
Cultura e Património

Capela da Nossa Senhora dos Remédios

Os vestígios no local fazem supor que esta igreja se encontra edificada sobre um antigo mosteiro templário. O condestável Nuno Álvares Pereira guardava especial devoção a Nossa Senhora do Olival - nome por que foi conhecida esta capela até ao século XVIII - e aqui veio recolher-se, várias vezes, antes de se dirigir para as batalhas que o tornaram famoso. Numa fase adiantada da sua vida, deixou na igreja uma imagem de cera da sua estatura, que rapidamente se tornou em objeto de fé. Hoje, o monumento é conhecido como Capela de Nossa Senhora dos Remédios. Trata-se de uma capela simples de traça medieval, destacando-se o típico arco gótico de entrada e a tradicional estela que se encontra por cima da porta lateral. Junto a esta porta lateral, do lado do Evangelho, existe a cruz do templo, símbolo templário, gravada em granito, no que se acredita serem restos do primeiro edifício. É o templo da romaria que se realiza a 15 de agosto, sendo uma das mais antigas e concorridas do país. Como tradição oral, conta-se uma lenda de suporte relacionada com Nossa Senhora dos Remédios e que consta do seguinte: "Andando à caça um fidalgo, foi acometido duma formidável serpente, que vivia no centro do espesso mato que ali existia. Horrorizado com semelhante aparição, trepou para cima de uma árvore e possuído de grande susto invocou o auxílio de Nossa Senhora dos Remédios e com tanta fé pediu a Nossa Senhora que esta o ouviu, porque repentinamente se achou tão encorajado que logo carregou a espingarda e com toda a firmeza e felicidade disparou logo sobre o horroroso animal, matando-o imediatamente. Em reconhecimento fez uma ermida e a dotou com bens, após a morte. Ao lado do altar onde está colocada a sua imagem, existe para memória, a queixada da serpente, que seguramente tem de comprimento um metro". Uma réplica da espada de Nuno Álvares Pereira pode ser observada na porta lateral do recinto da Capela de Nossa Senhora dos Remédios. Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Clube Bonjardim
Cultura e Património

Clube Bonjardim

O Clube Bonjardim, criado a 20 de Fevereiro de 1885, tem tido um peso decisivo no progresso de Cernache do Bonjardim, ao longo da sua história. Foi fundado por um grupo de homens ligados às famílias mais importantes da vila, entre os quais se encontrava o Comendador Libânio Vaz Serra, Rufino Vitória Matos, António Correia da Silva ou José António Silva Serra. Um dos principais impulsionadores desta colectividade foi o ilustre republicano e distinto advogado Abílio Marçal, que presidiu aos destinos do Clube Bonjardim entre 1911 e 1915. O Theatro Bom Jardim (designação que adoptou nos primeiros tempos) viria a ser inaugurado a 17 de Abril de 1892, Domingo de Páscoa. Subiram à cena nesse dia as peças "Tio Padre", "Dois Políticos" e os "30 Botões". Esta casa foi rebaptizada para Teatro Taborda, em 1899, depois da histórica vinda do actor Taborda e do compositor Alfredo Keil (autor do Hino Nacional) a Cernache do Bonjardim, onde actuaram ao longo de quatro dias. Adjacente a este edifício, encontra-se um jardim, construído em 1942, no qual se podem realizar eventos culturais, bem como diversas actividades desportivas, além de um parque infantil e de diversas zonas de descanso com bancos e mesas. Neste jardim existe, igualmente, um imponente e também centenário sobreiro, recentemente classificado devido à sua espécie rara, bem como ao seu elevado porte. Actualmente, o Clube Bonjardim é uma associação cultural privada. Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Atelier Túlio Victorino
Cultura e Património

Atelier Túlio Victorino

Mandado construir pelo seu pai (negociante de cortiça) por ocasião da implantação da República, o imóvel segue "de uma forma modesta os revivalismos do princípio do século XX, como é patente nas janelas duplas do torreão, coroado por uma grega pintada pelo próprio Túllio Victorino ou nas portas interiores encimadas por um arco de ferradura e circundadas por azulejos moçárabes, ou ainda, na estrutura de ferro utilizada na sustentação do texto e no janelão do salão onde, habitualmente, o pintor trabalhava". Inscreve-se num estilo arquitectónico neo-árabe. O atelier servia como local de trabalho e, ao mesmo tempo, de residência. Túllio da Costa Victorino nasceu a 14 de dezembro de 1896, em Cernache do Bonjardim. Frequentou a Escola de Belas Artes em Lisboa, transitando depois para a Escola de Belas Artes, no Porto. Pintor impressionista, aluno de Columbano Bordalo Pinheiro, recebeu influência do mestre Malhôa. Ao pintar, parece estabelecer um diálogo entre a sua alma e a da própria paisagem. As obras de Túllio Victorino encontram-se em vários Museus nacionais, designadamente: Arte Contemporânea e Municipal, em Lisboa; Machado de Castro, em Coimbra; José Malhoa, nas Caldas da Rainha; Grão Vasco, em Viseu; Abade de Baçal, em Bragança; Museu da Guarda; de Castelo Branco e Figueira da Foz; Museu dos Escuteiros de Ovar; Comissão de Turismo de Tomar. Faleceu, na sua casa, a 23 de março de 1969. O edifício entrou depois em degradação, sendo, recentemente, recuperado pela Câmara Municipal da Sertã que o tornou num espaço cultural, sendo-lhe atribuído o nome de "Espaço Cultural Túllio Victorino" e inaugurado em 12 de setembro de 2008. O edifício está classificado como Património Municipal. Fonte: www.turismo.cm-serta.pt/
Clube da Sertã
Cultura e Património

Clube da Sertã

A construção do edifício iniciou-se a 21 de Abril de 1913, num terreno adquirido pelo Grémio Certaginense (hoje Clube da Sertã) a Maria Clementina Mascarenhas Relvas. A planta do edifício foi elaborada pelo almirante Tasso de Figueiredo e as obras foram dirigidas por Jerónimo Albino e Manuel da Costa. O novo Teatro Tasso, assim baptizado em homenagem ao actor José Tasso, tio de Tasso de Figueiredo, foi inaugurado a 25 de Julho de 1915. O edifício albergou, além do teatro, a nova sede do então Grémio Certaginense. Destinado originalmente a teatro, sofreu obras de adaptação para a projecção de filmes, na década de 1930. Nos anos de 1945, 1953, 1967 e 1999, foi alvo de diferentes intervenções, tendo em vista a sua adaptação às exigências dos frequentadores da época. Esta foi, durante muitos anos, a única sala da vila da Sertã, com capacidade para receber espectáculos culturais e recreativos. Por aqui têm passado várias companhias de teatro, os maiores êxitos do cinema português e estrangeiro, encontros com inúmeras personalidades da cultura e das artes e reuniões que marcaram a história do concelho da Sertã. Constituído em 25 de Janeiro de 1888, o Clube da Sertã começou por designar-se Club Certaginense e depois Grémio Certaginense, tendo-se instalado neste edifício em Julho de 1915. Esta colectividade sempre desempenhou um papel central na vida do concelho, tendo como fim proporcionar aos seus sócios instrução, recreio e desporto, através de actividades ligadas à leitura, reuniões de família, saraus literários e musicais, jogos lícitos e competições desportivas. Fonte: turismo.cm-serta.pt
Estação de Arte Rupestre da Lajeira
Cultura e Património

Estação de Arte Rupestre da Lajeira

Lajeira (1º mil. a.C.) - Na Serra do Cabeço Raínho Estamos perante um arqueossítio cronologicamente balizado entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro, numa comprovação da carga simbólica do local, ao mesmo tempo que da sua pertinência cultural para as sucessivas comunidades humanas sediadas nas imediações, certamente em razão das potencialidades cinegéticas que o território carrearia à sua sobrevivência. Constituída por uma rocha de xisto, cujo painel vertical foi aproveitado para gravar alguns motivos mediante percussão, uma das técnicas de gravação identificadas em todo o referencial vale do Côa (COIXÃO, A. do N. S. C., 2000, pp. 31-34), osítio revela-se particularmente interessante pelo eclectismo das representações. Obtida na superfície de um dos poucos materiais pétreos que suportam este tipo de gravação - o xisto -, através de percussão direta (ou indireta), de modo a obter linhas que permitam perfazer contornos dos vários elementos representados, ao mesmo tempo que preencher o seu interior mediante a realização de manchas, a picotagem possibilitou, neste caso, gravar, uma acentuada diversidade de elementos. Assim, para além de motivos geométricos (círculos e espirais), figuraram-se meandros e elementos serpentiformes, sem esquecer os caraterísticos pontos alinhados, a par de eventuais representações antropomórficas, distribuídos numa área de aproximadamente doze metros quadrados. E mesmo confirmando-se a presença da figuração humana, o facto é que o arquessítio evidencia apenas uma temática "não figurativa", a apoiar a diferenciação cronológica observada na sua realização, resultado imediato das mutações registadas no seio das comunidades que as realizaram. "O concelho da Sertã na transição entre a Pré-História e a Proto- História", Estudos Pré-Históricos" 1997 BATATA, Carlos António Moutoso Coordenadas GPS: N 39º 50'35.16" W 7º 56'49.91" Localização Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Estação de Arte Rupestre da Fechadura
Cultura e Património

Estação de Arte Rupestre da Fechadura

Estamos perante um arqueossítio cronologicamente balizado entre o Calcolítico e a Idade do Ferro, numa comprovação da carga simbólica do local, ao mesmo tempo que da sua pertinência cultual para as sucessivas comunidades humanas sediadas nas imediações ao longo de um tão alargado espaço temporal, certamente em razão das potencialidades cinegéticas que o território carrearia à sua sobrevivência. Constituída por uma rocha de xisto, cujo painel vertical foi aproveitado para gravar alguns motivos mediante os métodos de picotagem e incisão, os quais, a par da abrasão e da raspagem, constituem, ademais, duas das técnicas de gravação identificadas em todo o referencial vale do Côa (COIXÃO, A. do N. S. C., 2000, pp. 31-34), o sítio torna-se particularmente interessante pelo eclectismo das representações. Obtida na superfície de um dos poucos materiais pétreos que suportam este tipo de gravação - o xisto -, através de percussão directa (ou indirecta), de modo a obter linhas que permitam perfazer contornos dos vários elementos representados, ao mesmo tempo que preencher o seu interior mediante a realização de manchas, a picotagem possibilitou, neste caso, gravar, de par com a incisão, uma acentuada diversidade de elementos. Assim, para além de motivos geométricos (quadrangulares e rectangulares), figuram-se setas e pontas de seta; vulvas e signos de Salomão, juntamente a elementos escudiformes, a um pentagrama e a carateres pré-alfabetiformes e latinos, sem esquecer os caraterísticos ponteados, distribuídos numa área de aproximadamente seis metros quadrados. "O concelho da Sertã na transição entre a Pré-História e a Proto- História", Estudos Pré-Históricos" 1997 BATATA, Carlos António Moutoso Coordenadas GPS: N 39º 50'53.00" W 7º 58'26.45" Fonte: www.turismo.cm-serta.pt
Louzan Park
Desporto

Louzan Park

O LouzanPark consiste na oferta de infraestruturas desportivas e de lazer - aliadas a recursos técnicos e científicos - perfeitamente adaptadas às necessidades dos atletas e utilizadores em geral e associadas a um conjunto de serviços complementares que permitem a sua utilização em condições de excelência. O projeto LouzanPark nasceu da necessidade de potencializar uma das principais vertentes desportivas e de lazer que o Município da Lousã apresenta, nomeadamente as actividades de natureza. Este projecto consiste, assim, numa estrutura composta por diversos Percursos Pedestres, Percursos de BTT nas suas diversas modalidades (Downhill, Cross Country e Enduro), trilhos de Trail, percursos de Todo o Terreno Turístico, infraestruturas para a prática de Parapente, entre outras destinadas para diversas Actividades de natureza, bem como de recursos humanos especializados Associado a todas estas estruturas naturais, o LouzanPark conta com um equipamento de apoio a todas as actividades desenvolvidas na Serra da Lousã, do qual destacamos a existência de balneários, auditório, café, sala de reuniões, oficina para bicicletas, serviço de transporte e posto de informação. Desde a sua implementação, este projecto tem acolhido um variado conjunto de eventos desportivos nacionais e internacionais, como seja o Campeonato da Europa de Downhill, Campeonatos Nacionais de Enduro - Motas, Enduro - BTT, Campeonato Nacional de Trail, provas de Parapente, entre outros. Além de eventos desportivos nacionais e internacionais o LouzanPark acolhe, anualmente, milhares de utilizadores que utilizam as suas estruturas e serviços para a realização de actividades de lazer como sejam passeios de BTT, Passeios Pedestres, Treinos de Trail, passeios de Parapente, passeios de todo o Terreno, Birdwatching, Geocaching, entre outras actividades. Ainda relativamente às actividades desenvolvidas no âmbito do projecto LouzanPark, destacamos as eventos destinados a pessoas com incapacidade, onde sobressai a "Descida da Serra em Cadeira de Rodas" e as muitas caminhadas acessíveis organizadas na Lousã. O LouzanPark, apresenta-se, assim, como um projecto congregador de serviços que se pretendem inclusivos na prática desportiva formal e informal, quer através das suas estruturas físicas, quer através das sinergias e parcerias criadas à volta e dentro do projecto. Fonte: www.cm-lousa.pt